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A semana termina com os mercados financeiros globais sem direção e, em quase todos, os acontecimentos no cenário político acabaram tirando o apetite para o risco.

Predominou também na semana o mercado de urso nas commodities e com o petróleo assustando ao voltar para os US$42,00 o barril. A queda ficou mais acentuada depois da divulgação dos estoques dos Estados Unidos, mergulho de 2,5 milhões de barris na semana passada.

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Na Ásia, os mercados ficaram comportados e só na carona do vai e vem de Wall Street. As preliminares das economias da região ficaram dentro do esperado e sem nenhuma surpresa.

Na Europa, sem indicadores de peso, os mercados ficaram voltados para o cenário político. Lembrando que no dia 23 de junho de 2016, os britânicos decidiram pelo “Sim” para a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit). Uma medida que até hoje é questionada e que já promoveu uma série de discussões, votações e a queda de força da primeira-ministra Theresa May, que abraçou a causa na renúncia de David Cameron no dia seguinte ao Plebiscito. Os atos de terrorismo avançaram no País.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump ficou comedido e não gerou muita polêmica. Na tentativa de desconstruir o legado do ex-presidente, Barack Obama, Trump só suspendeu o acordo dos Estados Unidos com Cuba. Já os índices de Wall Street mantiveram a volatilidade com a agenda fraca.

Por aqui, com o presidente Michel Temer em viagem pela Europa, os senadores surpreenderam com a rejeição do relatório da Reforma Trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Na próxima quarta-feira (28), o texto será lido na Comissão de Cidadania e Justiça (CCJ) do Senado.

De outro lado, a “bola da vez” ficou novamente para a JBS. Joesley Batista prestou novo depoimento à Polícia Federal e seguiu sustentando as afirmações contra os principais políticos do País, principalmente o presidente Temer.

Já no Supremo Tribunal Federal (STF), as votações para definir se o ministro, Edson Fachin, que é relator da Operação Lava Jato, permanecerá à frente do processo da JBS também serão concluídas na quarta-feira. Falando em Lava Jato, a operação segue firme com mais penas, delações e investigações.

Para finalizar, os mercados ficaram voláteis. Os investidores estão preferindo não partir para o risco por conta este “quebra-cabeça da corrupção” que vem sendo montado dia após dia no País. Apatia é a palavra da semana.

ÁSIA

As bolsas de valores asiáticas fecharam sem direção nesta sexta-feira, depois de uma semana volátil e sem grandes indicadores, com os investidores analisando o cenário chinês. As expectativas para medidas no MSCI Inc. para o mercado acionário, com inclusão de dois índices da China, também pesaram.

Ao final da jornada, o índice Asia Dow subiu 0,23% para 3.335. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em queda de 0,02% aos 25.670. O Xangai Composite ficou em alta de 0,33% aos 3.157. Na Índia, o índice Sensex, bolsa de Bombai, ficou em queda de 0,49% aos 31.138. O Nikkei 225, bolsa do Japão, ficou em alta de 0,11% aos 20.132 pontos. O índice Kospi, Coreia do Sul, fechou em alta de 0,35% aos 2.378 pontos. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em queda de 0,19% aos 3.209.

As operações começaram no vermelho depois de rumores de que as autoridades governamentais investigariam investimentos no exterior e empréstimos de companhias nacionais.

Ainda nesta sessão, os papeis do setor de farmacêutico contribuíram para reverter a trajetória de queda.

O dólar estava cotado a 111,21 ienes, mantendo-se próximo à cotação observada ontem no final da tarde.

A estimativa do PMI de Manufatura do Japão está em 52,0 em junho ante os 53,1 em maio. O índice de produção de fabricação está em 52,1 ante os 54,0 de maio. O crescimento é o mais lento por nove meses.

A estimativa aponta ainda que as exportações aumentam e a criação de emprego caiu. Os dados foram coletados entre 12 e 21 de junho pelo Nikkei.

EUROPA

As bolsas da Europa fecharam a última sessão da semana em território negativo, com as ações de energia marcando as piores perdas sob a influência do preço do petróleo. Os números da economia da Zona do Euro, que mesmo em preliminares, despertou a preocupação com números mistos.

Ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,23% aos 387.62, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) recuou 0,46% aos 20.833; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,74% aos 10.630; o DAX 30 (Frankfurt) recuou 0,47% aos 12.733; o FTSE-100 (Londres) caiu 0,20% aos 7.424; o CAC 40 (Paris) recuou 0,30% aos 5.266 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) caiu 0,85% aos 5.200.

As ações permaneceram no vermelho com a estimativa no Markit Economics na leitura do crescimento no setor de produção e serviços da Zona do Euro diminuindo em junho, embora a região esteja passando por seu melhor trimestre de crescimento em seis anos. O índice de saída composto, PMI da Eurozona do flash da Markit, chegou em 55,7 em junho, uma baixa de cinco meses.

O euro EURUSD ficou em alta após os dados, comprado a US $ 1,1195 em comparação com US $ 1,1153 no final desta quinta-feira em Nova York.

O Índice de Petróleo e Gás no Stoxx Europe 600 , SXEP – 0,19%, e queda de 2,1% na semana, a quinta semanal consecutiva.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso na Bolsa de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, com o petróleo reagindo e com os dados da economia doméstica. Declarações dos presidentes regionais dos Federal Reserve também acalmaram os mercados, com a proximidade de reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc).

Ao final, o S&P ficou em alta de 0,16% aos 2.438; o Dow Jones ficou estável aos 21.394; e o Nasdaq em alta de 0,46% aos 6.265.

O comportamento dos preços do petróleo, em mercado de urso, mexeu com os índices globais durante a semana. A estabilidade desta sexta-feira ajudou a manter parte das bolsas em território positivo.

Os preços do petróleo WTI para agosto ficou em alta de 0,87%, a US$ 43,11 o barril na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O S&P subiu embalado pelas empresas de energia e, ao longo da semana, as perdas só não foram maiores porque os ganhos de tecnologia e saúde ampararam o índice. As small caps mantiveram as valorizações.

O dólar caiu pelo terceiro dia, embora não o suficiente e apagando um ligeiro ganho na semana. O rendimento do Tesouro a 10 anos caiu menos de um ponto base nos cinco dias, com as declarações dos membros regionais do Federal Reserve.

Os indicadores da economia doméstica, embora nas estimativas, já sinalizaram resultados mistos para o final de junho.

BRASIL

A volatilidade marcou a semana da bolsa de valores de São Paulo, com o índice principal fechando com desvalorização de 0,88%. Nesta sexta-feira, o índice também manteve o mesmo comportamento e os investidores evitaram grandes negócios. As incertezas na política estão no foco central.

