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No Brasil, a semana estava tranquila até quarta-feira (24), quando manifestantes invadiram Brasília. Os protestos contra as reformas que estão em discussão no Congresso Nacional, a Trabalhista e da Previdência, deram mais prejuízos aos cofres públicos na destruição de salas de ministérios e pelas ruas da capital do País.

Enquanto isso, o presidente Michel Temer segue atravessando um de seus piores momentos da vida pública, com dezenas de pedidos de Impeachment e várias baixas no primeiro escalão.

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A contaminação é por conta das delações premiadas dos donos da JBS, controlada pela J&F Participações, Joesley e Wesley Batista. Os dois e demais executivos ficaram na pauta principal dos noticiários, no radar dos órgãos reguladores das empresas de capital aberto do País e, principalmente, no Supremo Tribunal Federal. Aliás, nesta sexta-feira, Joesley Batista renunciou ao cargo de presidente da JBS.

Entre as baixas do presidente Temer a maior surpresa chegou no final desta tarde, que foi o pedido de demissão da presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, que ocupa o cargo desde maio do ano passado. O novo executivo do mais importante banco de fomento do Brasil será Paulo Rabello de Castro, atual IBGE.

Mesmo alegando problemas pessoais, Maria Silvia foi elogiada em nota pelo Palácio do Planalto. Ruídos dão conta de que a executiva vinha enfrentando dificuldades para desempenhar seu trabalho por pressões de empresários, reclamação geral de trancar projetos e fechar as gavetas para a liberação de dinheiro fácil. Vale ressaltar que o BNDES é um dos financiadores das empresas J&F Participações e está na mira de investigação promovida pela má gestão passada.

Deixando o lado político, os indicadores da semana apontaram para um cenário mais positivo. Os sinais de recuperação em vários setores acabaram alimentando os mercados, com investidores descolando do conflito político e partindo para o risco. O dólar ficou comportado com as atuações do Banco Central do Brasil (BCB) e os juros perderam a força. Aliás, a inflação também recuou, porém, diante dos acontecimentos em Brasília a taxa de juros, Selic, não deverá sofrer um corte significativo. A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), BCB, termina no dia 31.

No cenário externo, sem grandes indicadores, a Europa conviveu com mais um ataque terrorista. Morreram 22 pessoas e outras 59 permanecem em estado grave, depois que um terrorista se explodiu em um show em Manchester, norte da Inglaterra. O País está em alerta máximo e o Estado Islâmico reivindicou o atentado.

Ainda no Velho Continente, indicadores da Alemanha e da França divulgados no começo da semana deram ânimo aos mercados acionários. Os franceses seguem otimistas com a chegada do presidente Emmanuel Macron. Já a primeira-ministra da Alemanha Angela Merkel está fortalecendo a campanha para a eleição em setembro.

Nos Estados Unidos, a expectativa ficou para a ata do Federal Reserve referente a última reunião. O banco central vai seguir com a alta da taxa de juros e considerando o recuo recente da economia dos Estados Unidos como transitória.

Na Ásia, a agência de classificação de risco, Moody’s, surpreendeu ao rebaixar a nota de crédito da China depois de três anos. Não surtiu efeito e os investidores seguiram arriscando.

Ainda por aqui, a Moody’s também colocou a nota do Brasil em observação.

Ao final de tudo, o Ibovespa fechou a semana em alta, o dólar recuou nesta sessão e os juros recuaram.

ÁSIA

As bolsas de Valores da Ásia fecharam sem direção única nesta sexta-feira, com os investidores digerindo o comportamento dos mercados norte-americanos. Os preços do petróleo e a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) em não cortar ainda mais a produção, mas de elevar o programa até março de 2018.

Ao final da jornada, o índice Asia Dow ficou em queda de 0,14% aos 3.321. O Xangai ficou em alta de 0,07% aos 3.110. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em alta de 0,03% aos 25.639. Na Índia, o índice Sensex, bolsa de Bombai, ficou em alta de 0,90% aos 31.028. O Nikkei 225, bolsa do Japão, ficou em queda de 0,64% aos 19.686 pontos. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou em alta de 0,53% aos 2.355 pontos. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em queda de 0,46% aos 3.219.

Na Ásia a agenda estava vazia.

EUROPA

As bolsas de valores fecharam com perdas nesta sexta-feira, com as atenções para o comportamento dos preços do petróleo e para a decisão da OPEP.

Ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,20% aos 391.35, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,38% aos 21.210; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda 0,31% aos 10.904; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,15% aos 12.602; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,40% aos 7.547; o CAC 40 subiu 0,01% aos 5.336 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) recuou 0,35% aos 5.226.

Na Europa não foram apresentados indicadores.

ESTADOS UNIDOS

A bolsa de Nova York fechou em alta nesta sexta-feira, com os investidores analisando os dados econômicos apresentados hoje. Além disso, as compras ocorreram por conta do feriado Memorial Day, homenagem aos mortos e também aos soldados.

Ao final da jornada, o S&P ficou em alta de 0,03% aos 2.415; o Dow Jones ficou estável aos 21.080; e o Nasdaq em alta de 0,08% aos 6.210.

O S&P flutuou entre perdas e ganhos, mantendo a alta por sete dias, impulsionado pelos ganhos nos estoques de bens de consumo e materiais. Enquanto o setor imobiliário caiu 0,7%, pesando sobre o indicador de mercado. Já o dólar avançou com o resultado do PIB dos Estados Unidos apresentado hoje.

O comércio composto total de 5,2 bilhões de ações marcou o menor volume de 2017, de acordo com dados da Dow Jones.

A Nasdaq segue em recordes.

Os dados de hoje, pelo segundo mês consecutivo, mostraram que as encomendas ficaram estagnadas para os negócios de equipamentos em abril e indicando que o investimento em bens de capital poderia desacelerar no segundo trimestre, compensando os ganhos semanais em ações norte-americanas.

O Brent, petróleo de referência negociado em Londres, ficou abaixo de US$ 50,00 o barril, quando os investidores britânicos despertando para os riscos da eleição, depois que uma votação mostrou que a ligação conservadora do partido estreitou depois do ataque de Manchester nesta segunda-feira.

BRASIL

A bolsa de valores de São Paulo manteve a alta na semana de 2,30%. Apesar do cenário político fragilizado, os investidores descolaram e partiram para o risco. As ações de peso ao logo dos últimos pregões ficaram para a Petrobras, bancos, siderúrgicas, elétricas e também para os papéis da JBS.

