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Os principais mercados acionários globais reagiram ao anúncio das medidas do presidente Donald Trump, que completa os 100 dias de governo impopular para a maioria dos norte-americanos.

As mudanças de decisões estão irritando os investidores em Wall Street e despertando ainda mais a cautela nos demais mercados.

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Na Ásia, as bolsas mantiveram os ganhos, embaladas pela temporada de balanços.

Na Europa, o grande destaque foi a apresentação do presidente do Banco Central Europeu (BCE) Mario Draghi, depois da reunião de dois sobre política monetária. Os juros permanecem os mesmos, bem como a injeção de recursos no programa de estímulo.

Nos Estados Unidos, em dia de indicadores importantes, o governo de Trump segue no centro das discussões. Amanhã será conhecido o PIB dos Estados Unidos para o primeiro trimestre.

Por aqui, na iminência de greve geral nesta sexta-feira (28), o radar ficou para Brasília. A Reforma Trabalhista passou e a da Previdência ficou para o dia 03, com o temor dos resultados da greve.

De outro lado, o Ibovespa seguiu contaminado pelos acontecimentos no Planalto Central e também com mais um feriado pela frente – Dia do Trabalho, 01 de Maio na segunda-feira. O dólar ganhou força no cenário interno e no externo, puxando também as moedas da Europa.

ÁSIA

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira, com os investidores digerindo o plano de reforma tributária de Donald Trump, bem como os resultados corporativos da Japão de Índia.

A valorização se seguiu após comentários do presidente chinês, Xi Jinping, sinalizando que o governo poderá ser mais brando nos esforços de combater negócios especulativos com ações.

Já o Banco Central do Japão (BoJ) decidiu manter sua política monetária inalterada, mas reduziu sua projeção de inflação para o ano fiscal que se encerra em março, de 1,5% para 1,4%. A meta de inflação do BoJ é de 2%. O dólar é cotado a 111,30 ienes, contra 111,09 ienes de ontem à tarde.

Ao final da jornada, o Asia Dow ficou em queda de 0,10% aos 3.281. O Hang Seng ficou em alta de 0,49% aos 24.698. O Xangai ficou em alta de 0,36% aos 3.152. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em queda de 0,34% aos 30.029. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou em alta de 0,50% aos 2.207. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em queda de 0,08% aos 3.171. O Nikkei 225 ficou em queda de 0,19% aos 19.251.

A AIA Group viu as ações subindo 6,2%, embalando o índice de Hong Kong, com a seguradora subindo 53% com novos negócios e batendo recorde histórico liderado pelo crescimento da China.

O Yahoo Japan Corp. caiu 9,5%, em Tóquio, sua maior queda em mais de oito anos, depois que a empresa está prevendo lucro menor do que os analistas estimam.

EUROPA

As bolsas fecharam em território negativo nesta quinta-feira, com a fala do presidente do Banco Central Europeu (BCE) Mario Draghi ao afirmar que a recuperação da economia da área do euro é “sólida e ampla”, ao mesmo tempo em que advertiu que a inflação não era forte o suficiente para considerar diminuir seu programa de estímulo.

Draghi advertiu que “os riscos em torno da perspectiva de crescimento da Zona do Euro, enquanto caminhando em direção a uma configuração mais equilibrada, ainda estão inclinados para a desvantagem”

Ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,24% aos 387.79, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,15% aos 20.597; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,74% aos 10.683; o DAX 30 (Frankfurt) recuou 0,23% aos 12.443; o CAC 40 (Paris) caiu 0,31% aos 5.271; o FTSE-100 (Londres) caiu 0,71% aos 7.237; e o PSI-20 (Lisboa) perdeu 0,26% aos 5.041.

O índice Stoxx Europe perdeu força depois de subir para a máxima de 15 semanas na quarta-feira.

Entre as ações com perdas estavam as do Deutsche Bank, queda de 3,7%. A Glencore PLc e Rio de Tinto Group caíram 2,7%.

A agenda cheia da Europa revelou o otimismo para a economia da Alemanha.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso na Bolsa de Nova York recuperaram as perdas nesta quinta-feira, com a menor intensidade das notícias políticas. O presidente Donald Trump, que está completando 100 dias de governo, segue com a popularidade em baixa e cheio de contradições em suas promessas.

Ao final da jornada, o S&P ficou em alta de 0,06% aos 2.388; o Dow Jones em alta de 0,03% aos 20.981; e o Nasdaq em alta de 0,39% aos 6.048.

O índice S&P foi embalado pela decisão de Trump de mudar de ideia sobre a saída do Nafta nesta quinta-feira, mas ainda prevalece o rescaldo de sua reforma tributária, com um plano sem detalhes, o fim do prazo para apresentação do Orçamento da União e a questão do novo plano de saúde para substituir o Obamacare.

Todas essas contradições estão deixando os mercados inseguros quanto à orientação política, com muita discussão e poucas ações concretas para negociar. O Congresso também está considerando uma solução para evitar uma paralisação do governo, enquanto os republicanos da Câmara tentar reanimar a legislação para revogar Obamacare.

Diante desse cenário, as atenções estão voltadas para a divulgação do PIB nesta sexta-feira. As estimativas dão conta de uma alta de 1% no primeiro trimestre.

As ações de energia recuaram 1,1% com os preços do petróleo aos US$49,00 o barril.

As ações do  Alphabet subiram 3,7% e a Amazon, alta de 3,6%. Na contramão ficou a Intel, queda de 3,6%.

BRASIL

A B3 encerrou em queda nesta quinta-feira, com Brasília no radar e os investidores pegando uma brecha para a realização de lucros. Os resultados corporativos e cenário externo também ficaram na mesa de negócios nesta quinta-feira. As commodities ficaram com preços negativos nos mercados internacionais.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,29% aos 64.676 pontos. O volume financeiro ficou em R$7,7 bilhões.