Ao final o índice principal da bolsa brasileira ficou em queda de 0,30% aos 61.087 pontos. O índice de energia elétrica, IEE, ficou em queda de 0,33%. O giro financeiro ficou em R$5,8 bilhões.

“Ninguém estava com apetite para arriscar nada, já que os próximos dias serão decisivos para o presidente Temer, sem ruídos de mercado. Enquanto isso, a apatia tomou conta e só resta esperar”, avaliou o gerente de Bovespa da H. Commcor, Ari Santos.

Hoje, papéis da Eletrobras, Cemig e Petrobras entraram na lista de vendas, com a realização de lucros.

As ações com ganhos
Gerdau PN, alta de 3,63%; Gerdau Met. PN, alta de 3,10%; Usiminas PNA, alta de 4,22%; Estacio Participações ON, alta de 3,43%; e Cosan On, alta de 3,28%.

As ações com perdas
Eletrobras ON, queda de 4,92%; Eletrobras PNB, queda de 3,39%; Cemig PN, queda de 2,66%; Fibria ON, queda de 3,57%; e Klabin UNT, queda de 2,08%.

A Petrobras ON ficou em queda de 1,23% e a PN, queda de 0,91%.

A Vale ON ficou em alta de 0,81% e a PN, alta de 0,28%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Análise por Alvaro Bandeira

Em semana de agenda fraca, os mercados ficaram por conta do comportamento das commodities, alguns indicadores e esperando por notícias relevantes, em especial no Brasil. “O mercado ficou no sobe e desce e aguardando por decisões no compasso para definir o viés. O cenário político, ‘péssimo’, com Temer viajando e sofrendo derrotas como a rejeição do relatório da Reforma Trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais [CAS] do Senado. Além disso, cresce a expectativa sobre uma denúncia de Temer. O que parece é que o mercado está ajustado a esse cenário. A reação só deverá acontecer se uma notícia muito relevante aparecer, caso contrário ficará assim”, destacou Bandeira.

Para a economia, o analista acrescenta que os dados apresentados ao longo da semana foram um pouco mais positivos. “O destaque foi o relatório trimestral de inflação que o BCB divulgou ontem e apontando para o corte de um ponto na Selic já na próxima reunião do Copom. O IPCA apresentado hoje apontou para a deflação, que deve permanecer até o fechamento do mês.”

Já para os mercados internacionais, Bandeira disse que os números das economias mesmo mistos estão mais tranquilos. “Os posicionamentos dos presidentes regionais do Federal Reserve deram mais tranquilidade aos mercados. Mesmo sem o presidente Trump gerando polêmica, as propostas de orçamento e medidas fiscais estão paralisadas o que acaba despertando a cautela para as dificuldades que ele terá para as aprovações. De outro lado, os bancos centrais não mexeram com as políticas monetárias, o que acabou dando alívio. Apenas os preços dos petróleo assustaram. Diante disso tudo, a uma estratégia é esperar”, finalizou o analista-chefe e sócio do ModalMais, Alvaro Bandeira.

Pagam dividendos:Fras-le e Odontoprev.

Moeda

O dólar comercial fechou a semana em alta de 1,60% com influência das incertezas políticas do País.

Nesta sexta-feira, no interbancário, a moeda fechou cotada aos R$3,338 para a compra e R$3,339 para a venda, alta de 0,11%, depois de uma sessão marcada pela volatilidade em todos os mercados.

O euro ficou em R$3,739 para a compra e R$3,742 para a venda, alta de 0,39%.

A libra ficou em R$ 4,251 para a compra e R$4,252 para a venda, alta de 0,32%.

No cenário externo, o índice do ponto do dólar a moeda também segue desvalorizadas.

O índice Bloomberg de Dollar cai 0,3% e fica em alta semanal de 0,2%. O índice de dólar, DXY, ficou em queda de 0,2%.

A libra ficou em alta de 0,4% para US $ 1,2726, comparando a queda desta semana para 0,5%. O euro subiu 0,4% para US $ 1,1200. O iene subiu menos de 0,1% para 111,29 por dólar.

Commodities

Os preços do petróleo WTI para agosto operou em alta de 0,87%, a US$ 43,11 o barril na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 0,39% a US$56,75 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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Os índices de peso na Bolsa de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, com o petróleo reagindo e com os dados da economia doméstica. Declarações dos presidentes regionais dos Federal Reserve também acalmaram os mercados, com a proximidade de reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc).

Ao final, o S&P ficou em alta de 0,16% aos 2.438; o Dow Jones ficou estável aos 21.394; e o Nasdaq em alta de 0,46% aos 6.265.

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O comportamento dos preços do petróleo, em mercado de urso, mexeu com os índices globais durante a semana. A estabilidade desta sexta-feira ajudou a manter parte das bolsas em território positivo.

Os preços do petróleo WTI para agosto ficou em alta de 0,87%, a US$ 43,11 o barril na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O S&P subiu embalado pelas empresas de energia e, ao longo da semana, as perdas só não foram maiores porque os ganhos de tecnologia e saúde ampararam o índice. As small caps mantiveram as valorizações.

O dólar caiu pelo terceiro dia, embora não o suficiente e apagando um ligeiro ganho na semana. O rendimento do Tesouro a 10 anos caiu menos de um ponto base nos cinco dias, com as declarações dos membros regionais do Federal Reserve.

Os indicadores da economia doméstica, embora nas estimativas, já sinalizaram resultados mistos para o final de junho.

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A volatilidade marcou a semana da bolsa de valores de São Paulo, com o índice principal fechando com desvalorização de 0,88%. Nesta sexta-feira, o índice também manteve o mesmo comportamento e os investidores evitaram grandes negócios. As incertezas na política estão no foco central.

Ao final o índice principal da bolsa brasileira ficou em queda de 0,30% aos 61.087 pontos. O índice de energia elétrica, IEE, ficou em queda de 0,33%. O giro financeiro ficou em R$5,8 bilhões.

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“Ninguém estava com apetite para arriscar nada, já que os próximos dias serão decisivos para o presidente Temer, sem ruídos de mercado. Enquanto isso, a apatia tomou conta e só resta esperar”, avaliou o gerente de Bovespa da H. Commcor, Ari Santos.

Hoje, papéis da Eletrobras, Cemig e Petrobras entraram na lista de vendas, com a realização de lucros.

As ações com ganhos
Gerdau PN, alta de 3,63%; Gerdau Met. PN, alta de 3,10%; Usiminas PNA, alta de 4,22%; Estacio Participações ON, alta de 3,43%; e Cosan On, alta de 3,28%.