As principais commodities, como minério de ferro e petróleo, tiveram uma semana de preços negativos. O preço do WTI recuou mais de 5% nesta quinta-feira e o minério de ferro negociado na China marcou queda hoje em mais de 3%.

Ao final da jornada de hoje, o Ibovespa ficou em alta de 1,36% aos 64.085 pontos. O volume de negócios ficou em R$8,7 bilhões. O IEE, índice de energia elétrica, disparou em 1,41%.

As ações com ganhos
Natura ON, alta de 3,69%; RaiaDrogasil ON, alta de 4,89%; Eletrobras ON, alta de 3,65%; Brasil ON, alta de 4,15%; e Pão de Açúcar PN, alta de 3,19%.

As ações com perdas
JBS ON, queda de 6,09%; Klabin UNT, queda de 2,01%; Equatorial ON, queda de 1,06%; Embraer ON, queda de 1,67%; e Fibria ON, queda de 1,16%.

A Vale ON ficou em alta de 0,58% e a PN, queda de 0,57%.
A Petrobras ON ficou em alta de 0,62% e a PN, queda de 0,44%.

Análise Alvaro Bandeira

A semana foi bem movimentada pelo lado político, enquanto os números da economia deram certo conforto aos mercados. “O que nós acompanhamos no cenário político foi muita confusão, considerando também as manifestações violentas em Brasília e no Rio de Janeiro. Podemos destacar dois pontos importantes. O primeiro diz respeito a postura do ministro, Henrique Meirelles [Fazenda], que fez questão de reafirmar a política de investimentos, programa de infraestrutura e as reformas. Já de outro lado, o que considero de muito eficiente, foram as decisões do Banco Central e do Tesouro na suspensão de leilões e mantendo os mercados calmos. Atuaram de forma eficaz e mostrando que as instituições estão agindo como os demais bancos ao redor do mundo, principalmente como Federal Reserve, com decisões próprias”, avaliou Bandeira.

Para o desempenho dos mercados, o analista-chefe da ModalMais disse que foi um momento interessante. “A bolsa subiu, o dólar e os juros caíram foi ‘uma brisa de otimismo’ soprada pelo BC, Tesouro e os dados econômicos contidos no Boletim Focus. Porém, para essa semana o Focus poderá não trazer tanto otimismo como da última edição”, explicou.
Sobre as votações no Congresso Nacional, como as reformas da Previdência e Trabalhista, Bandeira acredita que a oposição vai trancar a pauta. “Sabemos que a oposição está forte e que o desfecho para o destino político de Michel Temer será rápido, já que o dia 06 está próximo e é muito provável a impugnação da chapa Dilma-Temer. Mas não dá para afirmar.”

Para finalizar, o cenário externo foi mais tranquilo para os mercados. “Donald Trump não gerou polêmica, os membros regionais do Fed sinalizaram para as taxas de juros para cima, considerando também o balanço do banco central. O PIB veio bem, os demais indicadores ficaram em linha, como os PMIs. A bolsa americana fechou em recordes, mesmo com os preços do petróleo assustando um pouco. E na Europa, os índices ficaram em alta e as principais economias fortalecidas, como Alemanha, Espanha e França. Com tudo isso, a semana promete ser muita volatilidade no mercado interno e muitas discussões no lado político”, finalizou o analista-chefe e sócio da ModalMais, Alvaro Bandeira.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Moedas

O dólar comercial fechou a semana em ligeira alta, 0,25%, com atuações do Banco Central do Brasil (BCB) em leilões de swap cambial tradicional.

Ao final da jornada desta sexta-feira, a moeda ficou cotada aos R$3,264 para a compra e R$3,265 para a venda, queda de 0,54%.

O euro ficou em R$3,645 para a compra e R$3,646 para a compra.

A libra ficou em R$4,173 para a compra e R$4, 174 para a venda, queda de 1,52%.

“A atuação do BBC e do Tesouro Nacional, com as suspensões de leilões em dias críticos, foram eficientes e demonstraram a independência do cenário político”, considerou o analista-chefe e sócio da ModalMais, Alvaro Bandeira. Nesta sexta-feira, a autoridade monetária não fez intervenção no câmbio.

No cenário externo, O índice Bloomberg Dollar Spot Index subiu 0,1%, depois de cair tanto como 0,2%. Na semana a moeda ficou em alta de 0,1%.

A libra deslizou 1,2% a $ 1.2793.

O iene subiu 0,6% para 111,198 por dólar, depois de cair 0,3% na quinta-feira.

O euro caiu 0,3% para US $ 1,1175.

Commodities

O petróleo WTI com contratos para junho negociados nos Estados Unidos ficou em alta de 1,56% aos US$49,76.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 3,87% a US$57,91 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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O Conselho de Administração da JBS decidiu pelo nome de Tarek Farahat, que é membro deste Conselho, para ocupar o cargo de presidente em substituição a Joesley Batista, que renunciou à sua posição e nos quais participava.

Tarek Farahat possui 26 anos de experiência na Procter & Gamble (P&G), tendo ocupado cargos em várias regiões do mundo, como Oriente Médio, Europa e América Latina. De 2006 a 2012 foi presidente da P&G do Brasil. Em 2012, foi eleito presidente para América Latina e membro do conselho executivo da P&G mundial. Ele é membro do Conselho de Administração da JBS desde 2013 e passou a atuar como Presidente Global de Marketing e Inovação da Companhia em 2015.

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Nesta mesma reunião, José Batista Sobrinho foi eleito por unanimidade para a vice-Presidência do Conselho.

O conselho deliberou também a criação de um Comitê de Governança que será liderado por Tarek Farahat e terá como objetivo implementar as melhores práticas globais em governança corporativa e compliance na Companhia.

“Governança é minha maior prioridade, com foco em ganhar confiança do mercado e proteger as 235 mil famílias que fazem parte da JBS. Há um grande trabalho a ser feito para reconstruir a confiança dos nossos stakeholders”, afirma Tarek Farahat.
“Continuamos focados em oferecer aos nossos clientes produtos e serviços da mais alta qualidade, mantendo nossa estreita relação de parceria com nossos fornecedores e clientes, e apoiando os nossos mais de 235 mil colaboradores em todo o mundo”, acrescentou Tarek Farahat.