As ações com ganhos

Bradesco PN, alta de 2,92%; Bradesco ON, alta de 2,99%; Localiza ON, alta de 4,16%; Smiles ON, alta de 2,58%; e Pão de Açúcar PN, alta de 1,86%.

As ações com perdas

Vale PNA, queda de 4,33%; Cemig PN, queda de 3,60%; Siderúrgica Nacional ON, queda de 4,28%; Copel PNB, queda de 3,53%; e Natura ON, queda de 3,46%.

A Petrobras ON ficou em queda de 1,53% e a PN, queda de 1,93%.

Carteira Teórica

A carteira teórica do Índice Bovespa que passou a vigorar entre e 02 de janeiro de 2017 a 28 de abril de 2017, com base no fechamento do pregão de 29 de dezembro de 2016, totaliza 59 ativos de 56 empresas e com a entrada da Eletrobras ON (ELET3). Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Itauunibanco PN (10,681%), Bradesco PN (7,740%), Ambev S/A ON (7,183%), Petrobras PN (6,008%) e Petrobras ON (4,592%).

Pagamentos de dividendos: Tim for fun.

Moedas

O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira, com o quadro incerto em Brasília para a Reforma da Previdência, remarcada para votação no dia 03 de maio
com o anúncio de greve geral nesta sexta-feira. Porém, a aprovação da Reforma Trabalhista foi bem aceita pelos investidores.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada aos R$3,180 para a compra e R$3,182 para a venda, alta de 0,28%.

O euro ficou em R$3,460 para a compra e R$3,463 para a venda, alta de 0,07%.

A libra ficou em R$4,105 para a compra e R$4,411 para a venda, alta de 0,81%.

No cenário externo, o índice Bloomberg Dollar Spot ficou estável, depois de subir 0,3% nesta quarta-feira.

O euro viu a negociação agitada durante a coletiva de imprensa do presidente do Banco Central Europeu (BCE) Mario Draghi, subindo para 1.0933. O tom mais otimista de Draghi prevaleceu ao alinhar com as expectativas dos comerciantes, que precificavam a decisão de manter a taxa de juros inalterada com os €60 bilhões euros mensais injetados na economia da Zona do Euro. Draghi disse que o volume segue até o final do ano.

Ao final, o euro foi negociado abaixo de 0,3% a $ 1.0874.

O peso mexicano subiu 0,7%, o de 1,4 por cento com a Casa Branca sinalizando a permanência no Nafta, mas com restrições.

O peso caiu 1,7% nesta quarta-feira.

O dólar canadense foi pouco alterado, apagando ganhos anteriores, depois da discussão sobre o Nafta.

Commodities

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 0,69% a US$66,07 a tonelada seca e com 62% de pureza.

O contrato futuro para entrega em junho do produto tipo WTI é negociado a US$ 49,24 o barril, com queda de 0,77%, no momento.

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O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira, com o quadro incerto em Brasília para a Reforma da Previdência, remarcada para votação no dia 03 de maio
com o anúncio de greve geral nesta sexta-feira. Porém, a aprovação da Reforma Trabalhista foi bem aceita pelos investidores.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada aos R$3,180 para a compra e R$3,182 para a venda, alta de 0,28%.

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O euro ficou em R$3,460 para a compra e R$3,463 para a venda, alta de 0,07%.

A libra ficou em R$4,105 para a compra e R$4,411 para a venda, alta de 0,81%.

No cenário externo, o índice Bloomberg Dollar Spot ficou estável, depois de subir 0,3% nesta quarta-feira.

O euro viu a negociação agitada durante a coletiva de imprensa do presidente do Banco Central Europeu (BCE) Mario Draghi, subindo para 1.0933. O tom mais otimista de Draghi prevaleceu ao alinhar com as expectativas dos comerciantes, que precificavam a decisão de manter a taxa de juros inalterada com os €60 bilhões euros mensais injetados na economia da Zona do Euro. Draghi disse que o volume segue até o final do ano.

Ao final, o euro foi negociado abaixo de 0,3% a $ 1.0874.

O peso mexicano subiu 0,7%, o de 1,4 por cento com a Casa Branca sinalizando a permanência no Nafta, mas com restrições.

O peso caiu 1,7% nesta quarta-feira.

O dólar canadense foi pouco alterado, apagando ganhos anteriores, depois da discussão sobre o Nafta.

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Os índices de peso na Bolsa de Nova York recuperaram as perdas nesta quinta-feira, com a menor intensidade das notícias políticas. O presidente Donald Trump, que está completando 100 dias de governo, segue com a popularidade em baixa e cheio de contradições em suas promessas.

Ao final da jornada, o S&P ficou em alta de 0,06% aos 2.388; o Dow Jones em alta de 0,03% aos 20.981; e o Nasdaq em alta de 0,39% aos 6.048.

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O índice S&P foi embalado pela decisão de Trump de mudar de ideia sobre a saída do Nafta nesta quinta-feira, mas ainda prevalece o rescaldo de sua reforma tributária, com um plano sem detalhes, o fim do prazo para apresentação do Orçamento da União e a questão do novo plano de saúde para substituir o Obamacare.

Todas essas contradições estão deixando os mercados inseguros quanto à orientação política, com muita discussão e poucas ações concretas para negociar. O Congresso também está considerando uma solução para evitar uma paralisação do governo, enquanto os republicanos da Câmara tentar reanimar a legislação para revogar Obamacare.

Diante desse cenário, as atenções estão voltadas para a divulgação do PIB nesta sexta-feira. As estimativas dão conta de uma alta de 1% no primeiro trimestre.

As ações de energia recuaram 1,1% com os preços do petróleo aos US$49,00 o barril.