As ações com perdas
Eletrobras ON, queda de 4,92%; Eletrobras PNB, queda de 3,39%; Cemig PN, queda de 2,66%; Fibria ON, queda de 3,57%; e Klabin UNT, queda de 2,08%.

A Petrobras ON ficou em queda de 1,23% e a PN, queda de 0,91%.

A Vale ON ficou em alta de 0,81% e a PN, alta de 0,28%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Análise por Alvaro Bandeira

Em semana de agenda fraca, os mercados ficaram por conta do comportamento das commodities, alguns indicadores e esperando por notícias relevantes, em especial no Brasil. “O mercado ficou no sobe e desce e aguardando por decisões no compasso para definir o viés. O cenário político, ‘péssimo’, com Temer viajando e sofrendo derrotas como a rejeição do relatório da Reforma Trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais [CAS] do Senado. Além disso, cresce a expectativa sobre uma denúncia de Temer. O que parece é que o mercado está ajustado a esse cenário. A reação só deverá acontecer se uma notícia muito relevante aparecer, caso contrário ficará assim”, destacou Bandeira.

Para a economia, o analista acrescenta que os dados apresentados ao longo da semana foram um pouco mais positivos. “O destaque foi o relatório trimestral de inflação que o BCB divulgou ontem e apontando para o corte de um ponto na Selic já na próxima reunião do Copom. O IPCA apresentado hoje apontou para a deflação, que deve permanecer até o fechamento do mês.”

Já para os mercados internacionais, Bandeira disse que os números das economias mesmo mistos estão mais tranquilos. “Os posicionamentos dos presidentes regionais do Federal Reserve deram mais tranquilidade aos mercados. Mesmo sem o presidente Trump gerando polêmica, as propostas de orçamento e medidas fiscais estão paralisadas o que acaba despertando a cautela para as dificuldades que ele terá para as aprovações. De outro lado, os bancos centrais não mexeram com as políticas monetárias, o que acabou dando alívio. Apenas os preços dos petróleo assustaram. Diante disso tudo, a uma estratégia é esperar”, finalizou o analista-chefe e sócio do ModalMais, Alvaro Bandeira.

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Commodities

Os preços do petróleo WTI para agosto operou em alta de 0,87%, a US$ 43,11 o barril na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 0,39% a US$56,75 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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O dólar comercial fechou a semana em alta de 1,60% com influência das incertezas políticas do País.

Nesta sexta-feira, no interbancário, a moeda fechou cotada aos R$3,338 para a compra e R$3,339 para a venda, alta de 0,11%, depois de uma sessão marcada pela volatilidade em todos os mercados.

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O euro ficou em R$3,739 para a compra e R$3,742 para a venda, alta de 0,39%.

A libra ficou em R$ 4,251 para a compra e R$4,252 para a venda, alta de 0,32%.

No cenário externo, o índice do ponto do dólar a moeda também segue desvalorizadas.

O índice Bloomberg de Dollar cai 0,3% e fica em alta semanal de 0,2%. O índice de dólar, DXY, ficou em queda de 0,2%.

A libra ficou em alta de 0,4% para US $ 1,2726, comparando a queda desta semana para 0,5%. O euro subiu 0,4% para US $ 1,1200. O iene subiu menos de 0,1% para 111,29 por dólar.

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O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi acusado pela mulher, Élida Souza Matos, de violência doméstica. Ela registrou na madrugada de hoje um boletim de ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia de Brasília, quando disse ter sido agredida fisicamente pelo magistrado. Policiais que acompanham o caso informaram à Agência Brasil que Élida, que é dona de casa e mora com Gonzaga há cerca de 10 anos, tinha um machucado na região do olho e foi encaminhada para o Instituto Médico-Legal (IML) para exames.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que disse representar o casal, confirmou o registro do boletim de ocorrência, mas que Élida já fez uma retratação, pedindo o arquivamento do caso. Em nota, ele nega que tenha ocorrido agressão física e que houve um desentendimento do casal com “exasperação de ambos os lados”.

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“Élida já foi à 1ª DP e registrou uma retratação. A ocorrência foi feita no calor dos acontecimentos e ela decidiu que queria apresentar imediatamente a retratação. O ministro Admar inclusive a acompanhou à delegacia”, disse o advogado.

De acordo com o Artigo 16 da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), mesmo que a vítima faça uma retratação, o juiz é a única autoridade competente a admitir a retirada da queixa contra o acusado, o que só pode ser feito após parecer do Ministério Público. Como ministro do TSE tem foro por prerrogativa de função, o caso deverá ser encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Admar Gonzaga foi nomeado para o cargo pelo presidente Michel Temer em março. No início deste mês, ele votou pela absolvição no julgamento em que o PSDB pedia ao TSE a cassação da chapa Dilma-Temer.

As informações são da Ag. Brasil

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O índice de Atividade de Negócios dos Estados Unidos, medido pelo Markit Economics, ajustado pelas influências sazonais, ficou em 54,8% em outubro, alta ante os 52,3% de setembro e acima do teto de 50, pelo oitavo mês consecutivo. Com isso, a leitura  sinalizou uma recuperação robusta na produção do setor de serviços, com a taxa de expansão mais acentuada por quase um ano.

Conforme a análise do Markit, a tendência para a atividade de negócio, alinhada com os últimos dados de pesquisa, revelaram que as novas encomendas retomaram ao ritmo mais forte desde o final de 2015.  As evidências sugerem que a melhoria da confiança entre os clientes tem impulsionado o crescimento de novos negócios, juntamente com novos lançamentos de produtos e iniciativas de marketing bem-sucedidas.

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O aumento robusto e acelerado para o setor de novos trabalhos contribuiu para a acumulação de negócios inacabados nas empresas do setor de serviços emutubro. A taxa de acumulação foi a mais rápida desde março de 2015 e ligeiramente mais forte do que a tendência pós-crise.

O PMI final de produção, ajustado sazonalmente, subiu para 54,9% em outubro, de 52,3% no mês anterior.  A última leitura sinalizou a maior recuperação da produção do setor privado desde novembro de 2015.

Tanto o setor de manufatura quanto o de serviços registraram taxas de expansão mais rápidas em outubro. O crescimento da produção no setor manufatureiro foi o mais rápido em 12 meses (índice de produção em 55,5%).

O ISM  revelou que os 54,8% de outubro, 2,3 pontos percentuais abaixo do valor de 57,1% em setembro, representa um crescimento contínuo do setor não-industrial em um ritmo mais lento.