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O economista, Paulo Rabello de Castro, deverá assumir nos próximos dias a presidência do BNDES no lugar de Maria Silvia Bastos Marques, que pediu pessoalmente demissão ao presidente Miche Temer. Paulo Rabello de Castro vem do IBGE, que é doutor em economia pela Universidade de Chicago, aceitou o pedido do presidente.

Maria Silvia, que é mestre e doutora em economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV), estava no cargo desde maio do ano passado.

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Já o Palácio do Planalto divulgouo nota agradecendo o trabalho realizado pela economista classificando sua conduta como “honesta, competente e séria”. A Presidência frisou ainda que Maria Silvia “despolitizou” a relação do banco com as empresas.

“Seu trabalho honrou o governo e moralizou um setor estratégico para o país, despolitizando a relação com o setor empresarial e elegendo critérios profissionais e técnicos para a escolha de projetos a serem contemplados com financiamentos oriundos de recursos públicos. Deixará como legado um modelo a ser seguido em toda máquina pública”, disse a nota.

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A agência de classificação de risco Moody’s revisou para baixo a perspectiva da nota da dívida pública brasileira. A nota de crédito soberano do país foi mantida dois níveis abaixo do grau de investimento (garantia de que o país não corre risco de dar calote), mas com perspectiva negativa, o que indica que a classificação pode ser alterada para baixo na próxima revisão.

Em comunicado divulgado no fim da tarde desta sexta-feira, a agência citou o aumento da instabilidade política como justificativa para a decisão. Segundo a Moody’s, a crise política pode atrasar a aprovação de reformas estruturais, como a da Previdência Social, que, na visão da agência, ajudarão na recuperação da economia brasileira.

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“Independentemente de seu desfecho, a crise política que emergiu no Brasil na última semana provavelmente debilitará a agenda de reformas do governo e comprometerá a aprovação de reformas futuras, incluindo a da Previdência. Isso provavelmente impactará negativamente a confiança do investidor e levará ao aumento da volatilidade nos mercados, ameaçando o momento macroeconômico positivo observado desde o início da agenda de reformas”, destacou o comunicado.

Apesar de citar os riscos políticos, o relatório da Moody’s destacou o tamanho e a diversidade da economia brasileira como pontos vantajosos para o país. O documento também mencionou o elevado nível de reservas internacionais, US$ 377 bilhões, como fator que reduz a vulnerabilidade externa do país, diminuindo o risco de fuga de capitais estrangeiros.

Outras agências

Em março, a Moody’s tinha elevado a perspectiva da nota da dívida brasileira de negativa para estável. Na ocasião, a agência tinha mencionado que a queda da inflação e a recuperação da economia estavam ajudando a conter o crescimento da dívida pública.

Na semana passada, outra agência de classificação de risco, a Standard & Poor’s, também tinha reduzido, de estável para negativa, a perspectiva da dívida brasileira. Já a Fitch manteve o país dois níveis abaixo do grau de investimento com perspectiva negativa. Ao contrário das outras duas agências, a Fitch não tinha chegado a elevar a perspectiva da nota brasileira no início deste ano.

Ministério da Fazenda

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que continua empenhado na aprovação das reformas e que continua as negociações com o Congresso Nacional. “O Ministério da Fazenda reafirma seu compromisso com a continuidade da implementação da agenda de reformas estruturais necessárias à recuperação econômica. Nesse sentido, destaca os resultados positivos obtidos por meio da manutenção de intenso diálogo e coordenação com o Congresso Nacional, sinalizando o empenho para o alcance da estabilidade da política brasileira”, destacou o comunicado.

Com Ag. Brasil

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A bolsa de Nova York fechou em alta nesta sexta-feira, com os investidores analisando os dados econômicos apresentados hoje.Além disso, as compras ocorreram por conta do feriado Memorial Day, homenagem aos mortos e também as soldados.

Ao final da jornada, o S&P ficou em alta de 0,035 aos 2.415; o Dow Jones ficou estável aos 21.080; e o Nasdaq em alta de 0,08% aos 6.210.

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O S&P flutuou entre perdas e ganhos, mantendo a alta por sete dias, impulsionado pelos ganhos nos estoques de bens de consumo e materiais. Enquanto o setor imobiliário caiu 0,7%, pesando sobre o indicador de mercado. Já o dólar avançou com o resultado do PIB dos Estados Unidos apresentado hoje.

O comércio composto total de 5,2 bilhões de ações marcou o menor volume de 2017, de acordo com dados da Dow Jones.

A Nasdaq segue em recordes.

Os dados de hoje, pelo segundo mês consecutivo, mostraram que as encomendas ficaram estagnadas para os negócios de equipamentos em abril e indicando que o investimento em bens de capital poderia desacelerar no segundo trimestre, compensando os ganhos semanais em ações norte-americanas.

O Brent,petróleo de referência negociado em Londres, ficou abaixo de US$ 50,00 o barril, quando os investidores britânicos despertando para os riscos da eleição, depois que uma votação mostrou que a ligação conservadora do partido estreitou depois do ataque de Manchester nesta segunda-feira.

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O índice de Atividade de Negócios dos Estados Unidos, medido pelo Markit Economics, ajustado pelas influências sazonais, ficou em 54,8% em outubro, alta ante os 52,3% de setembro e acima do teto de 50, pelo oitavo mês consecutivo. Com isso, a leitura  sinalizou uma recuperação robusta na produção do setor de serviços, com a taxa de expansão mais acentuada por quase um ano.

Conforme a análise do Markit, a tendência para a atividade de negócio, alinhada com os últimos dados de pesquisa, revelaram que as novas encomendas retomaram ao ritmo mais forte desde o final de 2015.  As evidências sugerem que a melhoria da confiança entre os clientes tem impulsionado o crescimento de novos negócios, juntamente com novos lançamentos de produtos e iniciativas de marketing bem-sucedidas.

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O aumento robusto e acelerado para o setor de novos trabalhos contribuiu para a acumulação de negócios inacabados nas empresas do setor de serviços emutubro. A taxa de acumulação foi a mais rápida desde março de 2015 e ligeiramente mais forte do que a tendência pós-crise.

O PMI final de produção, ajustado sazonalmente, subiu para 54,9% em outubro, de 52,3% no mês anterior.  A última leitura sinalizou a maior recuperação da produção do setor privado desde novembro de 2015.

Tanto o setor de manufatura quanto o de serviços registraram taxas de expansão mais rápidas em outubro. O crescimento da produção no setor manufatureiro foi o mais rápido em 12 meses (índice de produção em 55,5%).

