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(Texto reescrito com novas informações)
Por Maayan Lubell
JERUSALÉM, 14 Fev (Reuters) – Parceiros-chave de coalizão
disseram nesta quarta-feira que irão continuar com o
primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por ora,
pendendo uma decisão do secretário de Justiça sobre indiciá-lo
por subornos, como recomendando pela polícia.
Uma decisão pode levar meses e o governo de Netanyahu
aparenta estar estável por enquanto. O premiê direitista tem
negado fortemente as acusações da polícia, chamando as alegações
de "cheias de buracos, como queijo suíço".
"Eu quero reassegurar vocês, a coalizão está estável.
Ninguém, nem eu, nem mais ninguém, possui planos para seguir
para uma eleição", disse Netanyahu em conferência em Tel Aviv
nesta quarta-feira, um dia após a polícia tornar as
recomendações públicas.
"Nós iremos continuar trabalhando com vocês pelo bem dos
cidadãos de Israel até o final do mandato", disse.
Pesquisas de opinião divulgadas em três dos principais
canais de TV de Israel mostravam que mais pessoas acreditam nas
versões da polícia sobre os eventos do nas versões de Netanyahu.
Mas as pesquisas também indicam que caso eleições fossem
realizadas hoje, o partido de direita Likud continuaria como o
maior partido no Parlamento.
A polícia informou na terça-feira ter encontrado evidências
suficientes para que Netanyahu, de 68 anos, seja acusado por
subornos em dois casos distintos, dando a ele um dos maiores
desafios em seu domínio na política israelense.
Agora cabe ao secretário de Justiça, Avichai Mandelblit, um
ex-procurador-geral militar e ex-secretário de gabinete que foi
nomeado ao cargo legal mais alto do país por Netanyahu, decidir
se haverá acusações criminais.
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447753))
REUTERS AAJ


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