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(Texto atualizado com declarações)
BRASÍLIA, 31 Jan (Reuters) – O presidente Michel Temer
aproveitou uma cerimônia de contratação de novas áreas no
pré-sal, nesta quarta-feira, para afirmar que a situação
financeira dos Estados é um vislumbre do que pode acontecer com
o Brasil caso a reforma da Previdência não seja aprovada.
Em mais um esforço para destacar a necessidade de aprovar as
mudanças na Previdência, com votação prevista para a semana de
19 de fevereiro, Temer disse que as pessoas percebem, com o
passar do tempo, que a reforma não é "bicho papão".
"Enquanto o país discutia a Previdência, a situação em
alguns Estados brasileiros, exatamente em função da Previdência,
se deteriorou, e vinham todos à União pedir socorro… Tivemos
um vislumbre do que pode acontecer com o Brasil se a Previdência
não for consertada", declarou Temer no discurso.
"Quero mais uma vez reiterar a importância deste momento que
nós vivemos. Toda vez que você fala em reforma da Previdência
inicialmente há uma certa resistência, mas logo depois, quando
se faz a revisão previdenciária, as pessoas veem que não é
nenhum bicho papão", completou.
No começo do discurso, Temer destacou que o país inicia uma
nova fase de exploração do petróleo e que a Petrobras
reconquistou o direito de escolher onde operar com a criação de
novas regras, que colocou fim à obrigação de a empresa ser
operadora única de novas áreas leiloadas no pré-sal.
"A liberdade econômica é condição básica para que qualquer
empresa prospere. A Petrobras, nessa nova fase, atingiu um
recorde de produção. Nossa maior empresa estatal voltou a
orgulhar os brasileiros", disse Temer.
Segundo o presidente, o sucesso dos últimos leilões do
petróleo é resultado da "nossa agenda de reformas, que trouxe de
volta a confiança na economia brasileira".
Em outubro, os dois leilões do pré-sal tiveram seis blocos
arrematados, dos oito ofertados, mas aqueles vendidos garantiram
ágios expressivos, numa licitação que atraiu petroleiras como a
Exxon Mobil e teve como destaques a Shell e a Petrobras.

(Reportagem de Lisandra Paraguassu; texto de Tatiana Ramil;
edição de Alexandre Caverni)
(([email protected]; 5511 56447765; Reuters
Messaging: [email protected]))

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