O ISM  revelou que os 54,8% de outubro, 2,3 pontos percentuais abaixo do valor de 57,1% em setembro, representa um crescimento contínuo do setor não-industrial em um ritmo mais lento.

O Índice de Atividade Não-Industrial diminuiu para 57,7%, 2,6% p.p abaixo do valor de setembro de 60,3%, refletindo o crescimento pelo 87º mês consecutivo, em menor ritmo em outubro de 2007.

O Índice de Novos Pedidos registrou 57,7%, 2,3 p.p para baixo que a leitura de 60% em setembro. A queda de 4,1 pontos percentuais em outubro para 53,1% em relação a setembro foi de 57,2%.

O Índice de Preços subiu 2,6 p.p. em relação à leitura de setembro de 54% para 56,6% indicando os preços aumentaram em outubro pelo sétimo mês consecutivo. Em 13 indústrias, o crescimento para o mês de apresentou um ligeiro arrefecimento indicando que os aumentos em outubro não foram sustentáveis.

De acordo com a pesquisa, os entrevistados estão otimistas sobre as condições de negócios e com a economia geral. Porém, muitos disseram estar preocupados com a incerteza sobre o impacto da próxima eleição presidencial nos Estados Unidos.

 

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Através de comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) através de Fato Relevante, a JBS disse que o Conselho de Administração deliberou a eleição de José Batista Júnior no cargo de diretor presidente interino e a indicação do Conselheiro, José Batista Sobrinho, fundador da JBS, para a função de Presidente do Conselho de Administração.

José Batista Júnior ocupou o cargo de presidente da JBS por mais de 20 anos e possui profundo conhecimento de todos os negócios do Grupo. “Assumo a JBS com o compromisso de dar continuidade ao crescimento sustentável da Companhia. A JBS possui uma robusta estrutura global e regional de negócios, com executivos de alta qualidade e uma sólida governança”, disse José Batista Júnior.

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A companhia explicou também que as alterações foram promovidas em virtude do recebimento de correspondências enviadas por Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista.

“Conforme decisão proferida pelo Juízo da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, nos autos do processo Wesley Mendonça Batista está temporariamente suspenso do exercício de seus cargos de Diretor Presidente e de Vice-Presidente do Conselho de Administração da Companhia e o Joesley Mendonça Batista está temporariamente suspenso do exercício de seu cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia.”

Os dois informaram à companhia que recorrerão da referida decisão.

Operação Greenfield

Os executivos estão sendo investigados na Operação Greenfield da Polícia Federal.
A operação teve como objetivo investigar suspeita de fraude nos fundos de pensão de empresas estatais — Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Postalis (Correios) e Funcef (Caixa Econômica Federal) — com o cumprimento de 127 mandados judiciais em diversos estados.

Com essa decisão, a Eldorado Brasil, braço de celulose e controlada pela empresa de investimentos da família Batista, ficará na responsabilidade de Ricardo Menín Gaertner, que assume o cargo de presidente do Conselho de Administração e como vice-presidente assume Francisco de Assis e Silva.

Há pouco, no Ibovespa as ações da JBS ON estavam em alta de 0,86%.

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Os mercados acionários globais fecharam as últimas sessões da semana divididos, depois que presidente do Federal Reserve Janet Yellen reafirmou nesta sexta-feira a postura do banco central dos Estados Unidos em mexer com as taxas de juros ainda este ano.

A estimativa para uma inflação acima dos 2%, o setor de trabalho ainda mais fortalecido e a indústria produzindo mais são os fatores essenciais para que os membros do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) tomem a decisão deixou claro a chairman do Fed.

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Já no cenário doméstico, as atenções também estão voltadas para a reta final do julgamento de Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Depois do primeiro dia tumultuado, com 16 horas de trabalho, senadores retornaram nesta sexta-feira para ouvir as testemunhas arroladas pela defesa.

A intenção do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda a sessão, é de esticar os trabalhos até que a última testemunha seja ouvida. Na expectativa de ter o domingo para descansar, o ministro está disposto, inclusive, a virar a madrugada de hoje para amanhã.

Já no inicio, Lewandowski fez um apelo aos senadores por mais objetividade, com a lista para questionar a primeira testemunha do dia, o economista, Luiz Gonzaga Belluzzo, constava de 30 nomes.

Porém, nem tudo ocorreu como o previsto. Com mais de duas horas da abertura dos trabalhos, a troca de acusações e o clima tenso fez com que o presidente do STF suspendesse a sessão por cinco minutos, mas o pior veio em seguida.

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL) fez com que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski, antecipasse o horário de almoço em uma hora e meia. O motivo foi a troca de acusações entre Renan e a senadora, Gleisi Hoffmann, que na sessão de ontem disse que “nenhum senador tinha moral para julgar a presidente Dilma Rousseff!”

O presidente do Senado, para surpresa de todos que estão acompanhando a sessão de julgamento final de Dilma, decidiu responder às acusações da senadora, em um clima tenso.

Renan lembrou que Gleisi e o marido, o ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo foram indiciados por corrupção passiva na Operação Lava Jato. Os dois são acusados de receber propina de contratos oriundos da Petrobras.

Renan chegou a afirmar que o Senado estava passando para a sociedade uma imagem de que Lewandowski estava sendo, constitucionalmente, obrigado a “presidir um julgamento em um hospício” e que nenhum dos lados ganharia esta disputa baseada em bate boca político.

“Esta sessão é uma demonstração de que a burrice é infinita. A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer que o Senado não tem condição moral de julgar a presidente”, afirmou.

Foi o suficiente para que os demais senadores aliados a presidente Dilma Rousseff também entrassem na discussão.

O ministro Lewandowski pediu ordem afirmando que teria que “usar o poder de polícia” e suspendeu a sessão. Nesse caso, trata-se do desligamento de microfones e questão de ordem, com até a suspensão da sessão como vem ocorrendo.

Na retomada dos trabalhos, quase duas horas depois, o Senador, Renan Calheiros, divulgou nota sobre sua participação na libertação do ex-ministro e marido de Gleisi, Paulo Bernardo.

Com os ânimos mais calmos, a sessão segue mais tranquila, já que os senadores a favor do Impeachment de Dilma retiraram as inscrições para perguntas às testemunhas como forma de ganhar tempo para que o julgamento termine no prazo previsto, ou seja, na próxima terça-feira (30).