As ações do  Alphabet subiram 3,7% e a Amazon, alta de 3,6%. Na contramão ficou a Intel, queda de 3,6%.

 

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A B3 encerrou em queda nesta quinta-feira, com Brasília no radar e os investidores pegando uma brecha para a realização de lucros. Os resultados corporativos e cenário externo também ficaram na mesa de negócios nesta quinta-feira. As commodities ficaram com preços negativos nos mercados internacionais.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,29% aos 64.676 pontos. O volume financeiro ficou em R$7,7 bilhões.

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As ações com ganhos

Bradesco PN, alta de 2,92%; Bradesco ON, alta de 2,99%; Localiza ON, alta de 4,16%; Smiles ON, alta de 2,58%; e Pão de Açúcar PN, alta de 1,86%.

As ações com perdas

Vale PNA, queda de 4,33%; Cemig PN, queda de 3,60%; Siderúrgica Nacional ON, queda de 4,28%; Copel PNB, queda de 3,53%; e Natura ON, queda de 3,46%.

A Petrobras ON ficou em queda de 1,53% e a PN, queda de 1,93%.

Carteira Teórica

A carteira teórica do Índice Bovespa que passou a vigorar entre e 02 de janeiro de 2017 a 28 de abril de 2017, com base no fechamento do pregão de 29 de dezembro de 2016, totaliza 59 ativos de 56 empresas e com a entrada da Eletrobras ON (ELET3). Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Itauunibanco PN (10,681%), Bradesco PN (7,740%), Ambev S/A ON (7,183%), Petrobras PN (6,008%) e Petrobras ON (4,592%).

Pagamentos de dividendos: Tim for fun.

Commodities

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 0,69% a US$66,07 a tonelada seca e com 62% de pureza.

O contrato futuro para entrega em junho do produto tipo WTI é negociado a US$ 49,24 o barril, com queda de 0,77%, no momento.

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O Banco Central Europeu (BCE) manteve a sua política monetária nesta quinta-feira, uma vez que a inflação continua subestimando o seu objetivo, mas reconheceu  o vigor da economia da Zona do Euro, atualmente em melhor situação desde a crise financeira mundial.

Apesar das chamadas da Alemanha, a potência econômica da zona do euro, para uma redução gradual dos estímulos, o BCE deixou a porta aberta a novas cortes de tarifas ou a um aumento na compra de ativos.

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Mas o presidente do BCE, Mario Draghi, observou que a economia da região do euro melhorou e que o risco de uma nova recessão recuou, um sinal visto por muitos como prenunciando uma mudança mais ousada na próxima reunião, em junho.

“Os dados recebidos desde a nossa reunião de março confirmam que a recuperação cíclica da economia da área do euro está se tornando cada vez mais sólida e que os riscos de queda diminuíram ainda mais”, disse Draghi em entrevista coletiva.

“Ao mesmo tempo, as pressões inflacionárias subjacentes continuam a ser moderadas e ainda têm de mostrar uma tendência ascendente convincente”, acrescentou, justificando a continuação das medidas de estímulo.

O executivo do BCE disse que a inflação ainda não estava firmemente no lugar, apesar de um melhor crescimento econômico. A meta de 2% durante anos está difícil de ser alcançada e o indicador até flerta com a deflação, no entanto o BCE confirmou que iria comprar € 60 bilhões de títulos por mês pelo menos até o final do ano e manter as taxas de juros em território negativo até mais tarde. A inflação agora confortavelmente acima de 1%.

A cautela de Draghi foi refletida na quinta-feira pelos bancos centrais do Japão e da Suécia, que aderiram aos seus próprios programas de compra de títulos, apesar do melhor crescimento econômico.

Com apoio de agências internacionais

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O índice de Atividade de Negócios dos Estados Unidos, medido pelo Markit Economics, ajustado pelas influências sazonais, ficou em 54,8% em outubro, alta ante os 52,3% de setembro e acima do teto de 50, pelo oitavo mês consecutivo. Com isso, a leitura  sinalizou uma recuperação robusta na produção do setor de serviços, com a taxa de expansão mais acentuada por quase um ano.

Conforme a análise do Markit, a tendência para a atividade de negócio, alinhada com os últimos dados de pesquisa, revelaram que as novas encomendas retomaram ao ritmo mais forte desde o final de 2015.  As evidências sugerem que a melhoria da confiança entre os clientes tem impulsionado o crescimento de novos negócios, juntamente com novos lançamentos de produtos e iniciativas de marketing bem-sucedidas.

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O aumento robusto e acelerado para o setor de novos trabalhos contribuiu para a acumulação de negócios inacabados nas empresas do setor de serviços emutubro. A taxa de acumulação foi a mais rápida desde março de 2015 e ligeiramente mais forte do que a tendência pós-crise.

O PMI final de produção, ajustado sazonalmente, subiu para 54,9% em outubro, de 52,3% no mês anterior.  A última leitura sinalizou a maior recuperação da produção do setor privado desde novembro de 2015.

Tanto o setor de manufatura quanto o de serviços registraram taxas de expansão mais rápidas em outubro. O crescimento da produção no setor manufatureiro foi o mais rápido em 12 meses (índice de produção em 55,5%).

O ISM  revelou que os 54,8% de outubro, 2,3 pontos percentuais abaixo do valor de 57,1% em setembro, representa um crescimento contínuo do setor não-industrial em um ritmo mais lento.

O Índice de Atividade Não-Industrial diminuiu para 57,7%, 2,6% p.p abaixo do valor de setembro de 60,3%, refletindo o crescimento pelo 87º mês consecutivo, em menor ritmo em outubro de 2007.

O Índice de Novos Pedidos registrou 57,7%, 2,3 p.p para baixo que a leitura de 60% em setembro. A queda de 4,1 pontos percentuais em outubro para 53,1% em relação a setembro foi de 57,2%.

