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As moedas criptografadas estão em alta, liderada pelas Bitcoins, mas segundo especialistas, ainda é incerto o futuro desse tipo de investimento. O Banco Central, inclusive, divulgou, recentemente, um comunicado para alertar a população sobre os riscos de comprar e manter moedas virtuais com finalidade especulativa, alertando que não há garantias de qualquer autoridade monetária para conversão das criptomoedas em moedas soberanas, como real ou dólar.

Paralelamente a esse cenário de incerteza financeira, outras questões cercam o assunto: a segurança dos dados e informações de empresas e pessoas físicas e a infraestrutura necessária para manutenção da operação virtual. Segundo o sócio-fundador da Adamos Tecnologia, Roberto Stern, a atenção, necessariamente, precisa se voltar para o consumo excessivo de energia utilizada para minerar as moedas digitais. Se todas as máquinas ligadas ao “blockchain” do Bitcoin fossem um país, esta nação fictícia ocuparia o 61º lugar em consumo de energia elétrica no mundo. “É descomunal e uma estupidez despender tanta energia para processar uma simples transação”, critica Stern, que atua há mais de 21 anos no mercado de TI.

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A exemplo, toda a mineração de Bitcoin no mundo consome um total de 29,05 TWh (Terawatt-hora) de eletricidade anualmente, o que equivale a 29 bilhões de kwh (quilowatt/hora). Segundo o especialista, minerar já gasta mais energia do que a consumida em países…….

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