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(Texto atualizado com mais detalhes)
Por Alexandra Valencia
QUITO, 13 Abr (Reuters) – Dois jornalistas equatorianos e
seu motorista, que foram sequestrados no mês passado por
insurgentes colombianos, foram mortos, disseram nesta
sexta-feira os líderes dos dois países, prometendo justiça.
“Infelizmente, nós temos informação que confirma o
assassinato de nossos compatriotas”, disse o presidente do
Equador, Lenín Moreno, na TV estatal. “Parece que estes
criminosos jamais planejaram devolvê-los em segurança.”
Na quinta-feira, Moreno deu ao grupo, formado por
ex-combatentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia
que se recusaram a desmobilizar sob acordo de paz no ano passado
com o governo colombiano, 12 horas para provar que os reféns
estavam vivos ou iriam enfrentar uma operação militar.
Moreno retornou ao Equador na quinta-feira de uma cúpula
regional após relatos de que o repórter Javier Ortega, o
fotógrafo Paul Rivas e o motorista Efrain Segarra foram mortos.
Na quarta-feira, um comunicado aparentemente emitido pelo
grupo Oliver Sinisterra – uma facção de ex-guerrilhas das Farc
que se recusaram a aderir ao acordo de paz de 2016 – relatou que
os equatorianos haviam morrido em uma operação de resgate
fracassada.
A Colômbia negou qualquer tentativa de resgate.
Os jornalistas e o motorista estavam trabalhando para o
jornal El Comercio, sediado em Quito, na fronteira entre o
Equador e a Colômbia quando foram sequestrados em 26 de março.
Uma fotografia divulgada pouco após o sequestro mostrava os
homens acorrentados pelos pescoços.
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, prometeu total
cooperação com o Equador e disse que operações haviam começado
contra rebeldes em ambos os lados da fronteira.
“As Farc não existem mais… Estes são criminosos dedicados
ao tráfico de drogas”, disse na cúpula em Lima. “Eles irão
sentir a força total da lei e de nossas Forças Armadas”.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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