O Índice de Preços subiu 2,6 p.p. em relação à leitura de setembro de 54% para 56,6% indicando os preços aumentaram em outubro pelo sétimo mês consecutivo. Em 13 indústrias, o crescimento para o mês de apresentou um ligeiro arrefecimento indicando que os aumentos em outubro não foram sustentáveis.

De acordo com a pesquisa, os entrevistados estão otimistas sobre as condições de negócios e com a economia geral. Porém, muitos disseram estar preocupados com a incerteza sobre o impacto da próxima eleição presidencial nos Estados Unidos.

 

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Através de comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) através de Fato Relevante, a JBS disse que o Conselho de Administração deliberou a eleição de José Batista Júnior no cargo de diretor presidente interino e a indicação do Conselheiro, José Batista Sobrinho, fundador da JBS, para a função de Presidente do Conselho de Administração.

José Batista Júnior ocupou o cargo de presidente da JBS por mais de 20 anos e possui profundo conhecimento de todos os negócios do Grupo. “Assumo a JBS com o compromisso de dar continuidade ao crescimento sustentável da Companhia. A JBS possui uma robusta estrutura global e regional de negócios, com executivos de alta qualidade e uma sólida governança”, disse José Batista Júnior.

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A companhia explicou também que as alterações foram promovidas em virtude do recebimento de correspondências enviadas por Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista.

“Conforme decisão proferida pelo Juízo da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, nos autos do processo Wesley Mendonça Batista está temporariamente suspenso do exercício de seus cargos de Diretor Presidente e de Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia e o Joesley Mendonça Batista está temporariamente suspenso do exercício de seu cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia.”

Os dois informaram à companhia que recorrerão da referida decisão.

Operação Greenfield

Os executivos estão sendo investigados na Operação Greenfield da Polícia Federal.
A operação teve como objetivo investigar suspeita de fraude nos fundos de pensão de empresas estatais — Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Postalis (Correios) e Funcef (Caixa Econômica Federal) — com o cumprimento de 127 mandados judiciais em diversos estados.

Com essa decisão, a Eldorado Brasil, braço de celulose e controlada pela empresa de investimentos da família Batista, ficará na responsabilidade de Ricardo Menín Gaertner, que assume o cargo de presidente do Conselho de Administração e como vice-presidente assume Francisco de Assis e Silva.

Há pouco, no Ibovespa as ações da JBS ON estavam em alta de 0,86%.

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Os mercados acionários globais fecharam as últimas sessões da semana divididos, depois que presidente do Federal Reserve Janet Yellen reafirmou nesta sexta-feira a postura do banco central dos Estados Unidos em mexer com as taxas de juros ainda este ano.

A estimativa para uma inflação acima dos 2%, o setor de trabalho ainda mais fortalecido e a indústria produzindo mais são os fatores essenciais para que os membros do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) tomem a decisão deixou claro a chairman do Fed.

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Já no cenário doméstico, as atenções também estão voltadas para a reta final do julgamento de Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Depois do primeiro dia tumultuado, com 16 horas de trabalho, senadores retornaram nesta sexta-feira para ouvir as testemunhas arroladas pela defesa.

A intenção do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda a sessão, é de esticar os trabalhos até que a última testemunha seja ouvida. Na expectativa de ter o domingo para descansar, o ministro está disposto, inclusive, a virar a madrugada de hoje para amanhã.

Já no inicio, Lewandowski fez um apelo aos senadores por mais objetividade, com a lista para questionar a primeira testemunha do dia, o economista, Luiz Gonzaga Belluzzo, constava de 30 nomes.

Porém, nem tudo ocorreu como o previsto. Com mais de duas horas da abertura dos trabalhos, a troca de acusações e o clima tenso fez com que o presidente do STF suspendesse a sessão por cinco minutos, mas o pior veio em seguida.

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL) fez com que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski, antecipasse o horário de almoço em uma hora e meia. O motivo foi a troca de acusações entre Renan e a senadora, Gleisi Hoffmann, que na sessão de ontem disse que “nenhum senador tinha moral para julgar a presidente Dilma Rousseff!”

O presidente do Senado, para surpresa de todos que estão acompanhando a sessão de julgamento final de Dilma, decidiu responder às acusações da senadora, em um clima tenso.

Renan lembrou que Gleisi e o marido, o ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo foram indiciados por corrupção passiva na Operação Lava Jato. Os dois são acusados de receber propina de contratos oriundos da Petrobras.

Renan chegou a afirmar que o Senado estava passando para a sociedade uma imagem de que Lewandowski estava sendo, constitucionalmente, obrigado a “presidir um julgamento em um hospício” e que nenhum dos lados ganharia esta disputa baseada em bate boca político.

“Esta sessão é uma demonstração de que a burrice é infinita. A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer que o Senado não tem condição moral de julgar a presidente”, afirmou.

Foi o suficiente para que os demais senadores aliados a presidente Dilma Rousseff também entrassem na discussão.

O ministro Lewandowski pediu ordem afirmando que teria que “usar o poder de polícia” e suspendeu a sessão. Nesse caso, trata-se do desligamento de microfones e questão de ordem, com até a suspensão da sessão como vem ocorrendo.

Na retomada dos trabalhos, quase duas horas depois, o Senador, Renan Calheiros, divulgou nota sobre sua participação na libertação do ex-ministro e marido de Gleisi, Paulo Bernardo.

Com os ânimos mais calmos, a sessão segue mais tranquila, já que os senadores a favor do Impeachment de Dilma retiraram as inscrições para perguntas às testemunhas como forma de ganhar tempo para que o julgamento termine no prazo previsto, ou seja, na próxima terça-feira (30).