O Índice de Atividade Não-Industrial diminuiu para 57,7%, 2,6% p.p abaixo do valor de setembro de 60,3%, refletindo o crescimento pelo 87º mês consecutivo, em menor ritmo em outubro de 2007.

O Índice de Novos Pedidos registrou 57,7%, 2,3 p.p para baixo que a leitura de 60% em setembro. A queda de 4,1 pontos percentuais em outubro para 53,1% em relação a setembro foi de 57,2%.

O Índice de Preços subiu 2,6 p.p. em relação à leitura de setembro de 54% para 56,6% indicando os preços aumentaram em outubro pelo sétimo mês consecutivo. Em 13 indústrias, o crescimento para o mês de apresentou um ligeiro arrefecimento indicando que os aumentos em outubro não foram sustentáveis.

De acordo com a pesquisa, os entrevistados estão otimistas sobre as condições de negócios e com a economia geral. Porém, muitos disseram estar preocupados com a incerteza sobre o impacto da próxima eleição presidencial nos Estados Unidos.

 

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Os fabricantes alemães tiveram um início positivo até 2017, com a produção, as novas encomendas e o emprego aumentando a taxas melhores. Como resultado, as condições operacionais gerais se fortaleceram substancialmente.

Os dados são do Índice de Gerentes de Compras de Manufatura Markit , ajustado sazonalmente, que mede o desempenho preliminar da economia industrial para dezembro – subindo para um máximo de três anos de 56,4 em janeiro. Os dados foram apresentados hoje.

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A aceleração do crescimento continuou uma tendência observada no final de 2016 – o índice havia atingido um pico de 35 meses em dezembro (55,6).

Em vários relatórios,  as condições de setores da Alemanha apresentaram melhora nas demanda dos clientes em janeiro. Isto foi reforçado pelos dados, que mostraram que as novas encomendas totais aumentaram na maior medida desde janeiro de 2014.

O crescimento do setor de trabalho novo era evidente, tanto no cenário interno como no exterior, com a medida de novos negócios de exportação subindo em quatro meses.

Empresas monitoradas citam a China, a Rússia e a União Europeia como fontes de novos trabalhos.

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Através de comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) através de Fato Relevante, a JBS disse que o Conselho de Administração deliberou a eleição de José Batista Júnior no cargo de diretor presidente interino e a indicação do Conselheiro, José Batista Sobrinho, fundador da JBS, para a função de Presidente do Conselho de Administração.

José Batista Júnior ocupou o cargo de presidente da JBS por mais de 20 anos e possui profundo conhecimento de todos os negócios do Grupo. “Assumo a JBS com o compromisso de dar continuidade ao crescimento sustentável da Companhia. A JBS possui uma robusta estrutura global e regional de negócios, com executivos de alta qualidade e uma sólida governança”, disse José Batista Júnior.

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A companhia explicou também que as alterações foram promovidas em virtude do recebimento de correspondências enviadas por Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista.

“Conforme decisão proferida pelo Juízo da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, nos autos do processo Wesley Mendonça Batista está temporariamente suspenso do exercício de seus cargos de Diretor Presidente e de Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia e o Joesley Mendonça Batista está temporariamente suspenso do exercício de seu cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia.”

Os dois informaram à companhia que recorrerão da referida decisão.

Operação Greenfield

Os executivos estão sendo investigados na Operação Greenfield da Polícia Federal.
A operação teve como objetivo investigar suspeita de fraude nos fundos de pensão de empresas estatais — Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Postalis (Correios) e Funcef (Caixa Econômica Federal) — com o cumprimento de 127 mandados judiciais em diversos estados.

Com essa decisão, a Eldorado Brasil, braço de celulose e controlada pela empresa de investimentos da família Batista, ficará na responsabilidade de Ricardo Menín Gaertner, que assume o cargo de presidente do Conselho de Administração e como vice-presidente assume Francisco de Assis e Silva.

Há pouco, no Ibovespa as ações da JBS ON estavam em alta de 0,86%.

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Os mercados acionários globais fecharam as últimas sessões da semana divididos, depois que presidente do Federal Reserve Janet Yellen reafirmou nesta sexta-feira a postura do banco central dos Estados Unidos em mexer com as taxas de juros ainda este ano.

A estimativa para uma inflação acima dos 2%, o setor de trabalho ainda mais fortalecido e a indústria produzindo mais são os fatores essenciais para que os membros do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) tomem a decisão deixou claro a chairman do Fed.

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Já no cenário doméstico, as atenções também estão voltadas para a reta final do julgamento de Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Depois do primeiro dia tumultuado, com 16 horas de trabalho, senadores retornaram nesta sexta-feira para ouvir as testemunhas arroladas pela defesa.

A intenção do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda a sessão, é de esticar os trabalhos até que a última testemunha seja ouvida. Na expectativa de ter o domingo para descansar, o ministro está disposto, inclusive, a virar a madrugada de hoje para amanhã.

Já no inicio, Lewandowski fez um apelo aos senadores por mais objetividade, com a lista para questionar a primeira testemunha do dia, o economista, Luiz Gonzaga Belluzzo, constava de 30 nomes.

Porém, nem tudo ocorreu como o previsto. Com mais de duas horas da abertura dos trabalhos, a troca de acusações e o clima tenso fez com que o presidente do STF suspendesse a sessão por cinco minutos, mas o pior veio em seguida.

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL) fez com que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski, antecipasse o horário de almoço em uma hora e meia. O motivo foi a troca de acusações entre Renan e a senadora, Gleisi Hoffmann, que na sessão de ontem disse que “nenhum senador tinha moral para julgar a presidente Dilma Rousseff!”

O presidente do Senado, para surpresa de todos que estão acompanhando a sessão de julgamento final de Dilma, decidiu responder às acusações da senadora, em um clima tenso.

Renan lembrou que Gleisi e o marido, o ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo foram indiciados por corrupção passiva na Operação Lava Jato. Os dois são acusados de receber propina de contratos oriundos da Petrobras.

Renan chegou a afirmar que o Senado estava passando para a sociedade uma imagem de que Lewandowski estava sendo, constitucionalmente, obrigado a “presidir um julgamento em um hospício” e que nenhum dos lados ganharia esta disputa baseada em bate boca político.

“Esta sessão é uma demonstração de que a burrice é infinita. A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer que o Senado não tem condição moral de julgar a presidente”, afirmou.

Foi o suficiente para que os demais senadores aliados a presidente Dilma Rousseff também entrassem na discussão.

