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A Bolsa de Nova York fechou na contramão dos demais mercados nesta sexa-feira, com os investidores olhando para os acontecimento na Europa. A preocupação aumentou com o assassinato da Parlamentar do Partido Trabalhista, Joanne Cox.

Os investidores interpretaram o assassinato como algo que poderia influenciar mais eleitores para permanecer na União Europeia. As ações europeias e a libra britânica subiram ante o euro e o dólar. A libra subiu para US$ 1,4375 ante US $ 1,4205 no dia anterior.

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As declarações do presidente do Federal Reserve de Sant Louis, Jim Bullard também pesaram no comportamento das ações.

Jim Bullard, em uma mudança significativa de perspectiva para a economia, disse que o baixo crescimento poderá pesar numa pequena elevação das taxas de juros, apenas 63 pontos na base e provavelmente deverão permanecer até 2018.

Com a afirmação, revertendo as previsões anteriores, Bullard disse que a alta poderá ser de 2%, a previsão mais provável. Bullard também vê o desemprego em 4,7% e para uma inflação de 2%.

Depois de estimativa, o presidente do Fed avaliou que a base será 63 pontos até o final de sua previsão (2018). A taxa atual é de 25 e 50 pontos base.

Nesta sessão, as ações de tecnologia estavam entre as maiores quedas, com a Apple recuando na disputa de patentes na China e ameaçando as vendas de iPhones na segunda maior economia do mundo.

Ao final, o Dow Jones caiu 0,33% aos 17.675 pontos; o S&P recuou 0,33% aos 2.071 pontos; e a Nasdaq perdeu 0,92% aos 4.800 pontos.

A construção de novas casas nos Estados Unidos mudou pouco em maio, um sinal de que o setor imobiliário residencial vai somar menos para o crescimento econômico no segundo trimestre. O setor de habitação caiu 0,3% para uma taxa anualizada de 1,16 milhão, ritmo menor aos mês anterior quando eram somados 1.170.000, mostrou o Departamento de Comércio, nesta sexta-feira, em Washington.

Para os imóveis residenciais, a leitura é de que os construtores estão analisando as demais economias globais e o peso que poderá ter no setor, antes de uma apresentação de novos projetos.

Os custos de empréstimos, que permanecem atraentes, poderão ajudar a atrair potenciais compradores de casas, embora será preciso um fortalecimento dos salários.

As licenças para novas construções subiram 0,7% em maio, para uma taxa anualizada 1.140.000.

As construções de casas unifamiliares aumentou 0,3% para uma taxa de 764 mil, a mais alta em três meses.

Para as casas multifamiliares, tais como edifícios de apartamentos, a queda foi de 1,2% para uma taxa de 400 mil.


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