Ainda no começo desta tarde, outra notícia também movimentou o cenário político do País com a Polícia Federal indiciando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais duas pessoas envolvidas na reforma do triplex no Edificio Solaris, Guarujá no litoral sul de São Paulo, e do diretor do Instituto Lula, Paulo Okamoto.

No começo desta noite, os advogados do ex-presidente divulgaram nota através do Instituto Lula sobre a decisão e considerando fato político.

Por outro lado, a equipe do presidente interino, Michel Temer, segue anunciando medidas importantes, tanto para empresas como para os consumidores.

Vale ressaltar que ontem, o BNDES divulgou a prorrogação para dezembro de 2017 para que as empresas obtenham aportes para reativar os negócios, incluindo também as que estão em Recuperação Judicial.

Hoje foi a vez do Banco Central, que publicou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje circular do com novas regras que podem ajudar na recuperação do crédito no país. A partir de 2017, os bancos poderão aceitar novas aplicações financeiras para reduzir o risco de empréstimos. Com menor risco, os bancos poderão oferecer juros menores no futuro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, recuou em 0,03% na terceira prévia de agosto. Na última apuração, a taxa tinha apresentado alta de 0,05%, ante aumento de 0,24% na primeira prévia do mês.

Diante de todo o imbróglio político e com o Fed, a Bovespa manteve mais uma vez a estabilidade no fechamento (Ver abaixo).

O dólar comercial disparou na cesta de moedas, com a fala de Janet Yellen.

ÁSIA

As bolsas asiáticas recuaram nas negociações desta sexta-feira, puxada por ações no Japão e com os investidores mostrando cautela para assumir riscos antes do discurso da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, que pode fornecer pistas sobre quando a maior economia do mundo vai aumentar as taxas de juro.

Em Hong Kong, o Índice MSCI Asia Pacific deslizou 0,5% para 138,25 pontos no fechamento, sua segunda queda semanal e a mais longa sequência de recuos desde junho.
O Índice Topix do Japão afundou 1,3% com o iene negociado a 100,45 por dólar.

Ao final desta jornada, em Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, ficou em alta de 0,41% aos 22.909 pontos. Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai ficou em alta de 0,06% aos 3.070 pontos. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em queda de 0,19% aos 27.782 pontos. E no Japão, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou queda de 1,18% aos 16.360 pontos.

O Topix também perdeu ganhos na semana com as seguradoras e montadoras lideraram as perdas. O iene ganhou força contra o dólar depois que dados mostraram julho mostraram a que os preços ao consumidor caíram 0,5% ante um ano atrás, 0,7%.

EUROPA

As bolsas europeias subiram nesta sexta-feira, o quarto dia da semana, depois que as declarações da presidente do Fed demonstraram o otimismo sobre a recuperação econômica da maior economia do mundo, reiterando também que o banco central terá uma abordagem gradual para elevar os custos dos empréstimos.

Em Londres, o Índice Stoxx Europe 600 subiu 0,5%, apagando um declínio de até 0,3% e com o avanço semanal para 1,1%. Yellen disse que o caso de aumentar as taxas de juros está se aproximando, com a economia dos Estados Unidos se aproximando dos objetivos dos membros do Fed, mas não disse em que data.

Na sexta-feira, o volume de ações mudando de mãos foi de cerca de um terço menor do que a média de 30 dias, antes do feriado Reino Unido na segunda-feira (29).
Todos os grupos de empresas no Stoxx Europe 600 ficaram com ganhos, em especial as mineradoras e energéticas.

Ao final da jornada, em Milão, o índice FTSE-MIB subiu 0,80% aos 16.843 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em alta de 0,70% aos 8.659 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,80% aos 4.441 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,55% aos 10.587 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 ganhou 0,31% aos 6.838 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 avançou 0,43% aos 4.697 pontos.

O sentimento do consumidor na Alemanha- GfK evoluíram positivamente no seu conjunto, em agosto, com os efeitos mais chocante do Brexit de lado. O índice global de clima do consumidor está prevendo 10,2 pontos em setembro, após 10,0 pontos em agosto. As expectativas de renda e propensão a comprar estão melhores, enquanto as expectativas econômicas sofreram ligeiras perdas.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso em Wall Street devolveram os ganhos da abertura da sessão desta sexta-feira, com a apresentação da presidente do Fed em evento do banco em Jackson Hole.

Sem considerar uma data exata, Yellen confirmou a vontade do banco central dos Estados Unidos em mexer com sua política monetária ainda em 2016, considerando que os próximos indicadores terão peso ainda maior na decisão.

A presidente do Fed reafirmou o compromisso de esperar uma elevação da inflação acima dos 2% e com o mercado de trabalho mais fortalecido.

Logo depois das declarações, os investidores voltaram para a aversão ao risco. Ao final, 6,6 bilhões de ações mudaram de mãos na bolsa norte-americana, ou seja, 3% abaixo da média de três meses.

O Dow Jones recuou 0,29% aos 18.395 pontos; o S&P caiu 0,16% aos 2.169 pontos; e Nasdaq ganhou 0,13% aos 5,218 pontos. Mesmo recuados, os índices seguem nas máximas recordes.

Ainda hoje, foi divulgado o PIB norte-americano com aumento anual de 1,1% no segundo trimestre de 2016, de acordo com a “segunda” estimativa divulgada pelo Departamento de Análises Econômicas. No primeiro trimestre, o PIB real aumentou 0,8%. A estimativa do PIB divulgado hoje é baseada em dados de origem mais completos do que estavam disponíveis para a estimativa “avanço”, emitido no mês passado. Na estimativa antecedente, o aumento do PIB real foi de 1,2%.

O déficit comercial diminuiu para um ajuste sazonal de US$ 59,3 bilhões em julho de US$ 64,5 bilhões em junho, informou o Departamento de Comércio norte-americano nesta sexta-feira. Esse foi menor déficit de US $ 62,5 bilhões previsto por economistas consultados pela MarketWatch.