O ministro Lewandowski pediu ordem afirmando que teria que “usar o poder de polícia” e suspendeu a sessão. Nesse caso, trata-se do desligamento de microfones e questão de ordem, com até a suspensão da sessão como vem ocorrendo.

Na retomada dos trabalhos, quase duas horas depois, o Senador, Renan Calheiros, divulgou nota sobre sua participação na libertação do ex-ministro e marido de Gleisi, Paulo Bernardo.

Com os ânimos mais calmos, a sessão segue mais tranquila, já que os senadores a favor do Impeachment de Dilma retiraram as inscrições para perguntas às testemunhas como forma de ganhar tempo para que o julgamento termine no prazo previsto, ou seja, na próxima terça-feira (30).

Ainda no começo desta tarde, outra notícia também movimentou o cenário político do País com a Polícia Federal indiciando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais duas pessoas envolvidas na reforma do triplex no Edificio Solaris, Guarujá no litoral sul de São Paulo, e do diretor do Instituto Lula, Paulo Okamoto.

No começo desta noite, os advogados do ex-presidente divulgaram nota através do Instituto Lula sobre a decisão e considerando fato político.

Por outro lado, a equipe do presidente interino, Michel Temer, segue anunciando medidas importantes, tanto para empresas como para os consumidores.

Vale ressaltar que ontem, o BNDES divulgou a prorrogação para dezembro de 2017 para que as empresas obtenham aportes para reativar os negócios, incluindo também as que estão em Recuperação Judicial.

Hoje foi a vez do Banco Central, que publicou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje circular do com novas regras que podem ajudar na recuperação do crédito no país. A partir de 2017, os bancos poderão aceitar novas aplicações financeiras para reduzir o risco de empréstimos. Com menor risco, os bancos poderão oferecer juros menores no futuro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, recuou em 0,03% na terceira prévia de agosto. Na última apuração, a taxa tinha apresentado alta de 0,05%, ante aumento de 0,24% na primeira prévia do mês.

Diante de todo o imbróglio político e com o Fed, a Bovespa manteve mais uma vez a estabilidade no fechamento (Ver abaixo).

O dólar comercial disparou na cesta de moedas, com a fala de Janet Yellen.

ÁSIA

As bolsas asiáticas recuaram nas negociações desta sexta-feira, puxada por ações no Japão e com os investidores mostrando cautela para assumir riscos antes do discurso da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, que pode fornecer pistas sobre quando a maior economia do mundo vai aumentar as taxas de juro.

Em Hong Kong, o Índice MSCI Asia Pacific deslizou 0,5% para 138,25 pontos no fechamento, sua segunda queda semanal e a mais longa sequência de recuos desde junho.
O Índice Topix do Japão afundou 1,3% com o iene negociado a 100,45 por dólar.

Ao final desta jornada, em Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, ficou em alta de 0,41% aos 22.909 pontos. Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai ficou em alta de 0,06% aos 3.070 pontos. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em queda de 0,19% aos 27.782 pontos. E no Japão, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou queda de 1,18% aos 16.360 pontos.

O Topix também perdeu ganhos na semana com as seguradoras e montadoras lideraram as perdas. O iene ganhou força contra o dólar depois que dados mostraram julho mostraram a que os preços ao consumidor caíram 0,5% ante um ano atrás, 0,7%.

EUROPA

As bolsas europeias subiram nesta sexta-feira, o quarto dia da semana, depois que as declarações da presidente do Fed demonstraram o otimismo sobre a recuperação econômica da maior economia do mundo, reiterando também que o banco central terá uma abordagem gradual para elevar os custos dos empréstimos.

Em Londres, o Índice Stoxx Europe 600 subiu 0,5%, apagando um declínio de até 0,3% e com o avanço semanal para 1,1%. Yellen disse que o caso de aumentar as taxas de juros está se aproximando, com a economia dos Estados Unidos se aproximando dos objetivos dos membros do Fed, mas não disse em que data.

Na sexta-feira, o volume de ações mudando de mãos foi de cerca de um terço menor do que a média de 30 dias, antes do feriado Reino Unido na segunda-feira (29).
Todos os grupos de empresas no Stoxx Europe 600 ficaram com ganhos, em especial as mineradoras e energéticas.

Ao final da jornada, em Milão, o índice FTSE-MIB subiu 0,80% aos 16.843 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em alta de 0,70% aos 8.659 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,80% aos 4.441 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,55% aos 10.587 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 ganhou 0,31% aos 6.838 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 avançou 0,43% aos 4.697 pontos.

O sentimento do consumidor na Alemanha- GfK evoluíram positivamente no seu conjunto, em agosto, com os efeitos mais chocante do Brexit de lado. O índice global de clima do consumidor está prevendo 10,2 pontos em setembro, após 10,0 pontos em agosto. As expectativas de renda e propensão a comprar estão melhores, enquanto as expectativas econômicas sofreram ligeiras perdas.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso em Wall Street devolveram os ganhos da abertura da sessão desta sexta-feira, com a apresentação da presidente do Fed em evento do banco em Jackson Hole.

Sem considerar uma data exata, Yellen confirmou a vontade do banco central dos Estados Unidos em mexer com sua política monetária ainda em 2016, considerando que os próximos indicadores terão peso ainda maior na decisão.

A presidente do Fed reafirmou o compromisso de esperar uma elevação da inflação acima dos 2% e com o mercado de trabalho mais fortalecido.

Logo depois das declarações, os investidores voltaram para a aversão ao risco. Ao final, 6,6 bilhões de ações mudaram de mãos na bolsa norte-americana, ou seja, 3% abaixo da média de três meses.

O Dow Jones recuou 0,29% aos 18.395 pontos; o S&P caiu 0,16% aos 2.169 pontos; e Nasdaq ganhou 0,13% aos 5,218 pontos. Mesmo recuados, os índices seguem nas máximas recordes.

Ainda hoje, foi divulgado o PIB norte-americano com aumento anual de 1,1% no segundo trimestre de 2016, de acordo com a “segunda” estimativa divulgada pelo Departamento de Análises Econômicas. No primeiro trimestre, o PIB real aumentou 0,8%. A estimativa do PIB divulgado hoje é baseada em dados de origem mais completos do que estavam disponíveis para a estimativa “avanço”, emitido no mês passado. Na estimativa antecedente, o aumento do PIB real foi de 1,2%.

O déficit comercial diminuiu para um ajuste sazonal de US$ 59,3 bilhões em julho de US$ 64,5 bilhões em junho, informou o Departamento de Comércio norte-americano nesta sexta-feira. Esse foi menor déficit de US $ 62,5 bilhões previsto por economistas consultados pela MarketWatch.