Ainda no começo desta tarde, outra notícia também movimentou o cenário político do País com a Polícia Federal indiciando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais duas pessoas envolvidas na reforma do triplex no Edificio Solaris, Guarujá no litoral sul de São Paulo, e do diretor do Instituto Lula, Paulo Okamoto.

No começo desta noite, os advogados do ex-presidente divulgaram nota através do Instituto Lula sobre a decisão e considerando fato político.

Por outro lado, a equipe do presidente interino, Michel Temer, segue anunciando medidas importantes, tanto para empresas como para os consumidores.

Vale ressaltar que ontem, o BNDES divulgou a prorrogação para dezembro de 2017 para que as empresas obtenham aportes para reativar os negócios, incluindo também as que estão em Recuperação Judicial.

Hoje foi a vez do Banco Central, que publicou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje circular do com novas regras que podem ajudar na recuperação do crédito no país. A partir de 2017, os bancos poderão aceitar novas aplicações financeiras para reduzir o risco de empréstimos. Com menor risco, os bancos poderão oferecer juros menores no futuro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, recuou em 0,03% na terceira prévia de agosto. Na última apuração, a taxa tinha apresentado alta de 0,05%, ante aumento de 0,24% na primeira prévia do mês.

Diante de todo o imbróglio político e com o Fed, a Bovespa manteve mais uma vez a estabilidade no fechamento (Ver abaixo).

O dólar comercial disparou na cesta de moedas, com a fala de Janet Yellen.

ÁSIA

As bolsas asiáticas recuaram nas negociações desta sexta-feira, puxada por ações no Japão e com os investidores mostrando cautela para assumir riscos antes do discurso da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, que pode fornecer pistas sobre quando a maior economia do mundo vai aumentar as taxas de juro.

Em Hong Kong, o Índice MSCI Asia Pacific deslizou 0,5% para 138,25 pontos no fechamento, sua segunda queda semanal e a mais longa sequência de recuos desde junho.
O Índice Topix do Japão afundou 1,3% com o iene negociado a 100,45 por dólar.

Ao final desta jornada, em Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, ficou em alta de 0,41% aos 22.909 pontos. Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai ficou em alta de 0,06% aos 3.070 pontos. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em queda de 0,19% aos 27.782 pontos. E no Japão, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou queda de 1,18% aos 16.360 pontos.

O Topix também perdeu ganhos na semana com as seguradoras e montadoras lideraram as perdas. O iene ganhou força contra o dólar depois que dados mostraram julho mostraram a que os preços ao consumidor caíram 0,5% ante um ano atrás, 0,7%.

EUROPA

As bolsas europeias subiram nesta sexta-feira, o quarto dia da semana, depois que as declarações da presidente do Fed demonstraram o otimismo sobre a recuperação econômica da maior economia do mundo, reiterando também que o banco central terá uma abordagem gradual para elevar os custos dos empréstimos.

Em Londres, o Índice Stoxx Europe 600 subiu 0,5%, apagando um declínio de até 0,3% e com o avanço semanal para 1,1%. Yellen disse que o caso de aumentar as taxas de juros está se aproximando, com a economia dos Estados Unidos se aproximando dos objetivos dos membros do Fed, mas não disse em que data.

Na sexta-feira, o volume de ações mudando de mãos foi de cerca de um terço menor do que a média de 30 dias, antes do feriado Reino Unido na segunda-feira (29).
Todos os grupos de empresas no Stoxx Europe 600 ficaram com ganhos, em especial as mineradoras e energéticas.

Ao final da jornada, em Milão, o índice FTSE-MIB subiu 0,80% aos 16.843 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em alta de 0,70% aos 8.659 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,80% aos 4.441 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,55% aos 10.587 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 ganhou 0,31% aos 6.838 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 avançou 0,43% aos 4.697 pontos.

O sentimento do consumidor na Alemanha- GfK evoluíram positivamente no seu conjunto, em agosto, com os efeitos mais chocante do Brexit de lado. O índice global de clima do consumidor está prevendo 10,2 pontos em setembro, após 10,0 pontos em agosto. As expectativas de renda e propensão a comprar estão melhores, enquanto as expectativas econômicas sofreram ligeiras perdas.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso em Wall Street devolveram os ganhos da abertura da sessão desta sexta-feira, com a apresentação da presidente do Fed em evento do banco em Jackson Hole.

Sem considerar uma data exata, Yellen confirmou a vontade do banco central dos Estados Unidos em mexer com sua política monetária ainda em 2016, considerando que os próximos indicadores terão peso ainda maior na decisão.

A presidente do Fed reafirmou o compromisso de esperar uma elevação da inflação acima dos 2% e com o mercado de trabalho mais fortalecido.

Logo depois das declarações, os investidores voltaram para a aversão ao risco. Ao final, 6,6 bilhões de ações mudaram de mãos na bolsa norte-americana, ou seja, 3% abaixo da média de três meses.

O Dow Jones recuou 0,29% aos 18.395 pontos; o S&P caiu 0,16% aos 2.169 pontos; e Nasdaq ganhou 0,13% aos 5,218 pontos. Mesmo recuados, os índices seguem nas máximas recordes.

Ainda hoje, foi divulgado o PIB norte-americano com aumento anual de 1,1% no segundo trimestre de 2016, de acordo com a “segunda” estimativa divulgada pelo Departamento de Análises Econômicas. No primeiro trimestre, o PIB real aumentou 0,8%. A estimativa do PIB divulgado hoje é baseada em dados de origem mais completos do que estavam disponíveis para a estimativa “avanço”, emitido no mês passado. Na estimativa antecedente, o aumento do PIB real foi de 1,2%.

O déficit comercial diminuiu para um ajuste sazonal de US$ 59,3 bilhões em julho de US$ 64,5 bilhões em junho, informou o Departamento de Comércio norte-americano nesta sexta-feira. Esse foi menor déficit de US $ 62,5 bilhões previsto por economistas consultados pela MarketWatch.

As exportações aumentaram em US$ 2,9 bilhões durante o mês, enquanto as importações diminuíram US$ 2,4 bilhões. Os estoques no atacado foram pouco mudados durante o mês, subindo 0,2%, mais elevados que há um ano, 0,3%. Os estoques de varejo declinaram 0,4% no mês e ficaram em 4,2%, mais elevado do que um ano atrás.

O sentimento do consumidor diminuiu em agosto, com a visão dos americanos de suas finanças pessoais mais fracas, embora isso tenha sido compensado por melhores perspectivas econômicas. A leitura da Universidade Michigan neste mês de agosto caiu para 89,8 de 90,0 em julho. O índice é 2,3% menor do que há um ano.

