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	<title>ultimoinstante: notícias</title>
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		<title>ultimoinstante: notícias</title>
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					<item>
						
							<title>EUA dizem ter decidido caminho negociado com Brasil em disputa comercial</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/15536-EUA-dizem-ter-decidido-caminho-negociado-com-Brasil-disputa-comercial.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 15:07:00 -0300</pubDate>
							<description>O representante de Comércio Exterior dos EUA, Ron Kirk, demonstrou satisfação com o avanço das negociações depois que o Brasil anunciou na segunda-feira o adiamento da entrada em vigor das taxas extras sobre produtos americanos. </description>
                            <text>&lt;p&gt;6 de abril de 2010 - O Governo dos Estados Unidos anunciou hoje que definiu uma via negociada para resolver a disputa comercial sobre o algod&amp;atilde;o com o Brasil e confirmou as concess&amp;otilde;es realizadas ao pa&amp;iacute;s para evitar a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de san&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante de Com&amp;eacute;rcio Exterior dos EUA, Ron Kirk, demonstrou satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o avan&amp;ccedil;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es depois que o Brasil anunciou na segunda-feira o adiamento da entrada em vigor das taxas extras sobre produtos americanos. &#34;Agora temos um caminho claro pelo frente&#34;, disse Kirk em comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta-feira, o Brasil poderia ter come&amp;ccedil;ado a aplicar tarifas adicionais sobre cosm&amp;eacute;ticos, alimentos, autom&amp;oacute;veis, eletrodom&amp;eacute;sticos e outros produtos americanos no valor anual de US$ 829 milh&amp;otilde;es ao ano, uma medida autorizada pela Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA conseguiram evitar as san&amp;ccedil;&amp;otilde;es ap&amp;oacute;s fazer concess&amp;otilde;es ao Brasil. A primeira &amp;eacute; criar um fundo de US$ 147,3 milh&amp;otilde;es para dar assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria brasileira de algod&amp;atilde;o o qual operaria at&amp;eacute; que o Congresso americano suspenda os subs&amp;iacute;dios ou haja um acordo final sobre a disputa com o Brasil, explicou o Governo dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA tamb&amp;eacute;m se comprometeram a modificar seu programa de garantias de cr&amp;eacute;dito para exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, algo que ainda ser&amp;aacute; negociado com o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, os EUA declarar&amp;atilde;o no pr&amp;oacute;ximo dia 16 o estado de Santa Catarina livre de febre aftosa e de outras doen&amp;ccedil;as do gado, ao passo que terminar&amp;aacute; um estudo sobre se aceita a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carne bovina fresca do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois desses passos, EUA e Brasil negociar&amp;atilde;o os assuntos de fundo do conflito comercial &#34;com o objetivo de entrar em acordo em junho sobre um processo que nos permita alcan&amp;ccedil;ar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o aceit&amp;aacute;vel para ambas as partes na disputa do algod&amp;atilde;o&#34;, diz o comunicado americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, a OMC autorizou o Brasil a aplicar san&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais contra os EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira, o Brasil anunciou o adiamento das san&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; 22 de abril. Depois disso, acordaria uma nova prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 60 dias caso as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os EUA avancem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secret&amp;aacute;rio de Agricultura americano, Tom Vilsack, enfatizou hoje que as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o Brasil respeitam as atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Legislativo dos EUA, que at&amp;eacute; agora se negou a eliminar os subs&amp;iacute;dios &amp;agrave; exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algod&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#34;Estou desejando trabalhar com o Congresso e com o Brasil para alcan&amp;ccedil;ar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de longo prazo aceit&amp;aacute;vel pelas duas partes&#34;, indicou Vilsack. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ag&amp;ecirc;ncia EFE - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
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							<title>Governo elimina imposto à importação de etanol até 2011</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/15490-Governo-elimina-imposto-importao-etanol-2011.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 09:14:00 -0300</pubDate>
							<description>A medida, além de garantir o abastecimento do mercado local, afetado pela redução da oferta e o conseguinte aumento dos preços, foi recebida pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) como &amp;quot;corajosa&amp;quot; e um &amp;quot;passo essencial para promover o livre-comércio das energias limpas&amp;quot;.</description>
                            <text>&lt;p&gt;6 de abril de 2010 - A C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) decidiu ontem eliminar a tarifa de 20% aplicada &amp;agrave; importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de etanol, medida aplaudida pelos produtores brasileiros, que agora esperam uma resposta similar dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Camex anunciou a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tempor&amp;aacute;ria para at&amp;eacute; o final de 2011, medida que entrar&amp;aacute; em vigor quando publicada em Di&amp;aacute;rio Oficial, provavelmente ainda esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida, al&amp;eacute;m de garantir o abastecimento do mercado local, afetado pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da oferta e o conseguinte aumento dos pre&amp;ccedil;os, foi recebida pela Uni&amp;atilde;o da Ind&amp;uacute;stria de Cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car (Unica) como &#34;corajosa&#34; e um &#34;passo essencial para promover o livre-com&amp;eacute;rcio das energias limpas&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#34;&amp;Eacute; um grande passo na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um mercado global de biocombust&amp;iacute;veis (...) e o Brasil, que &amp;eacute; o maior produtor e exportador mundial de etanol de cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, com 60% do mercado global, deve dar o exemplo e eliminar barreiras para os combust&amp;iacute;veis limpos e renov&amp;aacute;veis&#34;, diz um comunicado da Unica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a entidade, os EUA imp&amp;otilde;em duas tarifas ao etanol importado do Brasil, com uma taxa de 2,5% e um adicional de US$ 0,1427 por litro, que resultam em um equivalente tarif&amp;aacute;rio de 30%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ag&amp;ecirc;ncia EFE - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Governo adia retaliações a importações dos EUA</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/15489-Governo-adia-retaliaes-importaes-dos-EUA.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 08:57:00 -0300</pubDate>
							<description>O comunicado divulgado pelo Itamaraty aponta que o adiamento para 22 abril das medidas permitirá aos dois Governos seguir dialogando com o objetivo de obter entendimentos &amp;quot;preliminares e provisórios&amp;quot; sobre os passos iniciais relativos a três aspectos das negociações.