As exportações aumentaram em US$ 2,9 bilhões durante o mês, enquanto as importações diminuíram US$ 2,4 bilhões. Os estoques no atacado foram pouco mudados durante o mês, subindo 0,2%, mais elevados que há um ano, 0,3%. Os estoques de varejo declinaram 0,4% no mês e ficaram em 4,2%, mais elevado do que um ano atrás.

O sentimento do consumidor diminuiu em agosto, com a visão dos americanos de suas finanças pessoais mais fracas, embora isso tenha sido compensado por melhores perspectivas econômicas. A leitura da Universidade Michigan neste mês de agosto caiu para 89,8 de 90,0 em julho. O índice é 2,3% menor do que há um ano.

As atuais condições econômicas do sub-indicador mostra queda de 2 pontos para 107,0, mas permanece superior à 105,1 de um ano atrás.

O índice de expectativas do consumidor subiu para 78,7, de 77,8, mas é inferior ao 83,4 registrado em agosto de 2015.

ARGENTINA

O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou nesta sexta-feira em baixa de 0,86%, aos 15.764,02 pontos.

O giro financeiro do dia totalizou 191,7 milhões de pesos (cerca de US$ 12,6 milhões), com 28 títulos em alta, 34 em baixa e 15 estáveis.

Entre os líderes, só fecharam em alta as ações de San Miguel (2,51%), Tenaris (1,15%) e Edenor (0,40%).

As maiores baixas foram dos títulos de Mirgor (2,41%), BBVA-Banco Francés (1,64%) e Pampa Energia (1,59%).

No mercado de câmbio, o dólar fechou em alta cotado a 14,80 pesos para a compra e 15,20 pesos para a venda.

BRASIL

A Bovespa encerrou a semana com desvalorização de 2,33%, já refletindo a expectativa pela apresentação de Janet Yellen, que é a presidente do banco central dos Estados Unidos.

Nesta sexta-feira, o índice principal da bolsa paulista manteve a estabilidade, comportamento que vem se repetindo neste mês de agosto. Ao final, o Ibovespa estava em 57.716 pontos e montante de R$7,3 bilhões com ações mudando de mãos.

Análise

De acordo com o analista-chefe e sócio da ModalMais, Álvaro Bandeira, a semana foi marcada por esses dois fatores, mas teve como ” vilão” o petróleo.
“O movimento da semana foi marcado por vários fatores, sendo que um deles foi o petróleo, que teve a capacidade de mexer com todos os mercados, inclusive em papéis de peso no índice Bovespa como Petrobras, siderúrgicas e metalúrgicas. Já outras commodities pesaram na Vale. Na questão do quadro político, os ruídos sobre o julgamento do Impeachment, os aumentos dos salários do judiciário pesaram no lado negativo. O positivo ficou para a aprovação do texto da DRU, mas sem esquecer o reajuste dos servidores públicos”, explicou Bandeira referindo-se ao cenário doméstico.

Para o mercado internacional, a apresentação da Janet Yellen também ficou no radar.

“A reunião de Jackson Hole foi bem aguardada ao longo das últimas semanas, em especial a que termina hoje. Os próximos indicadores dos Estados Unidos pesarão na decisão dos membros do Fed. Hoje, por exemplo, o PIB veio fraco, aliás outros também surpreenderam. No Reino Unido veio bem e sem a contaminação do Brexit. Na França, o PIB ficou estagnado e na Espanha para cima, enfim, mostraram alguma reação positiva. Voltando ao dos Estados Unidos, os indicadores que impulsionaram um pouco a economia partiu do setor de serviços e não da indústria, como se esperava. O que se vê é pouca liquidez, muita oscilação e prudência”, avaliou Bandeira e emendando sobre a semana do mercado doméstico: ” Vamos aguardar o ‘after day’ do Impeachment.”

Entre as altas do Ibovespa estavam as ações da Usiminas PNA, alta de 6,55%; Fibria ON, alta de 2,64%; Cyrela Realt ON, alta de 2,05%; JBS ON, alta de 2,24%; e Gerdau Metalúrgica PN, alta de 1,38%.

Na contramão estavam as ações da CESP PNB, queda de 4,45%; Copel PNB, queda de 3,28%; Natura ON, queda de 2,61%; WEG ON, queda de 2,37%; e Vale ON, queda de 2,59%.

Moedas

O dólar comercial encerrou a semana em alta de 2,02%. Na sessão desta sexta-feira na BM&F, a moeda também embalou alta surfando no mercado norte-americano depois que a presidente do Federal Reserve Janet Yellen fez a apresentação no evento do banco em Jacskon Hole.

A chairman do Fed reafirmou que a taxa de juros dos Estados Unidos poderá ser elevada ainda este ano, mas sem definir a data. A economia segue reagindo, com o setor de trabalho, porém o Fed espera uma inflação acima dos 2%.

Ao final, no interbancário, a moeda fechou cotada aos R$3,271 para a compra e R$3,271 para a venda, alta de 1,25%.

O euro fechou em R$3,654 para a compra e R$3,659 para a venda, alta de 0,43%.

Em Frankfurt, o euro era cotado a US$ 1,1275 às 15h GMT (12h de Brasília) desta sexta-feira no mercado de divisas, abaixo do valor da sessão de quinta-feira no mesmo horário, que foi de US$ 1,1281. Já o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,1290.

O Banco Central fez mais uma entrada nesta sexta-feira e ofertou mais 10 mil contratos de swap cambial reverso.
Commodities

O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta sexta-feira em alta de 0,65%, cotado a US$ 47,64 o barril, após as palavras da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, dando a entender que o aumento de juros é um fato.

No final das operações na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em outubro subiram US$ 0,31 em relação ao fechamento anterior.

O petróleo soma seu segundo dia de recuperação, após várias sessões em baixa, devido ao aumento das reservas de petróleo nos EUA.

Durante os primeiros momentos após as palavras de Yellen, que considera que a economia nacional tem força suficiente para assumir uma majoração das taxas de juros, os mercados do petróleo chegaram a subir 2%, embora depois o índice tenha se moderado.

O preço do petróleo também reagiu às informações sobre bombardeios de mísseis iemenitas a petrolíferas da Arábia Saudita.

Os contratos de gasolina para entrega em setembro, os de mais próximo vencimento, subiram US$ 0,01, para US$ 1,51 o galão.

Finalmente, os de gás natural com vencimento nesse mês, ficaram em US$ 2,87 por cada mil pés cúbicos.

