Clicky

Tesouro Direto Taxa Zero 728×90

Os índices de peso nos mercados europeus fecharam em território negativo, com a cautela para o cenário político. A reação positiva do FTSE MIB, Milão, se deu com os dados da economia e a recuperação dos bancos. As indicações do Banco Central Europeu (BCE), de que pode ser capaz de comprar mais títulos geraram ganhos nas dívidas italiana e espanhola.

Ainda nesta sessão, a reta final dos balanços corporativos também estão nas discussões.

Tesouro Direto Taxa Zero 300×250

As ações da Cobham ficou com a maior perda no Stoxx 600, 15% abaixo, depois de anunciar um golpe de 150 milhões de libras (US$ 188 milhões) contra os custos excedentes do combustível aéreo da Boeing Co., entre outras cobranças e baixas, e perspectivas não muito claras para 2017.

Ao final, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,37% aos 370.10; o índice FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,16% aos 19.087; o índice Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,31% aos 9.554 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,31% aos 11.757 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,52% aos 4.899 pontos; o FTSE-100 (Londres) recuou 0,34% aos 7.277 pontos; o índice PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,03% 4.628 pontos.

A gigante Nestlé viu as ações recuando nesta sessão, depois de anunciar menor crescimento em 2016.

O dólar caiu, o ouro subiu e os títulos do Tesouro avançaram, depois de caírem, e os títulos do Tesouro avançaram depois da queda do dólar em cinco dias.

A Istat apresentou, nesta quinta-feira, os dados sobre o comércio exterior da Itália, bem como os índices de valor unitário e volume referentes a dezembro de 2016.
Em comparação com o mês anterior, as exportações em dezembro aumentaram 2,3%, refletindo alta das vendas dos países não pertencentes à UE (alta de 2,5%) e dos países da UE (alta de 2,1%). O crescimento das compras em 2,5% deve-se ao aumento nos países não pertencentes à UE em alta de 6,5%, enquanto os países da União Europeia estão estáveis.

No quarto trimestre, o crescimento das exportações em  2,4%, deve-se a uma alta tanto para os mercados da UE como para os não-europeus,  2,1% e 2,9% respectivamente. O crescimento das importações, 3,6%, deve-se principalmente ao aumento das compras de bens provenientes de mercados não comunitários, alta de 5,2%.

Em dezembro de 2016, o índice de preços de importação aumentou 0,5% em relação ao mês anterior (o índice aumentou 0,1% para a zona do euro e 0,7% para a Zona não-euro). A taxa de variação total de doze meses aumentou 1,6% (respectivamente, aumentou 0,1% para a zona do euro e 3,0% para a zona não-euro). O índice trimestral total aumentou 1,2% em relação ao período anterior, 0,2% para a Zona do Euro e 2,0% para a Zona fora do euro.

 


Assuntos desta notícia