As atuais condições econômicas do sub-indicador mostra queda de 2 pontos para 107,0, mas permanece superior à 105,1 de um ano atrás.

O índice de expectativas do consumidor subiu para 78,7, de 77,8, mas é inferior ao 83,4 registrado em agosto de 2015.

ARGENTINA

O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou nesta sexta-feira em baixa de 0,86%, aos 15.764,02 pontos.

O giro financeiro do dia totalizou 191,7 milhões de pesos (cerca de US$ 12,6 milhões), com 28 títulos em alta, 34 em baixa e 15 estáveis.

Entre os líderes, só fecharam em alta as ações de San Miguel (2,51%), Tenaris (1,15%) e Edenor (0,40%).

As maiores baixas foram dos títulos de Mirgor (2,41%), BBVA-Banco Francés (1,64%) e Pampa Energia (1,59%).

No mercado de câmbio, o dólar fechou em alta cotado a 14,80 pesos para a compra e 15,20 pesos para a venda.

BRASIL

A Bovespa encerrou a semana com desvalorização de 2,33%, já refletindo a expectativa pela apresentação de Janet Yellen, que é a presidente do banco central dos Estados Unidos.

Nesta sexta-feira, o índice principal da bolsa paulista manteve a estabilidade, comportamento que vem se repetindo neste mês de agosto. Ao final, o Ibovespa estava em 57.716 pontos e montante de R$7,3 bilhões com ações mudando de mãos.

Análise

De acordo com o analista-chefe e sócio da ModalMais, Álvaro Bandeira, a semana foi marcada por esses dois fatores, mas teve como ” vilão” o petróleo.
“O movimento da semana foi marcado por vários fatores, sendo que um deles foi o petróleo, que teve a capacidade de mexer com todos os mercados, inclusive em papéis de peso no índice Bovespa como Petrobras, siderúrgicas e metalúrgicas. Já outras commodities pesaram na Vale. Na questão do quadro político, os ruídos sobre o julgamento do Impeachment, os aumentos dos salários do judiciário pesaram no lado negativo. O positivo ficou para a aprovação do texto da DRU, mas sem esquecer o reajuste dos servidores públicos”, explicou Bandeira referindo-se ao cenário doméstico.

Para o mercado internacional, a apresentação da Janet Yellen também ficou no radar.

“A reunião de Jackson Hole foi bem aguardada ao longo das últimas semanas, em especial a que termina hoje. Os próximos indicadores dos Estados Unidos pesarão na decisão dos membros do Fed. Hoje, por exemplo, o PIB veio fraco, aliás outros também surpreenderam. No Reino Unido veio bem e sem a contaminação do Brexit. Na França, o PIB ficou estagnado e na Espanha para cima, enfim, mostraram alguma reação positiva. Voltando ao dos Estados Unidos, os indicadores que impulsionaram um pouco a economia partiu do setor de serviços e não da indústria, como se esperava. O que se vê é pouca liquidez, muita oscilação e prudência”, avaliou Bandeira e emendando sobre a semana do mercado doméstico: ” Vamos aguardar o ‘after day’ do Impeachment.”

Entre as altas do Ibovespa estavam as ações da Usiminas PNA, alta de 6,55%; Fibria ON, alta de 2,64%; Cyrela Realt ON, alta de 2,05%; JBS ON, alta de 2,24%; e Gerdau Metalúrgica PN, alta de 1,38%.

Na contramão estavam as ações da CESP PNB, queda de 4,45%; Copel PNB, queda de 3,28%; Natura ON, queda de 2,61%; WEG ON, queda de 2,37%; e Vale ON, queda de 2,59%.

Moedas

O dólar comercial encerrou a semana em alta de 2,02%. Na sessão desta sexta-feira na BM&F, a moeda também embalou alta surfando no mercado norte-americano depois que a presidente do Federal Reserve Janet Yellen fez a apresentação no evento do banco em Jacskon Hole.

A chairman do Fed reafirmou que a taxa de juros dos Estados Unidos poderá ser elevada ainda este ano, mas sem definir a data. A economia segue reagindo, com o setor de trabalho, porém o Fed espera uma inflação acima dos 2%.

Ao final, no interbancário, a moeda fechou cotada aos R$3,271 para a compra e R$3,271 para a venda, alta de 1,25%.

O euro fechou em R$3,654 para a compra e R$3,659 para a venda, alta de 0,43%.

Em Frankfurt, o euro era cotado a US$ 1,1275 às 15h GMT (12h de Brasília) desta sexta-feira no mercado de divisas, abaixo do valor da sessão de quinta-feira no mesmo horário, que foi de US$ 1,1281. Já o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,1290.

O Banco Central fez mais uma entrada nesta sexta-feira e ofertou mais 10 mil contratos de swap cambial reverso.
Commodities

O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta sexta-feira em alta de 0,65%, cotado a US$ 47,64 o barril, após as palavras da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, dando a entender que o aumento de juros é um fato.

No final das operações na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em outubro subiram US$ 0,31 em relação ao fechamento anterior.

O petróleo soma seu segundo dia de recuperação, após várias sessões em baixa, devido ao aumento das reservas de petróleo nos EUA.

Durante os primeiros momentos após as palavras de Yellen, que considera que a economia nacional tem força suficiente para assumir uma majoração das taxas de juros, os mercados do petróleo chegaram a subir 2%, embora depois o índice tenha se moderado.

O preço do petróleo também reagiu às informações sobre bombardeios de mísseis iemenitas a petrolíferas da Arábia Saudita.

Os contratos de gasolina para entrega em setembro, os de mais próximo vencimento, subiram US$ 0,01, para US$ 1,51 o galão.

Finalmente, os de gás natural com vencimento nesse mês, ficaram em US$ 2,87 por cada mil pés cúbicos.

O barril de petróleo Brent para entrega em outubro fechou nesta sexta-feira no mercado de futuros de Londres cotado a US$ 49,92, alta de 0,50% em relação ao pregão anterior.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o dia no International Exchange Futures de Londres com alta de US$ 0,25 frente à última negociação, quando fechou a US$ 49,67.

O petróleo emendou sua segunda sessão em alta e hoje chegou a superar a barreira dos US$ 50.

Da mesma forma que o Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve), que subiu hoje 0,65%, o Brent foi afetado pelas palavras da presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, dando a entender que haverá em breve uma alta das taxas de juros nos Estados Unidos.