O barril de petróleo Brent para entrega em outubro fechou nesta sexta-feira no mercado de futuros de Londres cotado a US$ 49,92, alta de 0,50% em relação ao pregão anterior.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o dia no International Exchange Futures de Londres com alta de US$ 0,25 frente à última negociação, quando fechou a US$ 49,67.

O petróleo emendou sua segunda sessão em alta e hoje chegou a superar a barreira dos US$ 50.

Da mesma forma que o Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve), que subiu hoje 0,65%, o Brent foi afetado pelas palavras da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, dando a entender que haverá em breve uma alta das taxas de juros nos Estados Unidos.

O valor do petróleo do Mar do Norte tem subido desde que no dia 20 de janeiro atingiu um mínimo anual em US$ 27,10, mas ainda está longe dos mais de US$ 110 que registrou no verão de 2014.

No final de setembro os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) terão uma reunião informal na Argélia, dentro do Fórum Internacional de Energia.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao fechou em queda de 3,76% aos US$59,13 a tonelada seca.

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A JBS voltou a anunciar nesta quarta-feira, que Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista foram autorizados pela Justiça Federal a retornar ao exercício de seus respectivos cargos.

A autorização se deu com o acordo firmado entre os acionistas da J&F Investimentos e o Ministério Público Federal, no qual a J&F oferecerá um Seguro-Garantia. O acordo foi homologado pela 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal e teve por consequência a suspensão de todas as medidas cautelares que haviam sido impostas.

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Desta forma, o Conselho de Administração da JBS deliberou em reunião realizada hoje, que Wesley Batista reassume o cargo de Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração e Joesley Batista o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia.

“Agradeço ao meu irmão, José Batista Júnior, por assumir interinamente a presidência da JBS e a todos os nossos acionistas e demais stakeholders pela confiança em nós depositada. Sigo trabalhando junto com os times de liderança global e regional na consolidação da JBS como uma empresa líder global do setor de alimentos”, comentou Wesley Batista.

Com isso, José Vicente Marino e Gilberto Tomazoni voltam para o Conselho de Administração da Alpargatas.

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Mercados mais uma semana afetados basicamente por dois fatores principais. De um lado, o agravamento da crise política interna e, de outro, pela volatilidade nos preços de commodities, especialmente o petróleo que mexe com as ações de Petrobras. Isso acabou afetando a Bovespa, mas mexeu com o dólar que bateu R$ 3,35 e taxa de juros.

No plano político, o presidente Temer passou a semana viajando, mas a crise não foi e ficou fazendo seus estragos no país. O governo “cochilou” e teve rejeitada na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) a Reforma Trabalhista, e isso mostrou a fragilidade da base de apoio, implicando em dificuldades para outras aprovações, inclusive a principal, a da Previdência. Irado com isso, o governo parte para represália aos políticos, o que só deu mais força para o grupo do PSDB que quer se afastar de Temer. Renan Calheiros é que sai fortalecido.

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Já no Judiciário, tivemos a mudança para prisão domiciliar (com tornozeleira) de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, e de outros implicados. O próprio senador teve seu julgamento adiado. Também tivemos lances importantes no STF com julgamento se a JBS ficaria com o relator da Lava Jato, Fachin, e sobre homologação de delações. O chefe da PGR, Rodrigo Janot, por sua vez, segue preparando a denúncia contra o presidente Temer e parece ter armado mais uma arapuca no fatiamento e novo tratamento para políticos envolvidos no Caixa 2 do financiamento de campanhas, mas sem dinheiro de propina.

No plano econômico, o principal evento foi mesmo o anúncio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) indicando postura mais suave do Bacen, e trazendo de volta a possibilidade de redução da Selic em 1,0% na próxima reunião. Porém, as projeções macro seguem muito fracas, exceto no que tange à inflação de dados externos.

Segundo o relatório, a inflação de 2017 está em 3,80%, o PIB segue apontando +0,5% e o PIB industrial melhorou para +0,3%. Em compensação, a formação bruta de capital fixo caiu para -0,6% no ano (anterior em -0,3%), consumo das famílias encolhendo para zero (de +0,5%) e consumo de governo com -0,6% (de +0,2%). Os gastos com juros subiram para US$ 22,5 bilhões e o dólar considerado nas projeções ficou em R$ 3,30. O PIB agropecuário segue salvando o ano com expansão estimada em 9,6% (anterior em +6,4%). O IPCA-15 de junho veio acima do esperado em +0,16%, mas a inflação em 12 meses está em 3,52%, reforçando a queda de juros.

A FGV divulgou que a confiança da indústria caiu em junho para 90,0 pontos (-2,3 pontos), e saldo da balança comercial até a terceira semana de junho era positivo em US$ 3,58 bilhões, acumulando superávit no ano de US$ 32,6 bilhões. A Receita Federal anunciou que a arrecadação de maio foi de R$ 97,7 bilhões, menor que o mês anterior em 17,5%. No ano, a arrecadação está em
R$ 544,5 bilhões, maior em 0,35%. As desonerações do ano montam a R$ 35,2 bilhões. O governo comemorou dados positivos do Caged (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego) em 48,5 mil vagas e o Bacen divulgou o fluxo cambial até 16 de junho negativo no mês em US$ 3,4 bilhões (financeiro com -US$ 5,7 bilhões), mas ainda positivo no ano em US$ 8,4 bilhões.

No segmento internacional, a preocupação com relação aos EUA ficou menos evidente depois de Trump ter detonado os acordos de Obama com Cuba. Na semana, o presidente esteve mais quieto, deixando com seu secretário do Tesouro a tarefa de falar sobre a aprovação do orçamento e elevação do teto da dívida que esperam sejam aprovadas até o final de agosto. No entanto, prosseguem os mistérios sobre a reforma fiscal, guardada a sete chaves. A aprovação do governo Trump é que caiu para o nível mais baixo desde janeiro, ficando em 36%.

Durante a semana, vários presidentes de FEDs regionais falaram quase sempre com viés mais suave sobre escalada dos juros, e querendo observar o comportamento da inflação que gira abaixo da meta. Houve presidente (Kaplan de Dallas) dizendo que era até possível que não houvesse mais elevação nesse ano de 2017. Apesar disso, todos versaram sobre a necessidade de reduzir o tamanho do balanço do FED e alguns se manifestaram favoráveis a começar antes do final do ano e sem correlação com juros.

Em termos de indicadores de conjuntura, tivemos as vendas de imóveis usados crescendo 1,1% em maio (previsto era -0,5%), os pedidos de auxílio desemprego com alta na semana de 3000 posições para 241000, o índice de indicadores antecedentes de maio em alta de 0,3% e o índice de atividade industrial de Kansas subindo para 11 pontos, quando o esperado era 8,0 pontos. O PMI composto caiu para 53,0 pontos em junho e as vendas de casas novas com +2,9% em maio.