As exportações aumentaram em US$ 2,9 bilhões durante o mês, enquanto as importações diminuíram US$ 2,4 bilhões. Os estoques no atacado foram pouco mudados durante o mês, subindo 0,2%, mais elevados que há um ano, 0,3%. Os estoques de varejo declinaram 0,4% no mês e ficaram em 4,2%, mais elevado do que um ano atrás.

O sentimento do consumidor diminuiu em agosto, com a visão dos americanos de suas finanças pessoais mais fracas, embora isso tenha sido compensado por melhores perspectivas econômicas. A leitura da Universidade Michigan neste mês de agosto caiu para 89,8 de 90,0 em julho. O índice é 2,3% menor do que há um ano.

As atuais condições econômicas do sub-indicador mostra queda de 2 pontos para 107,0, mas permanece superior à 105,1 de um ano atrás.

O índice de expectativas do consumidor subiu para 78,7, de 77,8, mas é inferior ao 83,4 registrado em agosto de 2015.

ARGENTINA

O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou nesta sexta-feira em baixa de 0,86%, aos 15.764,02 pontos.

O giro financeiro do dia totalizou 191,7 milhões de pesos (cerca de US$ 12,6 milhões), com 28 títulos em alta, 34 em baixa e 15 estáveis.

Entre os líderes, só fecharam em alta as ações de San Miguel (2,51%), Tenaris (1,15%) e Edenor (0,40%).

As maiores baixas foram dos títulos de Mirgor (2,41%), BBVA-Banco Francés (1,64%) e Pampa Energia (1,59%).

No mercado de câmbio, o dólar fechou em alta cotado a 14,80 pesos para a compra e 15,20 pesos para a venda.

BRASIL

A Bovespa encerrou a semana com desvalorização de 2,33%, já refletindo a expectativa pela apresentação de Janet Yellen, que é a presidente do banco central dos Estados Unidos.

Nesta sexta-feira, o índice principal da bolsa paulista manteve a estabilidade, comportamento que vem se repetindo neste mês de agosto. Ao final, o Ibovespa estava em 57.716 pontos e montante de R$7,3 bilhões com ações mudando de mãos.

Análise

De acordo com o analista-chefe e sócio da ModalMais, Álvaro Bandeira, a semana foi marcada por esses dois fatores, mas teve como ” vilão” o petróleo.
“O movimento da semana foi marcado por vários fatores, sendo que um deles foi o petróleo, que teve a capacidade de mexer com todos os mercados, inclusive em papéis de peso no índice Bovespa como Petrobras, siderúrgicas e metalúrgicas. Já outras commodities pesaram na Vale. Na questão do quadro político, os ruídos sobre o julgamento do Impeachment, os aumentos dos salários do judiciário pesaram no lado negativo. O positivo ficou para a aprovação do texto da DRU, mas sem esquecer o reajuste dos servidores públicos”, explicou Bandeira referindo-se ao cenário doméstico.

Para o mercado internacional, a apresentação da Janet Yellen também ficou no radar.

“A reunião de Jackson Hole foi bem aguardada ao longo das últimas semanas, em especial a que termina hoje. Os próximos indicadores dos Estados Unidos pesarão na decisão dos membros do Fed. Hoje, por exemplo, o PIB veio fraco, aliás outros também surpreenderam. No Reino Unido veio bem e sem a contaminação do Brexit. Na França, o PIB ficou estagnado e na Espanha para cima, enfim, mostraram alguma reação positiva. Voltando ao dos Estados Unidos, os indicadores que impulsionaram um pouco a economia partiu do setor de serviços e não da indústria, como se esperava. O que se vê é pouca liquidez, muita oscilação e prudência”, avaliou Bandeira e emendando sobre a semana do mercado doméstico: ” Vamos aguardar o ‘after day’ do Impeachment.”

Entre as altas do Ibovespa estavam as ações da Usiminas PNA, alta de 6,55%; Fibria ON, alta de 2,64%; Cyrela Realt ON, alta de 2,05%; JBS ON, alta de 2,24%; e Gerdau Metalúrgica PN, alta de 1,38%.

Na contramão estavam as ações da CESP PNB, queda de 4,45%; Copel PNB, queda de 3,28%; Natura ON, queda de 2,61%; WEG ON, queda de 2,37%; e Vale ON, queda de 2,59%.

Moedas

O dólar comercial encerrou a semana em alta de 2,02%. Na sessão desta sexta-feira na BM&F, a moeda também embalou alta surfando no mercado norte-americano depois que a presidente do Federal Reserve Janet Yellen fez a apresentação no evento do banco em Jacskon Hole.

A chairman do Fed reafirmou que a taxa de juros dos Estados Unidos poderá ser elevada ainda este ano, mas sem definir a data. A economia segue reagindo, com o setor de trabalho, porém o Fed espera uma inflação acima dos 2%.

Ao final, no interbancário, a moeda fechou cotada aos R$3,271 para a compra e R$3,271 para a venda, alta de 1,25%.

O euro fechou em R$3,654 para a compra e R$3,659 para a venda, alta de 0,43%.

Em Frankfurt, o euro era cotado a US$ 1,1275 às 15h GMT (12h de Brasília) desta sexta-feira no mercado de divisas, abaixo do valor da sessão de quinta-feira no mesmo horário, que foi de US$ 1,1281. Já o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,1290.

O Banco Central fez mais uma entrada nesta sexta-feira e ofertou mais 10 mil contratos de swap cambial reverso.
Commodities

O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta sexta-feira em alta de 0,65%, cotado a US$ 47,64 o barril, após as palavras da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, dando a entender que o aumento de juros é um fato.