O valor do petróleo do Mar do Norte tem subido desde que no dia 20 de janeiro atingiu um mínimo anual em US$ 27,10, mas ainda está longe dos mais de US$ 110 que registrou no verão de 2014.

No final de setembro os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) terão uma reunião informal na Argélia, dentro do Fórum Internacional de Energia.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao fechou em queda de 3,76% aos US$59,13 a tonelada seca.

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Os fabricantes alemães tiveram um início positivo até 2017, com a produção, as novas encomendas e o emprego aumentando a taxas melhores. Como resultado, as condições operacionais gerais se fortaleceram substancialmente.

Os dados são do Índice de Gerentes de Compras de Manufatura Markit , ajustado sazonalmente, que mede o desempenho preliminar da economia industrial para dezembro – subindo para um máximo de três anos de 56,4 em janeiro. Os dados foram apresentados hoje.

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A aceleração do crescimento continuou uma tendência observada no final de 2016 – o índice havia atingido um pico de 35 meses em dezembro (55,6).

Em vários relatórios,  as condições de setores da Alemanha apresentaram melhora nas demanda dos clientes em janeiro. Isto foi reforçado pelos dados, que mostraram que as novas encomendas totais aumentaram na maior medida desde janeiro de 2014.

O crescimento do setor de trabalho novo era evidente, tanto no cenário interno como no exterior, com a medida de novos negócios de exportação subindo em quatro meses.

Empresas monitoradas citam a China, a Rússia e a União Europeia como fontes de novos trabalhos.

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A JBS voltou a anunciar nesta quarta-feira, que Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista foram autorizados pela Justiça Federal a retornar ao exercício de seus respectivos cargos.

A autorização se deu com o acordo firmado entre os acionistas da J&F Investimentos e o Ministério Público Federal, no qual a J&F oferecerá um Seguro-Garantia. O acordo foi homologado pela 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal e teve por consequência a suspensão de todas as medidas cautelares que haviam sido impostas.

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Desta forma, o Conselho de Administração da JBS deliberou em reunião realizada hoje, que Wesley Batista reassume o cargo de Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração e Joesley Batista o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia.

“Agradeço ao meu irmão, José Batista Júnior, por assumir interinamente a presidência da JBS e a todos os nossos acionistas e demais stakeholders pela confiança em nós depositada. Sigo trabalhando junto com os times de liderança global e regional na consolidação da JBS como uma empresa líder global do setor de alimentos”, comentou Wesley Batista.

Com isso, José Vicente Marino e Gilberto Tomazoni voltam para o Conselho de Administração da Alpargatas.

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Completa dominância do noticiário político sobre o econômico determinaram o comportamento dos diferentes segmentos do mercado local. Desde o terremoto ocorrido no início da noite de 17 de maio, o que temos visto são os problemas no segmento político, com o presidente Temer no centro de tudo. O ambiente econômico ficou restrito às atuações do Banco Central e Tesouro Nacional em tentar minimizar impactos sobre juros e câmbio.

Aliás, nota 10 para a atuação de ambos desde os primeiros momentos de 18 de maio, suspendendo operações e leilões de títulos, fazendo rolagens e operações de swap cambial e gerando tranquilidade operacional para os agentes dos mercados, no que era possível fazer. Tanto isso foi verdade que juros e câmbio voltaram para patamares bem mais modestos que nos primeiros instantes da crise. Bacen e Tesouro agiram diante de total independência.

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Do lado das reformas, a situação não foi a mesma. Nada evoluiu durante a semana, com o Congresso apenas votando algumas MPs que estavam travando a pauta. A Reforma Trabalhista que seria lida na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) foi objeto de tumulto por parte da oposição e o presidente Tasso deu como lida. Agora os partidos da base tentam levar a reforma diretamente para o plenário.

O período foi marcado por larga tentativa da oposição de obstruir tudo, tomando de assalto mesa diretora, faixas de “Fora Temer” e até ataques físicos. Do lado de fora do Congresso, situação ainda mais grave com confrontos de manifestantes com a polícia, tentativa de incendiar prédios públicos e feridos. Temer se viu na contingência de usar o exército para garantir a ordem pública no Distrito Federal, sendo muito criticado por isso. Porém, felizmente, no dia seguinte acabou revogando o decreto.

No âmbito econômico, a pesquisa Focus divulgada em 22 de maio, não capturou em detalhes todo o processo, por absoluta impossibilidade de se estimar os desdobramentos. As alterações foram diminutas e ainda no sentido positivo. Destaque para o saldo comercial da terceira semana de maio com superávit de US$ 1,8 bilhão, acumulando no mês US$ 4,85 bilhões e superávit no ano de
26,2 bilhões.

Destaque positivo para discursos de Meirelles e Dyogo garantindo que as reformas e a política econômica prosseguiria independente do cenário político conturbado. Dyogo disse que o BNDES está líquido e pode financiar projetos de infraestrutura, mas que quer maior adesão do setor privado. Foi o que bastou para soprarem brisas de otimismo nos mercados de risco.

A inflação medida pelo IPCA-15 de maio (prévia da inflação oficial) mostrou elevação para 0,24% (anterior em 0,21) acumulando no ano 1,46% e em 12 meses com 3,77%. Foi o melhor mês de maio desde 2000. O Bacen divulgou que o superávit de abril no conta corrente (C/C) foi de US$ 1,1 bilhão com déficit no ano de US$ 3,5 bilhões. Em 12 meses, o déficit ascendem a US$ 19,8 bilhões, mas é coberto com folga pelo ingresso de investimentos diretos no país (IDP) no montante de US$ 84,7 bilhões. Até abril, o IDP estava positivo em US$ 29,5 bilhões.

O Tesouro anunciou que a dívida pública federal de abril ficou em R$ 3,24 trilhões com os estrangeiros ampliando participação para 13,6% do total. O impacto de juros no mês foi de R$ 23,6 bilhões. O Bacen informou que o estoque de crédito livre encolheu 0,2% em abril, mas com menos cinco dias úteis. Volume total de R$ 3,07 trilhões, significando 48,4% (anterior em 48,6%).

A inadimplência se manteve estável para pessoas físicas e jurídicas em respectivamente 5,9% e 5,6%. Juros do rotativo do cartão caíram fortes para 422,5% (anterior em 490,3%). O setor público teve superávit em abril de R$ 12,9 bilhões, mas o déficit primário em 12 meses ficou em 145,1 bilhões, algo como 2,29% do PIB. O déficit nominal está em 123,7 bilhões e a dívida bruta representou 71,7% do PIB.