Na zona do euro, o índice de confiança do consumidor de junho subiu para -1,3 pontos e o BCE (BC Europeu) segue reafirmando a política de flexibilização monetária como necessária. Mesma postura observada pelo BOE (BC Inglês) de que ainda não é momento de começar a reduzir juros. Na Alemanha, a inflação medida pelo PPI de maio anualizada ficou em 2,8%, Angela Merkel se fortaleceu politicamente e diz que não desistirá de um acordo de livre comércio entre União Europeia e EUA.

No Japão, o presidente do BOJ, Kuroda foi enfático em afirmar a política de distensão monetária, mesmo com a avaliação positiva do governo sobre a economia, situação que não acontecia desde o mês de dezembro. Tivemos PMI (atividade) saindo para diferentes países em junho, todos em desaceleração mais acima de 50 pontos, o que demonstra expansão da atividade.

RESUMO DA SEMANA
IBOVESPA -0,87 (61087) DOW JONES +0,05% NASDAQ +1,85 DÓLAR + 1,52% (R$ 3,341)

PERSPECTIVAS

A tendência da Bovespa seria de acalmar um pouco não fossem as tensões políticas existentes e que só fazem piorar. Podemos acrescer conturbações no segmento de commodities, mais especificamente no petróleo, onde parece não haver consenso entre os membros da OPEP de voltarem a cortar produção para equilibrar preços.

Porém no plano externo, notamos mudanças importantes que fizeram com que os investidores acalmasse. Há expectativas de que economias importantes da zona do euro e Ásia mostrem maior consistência de recuperação, e o que é melhor, com políticas monetárias ainda distensionadas, já que a inflação segue baixa e menor que a meta em quase todos os países.

Nos EUA, Donald Trump saiu um pouco de cena e ajudou na acomodação dos mercados possibilitando que indicadores de bolsa voltassem a bater recordes históricos. Isso se verifica na bolsa de Tóquio em patamares elevados.

Falando de Brasil, a situação segue crítica no que tange ao ambiente político e, isso tem determinado a volatilidade dos mercados e pressões sobre a taxa cambial que voltou a atingir patamar de
R$ 3,35. Porém, temos quadro bastante favorável para a inflação e queda da Selic em 1,0% que na próxima reunião do Copom, voltou ao radar.

Nossa visão é de que os mercados de risco já estariam razoavelmente ajustados para os fatos conhecidos e a tendência dos mercados seguirá o noticiário diário. Significa dizer que se o noticiário político melhorar, os mercados irão junto e vice versa. O problema está na imprevisibilidade, com retaliações de todos os lados entre os poderes e dentro deles, a denúncia que pode atingir mais fortemente o presidente e seus principais assessores e as reforma que entraram em compasso de espera.

Buscando apoio na análise técnica, nossa zona de conforto estaria melhor quando o índice conseguir ultrapassar o patamar acima de 62300 pontos com consistência e acenar com novos objetivos perdido ao redor de 64000 pontos. Apesar disso, seguimos recomendando postura prudente no curto prazo, buscando ajuda em operações com derivativos para minimizar riscos de exposição. Para horizontes temporais mais dilatados para retorno, achamos que existem boas chances de compras de ações de empresas maduras e com boa governança.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais
Fonte: https://www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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O dia está começando com mercados de risco ainda indefinidos, mas com viés negativo para bolsas e positivo para commodities.

Ontem a Bovespa reagiu e conseguiu recuperar parte das perdas recentes com alta de 0,84% e índice novamente em 61272, enquanto o mercado americano operou entre levemente positivo e negativo.

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Petróleo em alta no segmento internacional (ajudando Petrobras) e a divulgação do relatório trimestral de inflação (RTI), ajudaram na melhora do mercado. O RTI do segundo trimestre colocou de volta no radar dos agentes do mercado a probabilidade do Copom reduzir a Selic em 1,0% na próxima reunião, situação que não estava sendo muito cogitada.
Hoje mercados positivos na Ásia, Europa no campo negativo e até aprofundando quedas nesse início de manhã e futuros do mercado americano em queda. Aqui há espaço para a Bovespa seguir recuperando com petróleo em alta, mas investidores vão seguir de olho na crise política.

Na área econômica destaque para o IPCA-15 de junho anunciado pelo IBGE com inflação de 0,16%, pouco acima do esperado de 0,11%, mas mostrando declínio em relação ao indicador anterior de 0,2$%. No ano a inflação está em 1,62% e em 12 meses com 3,52%. Ajudando na queda da inflação alimentos e bebidas, transportes e combustíveis. As pressões inflacionárias vieram de habitação e conta de luz.
Saiu também o IPC-S da terceira quadrissemana de junho com deflação de 0,12%, contra inflação anterior de 0,13%. Certamente temos inflação em declínio o que reforça queda dos juros.

Mesmo com o cénario de queda na inflação os juros dos DIs estão abrindo em alta para vencimentos mais líquidos e o dólar começou em alta, mas já operava em queda de 0,10%, com a moeda americana cotada a R$ 3,336.

Na Bovespa podemos seguir em recuperação e tentar aproximar do patamar de 62300 pontos, quando teríamos maior consistência de movimentos.

Destacamos ainda que os EUA suspenderam temporariamente as importações de carne brasileira in natura, e isso é ruim, pois demoramos muito para abrir esse mercado. Já o STF conseguiu formar maioria e a JBS e negociações de delações vão ficar mesmo com o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato.

No cenário externo tivemos anúncio de índices PMI de atividade industrial para diversos países na preliminar de junho. No geral houve desaceleração, mas ainda assim com expansão da atividade, já que ficaram acima dos 50 pontos. No Japão o PMI industrial de junho caiu para 52,1 pontos, vindo de 53,1 pontos. Na Alemanha queda para 56,1 pontos (anterior em 57,4 pontos), na França queda para 55,3 pontos, com PIB do primeiro trimestre expandindo 0,5%. Na zona do euro PMI de junho em queda para 55,7 pontos

Já na China as importações de petróleo de maio ficaram no segundo maior nível histórico, aproveitando a queda dos preços internacionais para recompor estoques nas refinarias. Na sequencia dos mercados no exterior o petróleo WTI negociado em NY mostrava leve alta de 0,12%, com o barril cotado a US$ 42,79. O euro era transacionado em alta para US$ 1,118 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 2,15%.

Bom dia e bons negócios.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais
Fonte: https://www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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