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As bolsas europeias estão operando para cima nesta terça-feira, com os investidores animados com os primeiros indicadores da China.

Pelo segundo dia, as ações dos bancos são destaques nos mercados acionários europeus, bem como as mineradoras que estão influenciadas pelo índice gerente de compras da China estabilizado e próximo do melhor resultado do pós-crise em 2012.

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Os metais subiram e também o petróleo negociado nos Estados Unidos, depois que o Kuwait , que é membro da Organização dos Paíeses Exportadores de Petróleo (OPEP), anunciar corte  na produção.

As ações do HSBC Holdings Plc., Novartis AG e UBS Group AG estão contribuindo para os ganhos.

Perto do fechamento, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 estava em alta de 0,76% aos 365,93. Em Milão, o índice FTSE-MIB estava em alta de 0,52% aos 19.667 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 estava em alta de 0,52% aos 9.469 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 estava em alta 0,10% aos 11.609 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 subia 0,51% aos 4.907 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 subia 0,45% aos 7.174 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 subia 0,01% aos 4.734 pontos.

O desemprego na Alemanha caiu em dezembro, em meio aos sinais de que o crescimento da maior economia européia se acelerou no final do ano passado. O número de pessoas sem trabalho caiu por um índice ajustado de 17mil para 2.638 milhões, conforme os dados da Agência Federal do Trabalho em Nuremberg apresentados nesta terça-feira. A taxa de desemprego manteve-se inalterada em 6% e correspondendo ao menor nível desde a reunificação.

A economia alemã expandiu a um “ritmo significativamente mais rápido” no quarto trimestre, impulsionado por melhorias no consumo industrial e privado, de acordo com o Bundesbank.

O setor de manufatura do Reino Unido encerrou 2016 no positivo. As taxas de crescimento para a produção e as novas encomendas, em dezembro, foram as maiores nos últimos dois anos e meio.

As empresas se beneficiaram de uma maior entrada de novos empregos, clientes nacionais e estrangeiros e ajudados pelo aumento da competitividade devido à fraca taxa de câmbio da libra esterlina.

O índice PMI, ajustado sazonalmente, subiu para o máximo de 30 meses de 56,1 em dezembro, ante 53,6 em novembro e bem acima de sua média de longo prazo (51,5). Com isso, o PMI sinalizou expansão em cada um dos últimos cinco meses. Os dados são do Markit Economics e foram apresentados nesta terça-feira.


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