No segmento externo, o presidente Trump esteve toda semana em viagem pelo Oriente Médio e não cometeu nenhuma gafe. Isso ajudou na consistência de alta das bolsas na semana. Em compensação, o ex-secretário Flynn não acatou intimação para comparecer ao senado. O secretário Mnuchin muito falou sobre reforma tributária e prioridade do crescimento, dizendo ser possível crescer 3,0% com políticas corretas. Não deu detalhes da reforma, mas espera conseguir aprovar até o final do ano.

Os indicadores de conjuntura, ainda no segmento externo, divulgados sobre o setor imobiliário e atividade industrial mostraram quedas em abril e maio e muitos presidentes regionais do FED falaram sobre alta de juros (possível na reunião de junho) e redução gradual do balanço do FED. Diagnosticaram que a economia se aproxima do pleno emprego e fortalecimento da economia nos próximos trimestres. Porém, identificam riscos importantes nas políticas de Trump e desregulações propostas. O PIB do primeiro trimestre anualizado ficou em 1,2% e as encomendas de bens duráveis encolheram 0,7%.

Outro destaque ficou por conta da OPEP que fechou acordo entre seus membros de manter cortes de produção até março de 2018, e mesmo assim o petróleo caiu forte no mercado internacional. Na Europa, o BCE diagnosticou que a economia segue crescendo forte e, com isso, corroborado pelo PMI industrial da zona do euro, Alemanha e confiança do consumidor.

RESUMO DA SEMANA
IBOVESPA +2,31 (64085) DOW JONES +1,33 NASDAQ +2,09 DÓLAR +0,74 (R$ 3,267)

PERSPECTIVAS

Vamos combinar o seguinte: a situação política nacional é da maior gravidade e algo imprevista em termos de possíveis desdobramentos. Porém, o país não pode parar, e nesse aspecto o governo vem se esmerando em tentar manter a situação mais normal possível no segmento econômico.

Isso produziu alguns “ventos” otimistas nos agente do mercado na presunção de que a situação terá rápida solução, não para o dia seguinte (exceto se Temer renunciar, o que parece pouco provável), mas possivelmente ainda no mês de junho. Também cala fundo a atuação do Bacen em preservar os mercados, agindo com grande tecnicidade sobre a taxa cambial.

Tudo isso acalmou os investidores ao ponto de desde o dia do terremoto os estrangeiros terem aportado recursos na Bovespa. No dia 17 de maio, os investidores tinham aportado no ano R$ 4,3 bilhões e, em 23 de maio, esse volume estava em R$ 5,6 bilhões, portanto com ingresso líquido no período de R$ 1,3 bilhão; o que dada a conturbação parece bastante positivo.

É como dissemos: apesar do quadro grave, somos de opinião que os mercados pode seguir recuperando perdas recentes, não sem muita volatilidade intra e entre pregões e momentos de larga tensão.

Podemos citar o bom momento de economias no exterior e o movimento positivo das bolsas. Não custa lembrar que durante a semana que passou tivemos novos recordes no mercado americano como do S&P.

No Brasil, precisamos vencer objetivo na faixa de 63500 pontos do Ibovespa para almejar valores novamente na casa dos 66200 pontos. Não fosse o problema político, muito provavelmente estaríamos convivendo com recordes históricos na casa dos 74000 pontos.

O fato de sermos otimistas não exclui a possibilidade de avaliar corretamente riscos. Portanto, sugerimos aplicações em ações de empresas mais maduras, exportadoras e com boa administração e política de dividendos definida.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais
Fonte: https://www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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Ontem a Bovespa e o dólar oscilaram bastante ao longo do dia para fecharem próximos da estabilidade. O Ibovespa em queda de 0,05%, aos 63226 pontos e o dólar em leve alta de 0,07%, moeda cotada a R$ 3,28. Tivemos realizações de lucros recentes e o petróleo no mercado internacional em forte queda para o WTI de 5,32% e barril cotado a US$ 48,63.

Ontem mesmo a Petrobras anunciou queda do preço da gasolina nas refinarias de 5,4% e do diesel de 3,5%. O Governo Central mostrou superávit em abril de R$ 12, 6 bilhões, mas no ano acusa déficit de R$ 5,6 bilhões. Em 12 meses, o déficit está em 154,3 bilhões e a meta é de R$ 139 bilhões para 2017. O INSS registra déficit nos quatro meses do ano de R$ 55,0 bilhões, com expansão de 32,5%. Isso deixa claro a necessidade de reforma urgente na Previdência.

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A Fipe mostrou o IPC da terceira quadrissemana de maio em alta de 0,11%, contra anterior de 0,30%. A Polícia Federal deflagrou a 41ª fase da operação Lava Jato, com nome de “Poço Seco”, onde cumpre diversos mandatos de busca de dados, prisão preventiva e temporária e condução coercitiva. Busca dados de operações financeiras de direitos exploratórios no Benin, na África.

O PT discute a possibilidade de boicote caso haja a probabilidade de eleições indiretas para substituir Michel Temer. A FGV anunciou que o INCC de maio (Construção) ficou em 0,13%, contra anterior em deflação de 0,08%. Na sequência dos mercados, os DIs começando o dia com queda de juros e o dólar também caindo 0,39% e cotado a R$ 3,27. Na Bovespa, o índice futuro mostra perda de 0,50% na abertura dos trabalhos.

No cenário externo, a China vai considerar fator de ajuste contra cíclico para tentar reduzir a volatilidade na paridade da moeda yuan, e o fechamento de alta foi de valorização da moeda. Trump vai recorrer à Suprema Corte de decisão de juiz que derrubou decreto impedindo por 90 dias que pessoas de seis países ingressem nos EUA. Hoje começa a reunião do G-7 com a presença de Donald Trump.

Na agenda do dia, ainda teremos indicadores com capacidade de influir no comportamento dos mercados. No segmento internacional, o petróleo WTI negociado em NY começou o dia em alta, mas já virava para nova queda de 0,57%, com o barril cotado a US$ 48,62. O euro era transacionado em queda para US$ 1,119 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 2,23%. O ouro e a prata tinham
dia de alta na Comex e commodities agrícolas com comportamento misto na Bolsa de Chicago.

Bom dia e bons negócios.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais
Fonte: https://www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado

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