No final das operações na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em outubro subiram US$ 0,31 em relação ao fechamento anterior.

O petróleo soma seu segundo dia de recuperação, após várias sessões em baixa, devido ao aumento das reservas de petróleo nos EUA.

Durante os primeiros momentos após as palavras de Yellen, que considera que a economia nacional tem força suficiente para assumir uma majoração das taxas de juros, os mercados do petróleo chegaram a subir 2%, embora depois o índice tenha se moderado.

O preço do petróleo também reagiu às informações sobre bombardeios de mísseis iemenitas a petrolíferas da Arábia Saudita.

Os contratos de gasolina para entrega em setembro, os de mais próximo vencimento, subiram US$ 0,01, para US$ 1,51 o galão.

Finalmente, os de gás natural com vencimento nesse mês, ficaram em US$ 2,87 por cada mil pés cúbicos.

O barril de petróleo Brent para entrega em outubro fechou nesta sexta-feira no mercado de futuros de Londres cotado a US$ 49,92, alta de 0,50% em relação ao pregão anterior.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o dia no International Exchange Futures de Londres com alta de US$ 0,25 frente à última negociação, quando fechou a US$ 49,67.

O petróleo emendou sua segunda sessão em alta e hoje chegou a superar a barreira dos US$ 50.

Da mesma forma que o Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve), que subiu hoje 0,65%, o Brent foi afetado pelas palavras da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, dando a entender que haverá em breve uma alta das taxas de juros nos Estados Unidos.

O valor do petróleo do Mar do Norte tem subido desde que no dia 20 de janeiro atingiu um mínimo anual em US$ 27,10, mas ainda está longe dos mais de US$ 110 que registrou no verão de 2014.

No final de setembro os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) terão uma reunião informal na Argélia, dentro do Fórum Internacional de Energia.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao fechou em queda de 3,76% aos US$59,13 a tonelada seca.

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A JBS voltou a anunciar nesta quarta-feira, que Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista foram autorizados pela Justiça Federal a retornar ao exercício de seus respectivos cargos.

A autorização se deu com o acordo firmado entre os acionistas da J&F Investimentos e o Ministério Público Federal, no qual a J&F oferecerá um Seguro-Garantia. O acordo foi homologado pela 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal e teve por consequência a suspensão de todas as medidas cautelares que haviam sido impostas.

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Desta forma, o Conselho de Administração da JBS deliberou em reunião realizada hoje, que Wesley Batista reassume o cargo de Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração e Joesley Batista o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia.

“Agradeço ao meu irmão, José Batista Júnior, por assumir interinamente a presidência da JBS e a todos os nossos acionistas e demais stakeholders pela confiança em nós depositada. Sigo trabalhando junto com os times de liderança global e regional na consolidação da JBS como uma empresa líder global do setor de alimentos”, comentou Wesley Batista.

Com isso, José Vicente Marino e Gilberto Tomazoni voltam para o Conselho de Administração da Alpargatas.

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A agência de classificação de risco, Standard & Poor’s, alterou nesta segunda-feira a perspectiva de ratings ‘BBB-‘ na escala global e ‘brAAA’ na Escala Nacional Brasil da mineradora Vale de negativa para estável. A S&P também reafirmou esses ratings, se posicionando com os preços de metais, atualmente favoráveis, têm proporcionado incrementos nos fluxos de caixa da mineradora e aliviando as pressões de alavancagem da empresa.

De acordo com a agência de risco, a perspectiva estável reflete a expectativa de que os índices de alavancagem, como dívida sobre Ebitda, permanecerão abaixo de 4x e a geração interna de caixa (FFO) sobre dívida perto de 20% nos próximos 12 a 24 meses.

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“Reafirmamos os ratings de crédito corporativo ‘BBB-‘ na escala global e os ratings dos bonds emitidos pela Vale Canada, Vale Overseas e PT Vale Indonesia. Ao mesmo tempo, reafirmamos os ratings ‘brAAA’ na Escala Nacional Brasil da empresa”, mostra a agência.

Os Fundamentos

A S&P, recentemente, revisou para cima as premissas da curva de preços de minério de ferro, níquel e ouro (“S&P Global Ratings Revises Its Price Assumptions For Iron Ore, Gold, Zinc, And Aluminum”), em publicação da última sexta-feira (26).

Os preços mais altos têm resultado em maiores fluxos de caixa para a Vale, o que ajuda a aliviar as pressões em suas métricas de fluxos de caixa e alavancagem provenientes de seu agressivo plano de investimento. “Nesse cenário, em nossa opinião, torna-se menos necessário à Vale desinvestir alguns de seus ativos a fim de evitar um aumento da dívida, ao menos sob o ponto de rating. Ainda acreditamos que as condições de mercado possam se enfraquecer no próximo ano, dado que esperamos uma queda nos preços”, mostra a análise. Entretanto, em suas estimativas revisadas, a agência avalia que a Vale registrará um aumento em torno de US$2 bilhões em sua geração de caixa operacional em 2016, acima das estimativas anteriores, enquanto mantém níveis de caixa próximos a US$3 bilhões no fim do ano, o que tornaria a empresa mais resiliente a cenários desfavoráveis.

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É como temos afirmado: nesses dias que correm, a volatilidade e troca de sinais dos mercados intra e, entre pregões, têm sido intensa. Tudo por conta do risco geopolítico, das incertezas sobre o governo Trump, eleições na França e preços de commodities. Internamente, muitos ruídos sobre Lava Jato, muita confusão com a tramitação de medidas, impopularidade do presidente, etc.

Resulta que os mercados tendem a realizar lucros de curto prazo e operações em função do noticiário de momento, poluindo a tendência dos mercados de risco. Felizmente nossa percepção é que a tendência primária segue sendo de alta, pois os fundamentos assim indicam. A economia global começa a mostrar sinais consistentes de recuperação puxada pelos EUA, China e alguns países da Europa. E acabam melhorando o quadro para emergentes. Como no Brasil existem outros problemas, a captura dos benefícios não ocorre na mesma proporção.

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Hoje não foi diferente disso. Bovespa abrindo em boa alta, dólar volátil e não raro descolado do mercado internacional e balanços do primeiro trimestre pontuando sobre preços das ações. O Tesouro anunciou que o déficit primário do Governo Central no trimestre ficou em R$ 18,3 bilhões, o pior dado da série. Em 12 meses, o déficit atinge R$ 156,6 bilhões, cerca de 2,44% do PIB. O INSS registrou déficit de R$ 13,1 bilhões e se acrescentarmos os servidores, o déficit em 12 meses seria de R$ 243,8 bilhões.

A secretária do Tesouro garante que a meta de déficit será atingida. A receita real de março subiu 0,2% e a despesa real cresceu 1,6%. Na sequência dos mercados, os DIS tiveram dia oscilando próximo da estabilidade e o dólar com tendência de alta fechou com valorização de 0,24% e cotado a R$ 3,18.

No segmento internacional, o BCE manteve a política monetária estabilizada e contrariando expectativa dos analistas, reforçou o programa de flexibilização, mantendo o conceito de que se for preciso
farão ainda mais. Só lembrando a compra de ativos que fica mantida em 60 bilhões de euros até dezembro ou mais.

Nos EUA, as encomendas de bens duráveis cresceram 0,7%, quando o esperado era expansão de 1,3%. Os pedidos de auxílio desemprego cresceram 14000 posições para total de 257000 pedidos. Trump voltou a falar que ainda pode sair do acordo comercial Nafta, casos as negociações não sejam boas.

Na sequência dos mercados no exterior, o petróleo em mais um dia de queda, com o WTI em NY perdendo 0,79% e cotado a US$ 49,23. O euro era transacionado em queda para US$ 1,088 e os notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 2,29%. O ouro mostrou alta da Comex e a prata queda e commodities agrícolas na bolsa de Chicago com comportamento misto.

No mercado acionário, dia de queda nas principais bolsas europeias, com Londres em queda de 0,7!%, Paris com -0,31% e Frankfurt com -0,23%. Madri e Milão com quedas de respectivamente 0,78% e 1,15%. No mercado americano, dia de volatilidade com o Dow Jones em +0,04% e Nasdaq com +0,39%. Na Bovespa, segundo dia de queda de 0,29% e índice em 64676 pontos. Vale liderou queda com
-4,33%, mesmo tendo anunciado bom resultado para o primeiro trimestre.

Na agenda de amanhã, teremos dados da PNAD contínua do trimestre encerrado em março, a nota de política fiscal de março e dados da indústria pela CNI. Nos EUA, o PIB do primeiro trimestre deflatores do PIB e PCE, índice de atividade de Chicago e a confiança do consumidor de Michigan de abril.

Boa noite.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais
Fonte: https://www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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Ontem os mercados não resistiram e realizaram lucros recentes, com a Bovespa perdendo 0,44% e Dow Jones com -0,10%. Aqui muitos ruídos provenientes dos projetos analisados e votações havidas na câmara, e no exterior certa frustração com anúncio de medidas de redução de tributos nos EUA, que vão exigir forte empenho para aprovação e prazo mais longo de discussão.
Hoje mercado da Ásia em alta (Tóquio -0,19%), Europa em queda, mas já saindo das mínimas do dia. Futuro do mercado americano em leve alta. Aqui seria oportuno recuperar o patamar perdido de 65000 pontos.

Na China durante a madrugada o lucro empresarial de março subiu anualizado 23,8% e o Japão manteve a política monetária estabilizada com juros negativos em 0,10% e Kuroda indicou que meta de inflação segue em 2,0%, apesar de terem reduzido a projeção do ano. Endurecer a política monetária só quando a meta de inflação estiver na direção de 2,0%.

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Na Alemanha o índice GFK de confiança do consumidor de maio subiu para 10,2% e a inflação medida pelo CPI (consumidor) de abril ficou estável por mais um mês, e a taxa anualizada em 2,0%. Angela Merkel sinalizou que discussões sobre o Brexit só depois das eleições no Reino Unido. Na zona do euro o índice de sentimento econômico subiu para 109,6 pontos em abril, de previsão que ficasse em 108,1 pontos. Já Trump prometeu ao México e Canadá que não sairá do NAFTA agora.

O BCE manteve a política monetária estabilizada e confirmou novamente que vai manter por longo tempo e se preciso até reforçar a flexibilização monetária. Isso afrouxou um pouco os mercados. Na sequencia dos mercados no exterior o petróleo WTI negociado em NY mostrava queda de 1,81%, com o barril cotado a US$ 48,72. O euro era transacionado em alta para US$ 1,091 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 2,31%.

Aqui ontem votações importantes e positivas para o ajuste e fortalecimento do governo Temer. A reforma trabalhista passou com 296 votos favoráveis e 177 contra, mesmo com algumas traições. A FGV anunciou que o IGP-M de abril teve deflação de 1,10%, deixando deflação também para o ano de 0,36% e ano com inflação de 3,37%. Destaque para queda de matérias primas brutas de 5,22%.

Também saíram os lucros de Bradesco de R$ 4,1 bilhões e retorno sobre o patrimônio de 18,3, e o de Vale de US$ 2,5 bilhões e redução da alavancagem para 2,5X, contra 4,5X de igual período do ano anterior. Esses dados vão ajudar o mercado hoje. Apesar disso ainda teremos agenda importante para sair que pode modificar os mercados durante a sessão.

Bom dia e bons negócios
Alvaro Bandeira

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