</description>
                            <text>&lt;p&gt;6 de abril de 2010 - A C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) decidiu ontem adiar a entrada em vigor dos encargos &amp;agrave;s importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bens dos Estados Unidos, medida que havia sido adotada dentro da pol&amp;ecirc;mica sobre o algod&amp;atilde;o debatida na Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comunicado divulgado pelo Itamaraty aponta que o adiamento para 22 abril das medidas permitir&amp;aacute; aos dois Governos seguir dialogando com o objetivo de obter entendimentos &#34;preliminares e provis&amp;oacute;rios&#34; sobre os passos iniciais relativos a tr&amp;ecirc;s aspectos das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Itamaraty explica que esses passos s&amp;atilde;o o estabelecimento de um fundo para financiar projetos que beneficiem a ind&amp;uacute;stria brasileira de algod&amp;atilde;o, com US$ 147,3 milh&amp;otilde;es em recursos americanos anuais, segundo n&amp;uacute;meros calculados pelos pr&amp;oacute;prios &amp;aacute;rbitros da disputa na OMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo ponto &amp;eacute; o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o bilateral de novos termos para o funcionamento do programa de garantias de cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, por &amp;uacute;ltimo, medidas de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &amp;aacute;rea de sa&amp;uacute;de animal, em particular dos setores bovino e su&amp;iacute;no.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a nota, se cumpridos esses objetivos, o Brasil poder&amp;aacute; concordar com uma nova prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, possivelmente de 60 dias, para o prazo de entrada em vigor das contramedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse prazo, os dois Governos poder&amp;atilde;o negociar o entendimento provis&amp;oacute;rio sobre v&amp;aacute;rios aspectos de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es da OMC sobre a disputa e caminhar para uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &#34;definitiva e mutuamente satisfat&amp;oacute;ria&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chanceler Celso Amorim diz que nas &amp;uacute;ltimas conversas com o Governo americano percebeu uma nova atitude de seus representantes, o que potencialmente permite a busca de um entendimento com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que diminuem os efeitos nocivos dos programas condenados pela OMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro afirma confiar que a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o das repres&amp;aacute;lias permitir&amp;aacute; uma aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o para uma sa&amp;iacute;da negociada ao conflito gerado pela exig&amp;ecirc;ncia do Brasil perante a OMC devido aos subs&amp;iacute;dios dados por Washington &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algod&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 8 de mar&amp;ccedil;o, o Brasil publicou uma lista de 102 produtos dos EUA que estariam sujeitos &amp;agrave;s tarifas de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, depois, divulgou outra de patentes americanas e direitos de propriedade intelectual que seriam restringidos com os encargos. EFE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ag&amp;ecirc;ncia EFE - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Governo divulga nova lista de produtos para retaliar EUA</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/14017-Governo-divulga-nova-lista-produtos-para-retaliar-EUA.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:46:00 -0300</pubDate>
							<description>Há uma semana a Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicou uma primeira relação de produtos que incluía peras, cerejas, batatas, trigo, automóveis e até um tipo de peixe conhecido como arenque.
</description>
                            <text>&lt;p&gt;15 de mar&amp;ccedil;o de 2010 - A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hoje&amp;nbsp; do Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o publica resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que submete &amp;agrave; consulta p&amp;uacute;blica nova lista de produtos para a poss&amp;iacute;vel retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cruzada aos Estados Unidos por subs&amp;iacute;dios ilegais dados aos produtores norte-americanos de algod&amp;atilde;o. H&amp;aacute; uma semana a C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) publicou uma primeira rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos que inclu&amp;iacute;a peras, cerejas, batatas, trigo, autom&amp;oacute;veis e at&amp;eacute; um tipo de peixe conhecido como arenque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira lista, a decis&amp;atilde;o mais pol&amp;ecirc;mica foi a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o trigo que em tese poderia afetar a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de menor poder aquisitivo. Agora, a nova lista &amp;ndash; publicada com antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; traz medidas de suspens&amp;atilde;o de concess&amp;otilde;es ou obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s referentes aos direitos de propriedade intelectual, por exemplo, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados dever&amp;atilde;o apresentar sugest&amp;otilde;es no prazo de 20 dias &amp;agrave; Secretaria Executiva da Camex, por meio de um roteiro a ser preenchido no Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior, na Esplanada do Minist&amp;eacute;rios, em Bras&amp;iacute;lia, ou pelo e-mail contenciosoalgodao@mdic.gov.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova lista cita, entre v&amp;aacute;rios itens a subtra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por tempo determinado, do prazo de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos sobre patentes de produtos ou processos relativos a medicamentos, inclusive veterin&amp;aacute;rios e produtos ou processos relativos a produtos qu&amp;iacute;micos agr&amp;iacute;colas, biotecnol&amp;oacute;gicos agr&amp;iacute;colas, cultivares e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor total da retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da primeira lista chegou a US$ 591 milh&amp;otilde;es. Outros US$ 238 milh&amp;otilde;es estavam previstos para serem anunciados s&amp;oacute; no dia 23 com a lista de retalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos setores de propriedade intelectual e servi&amp;ccedil;os, mas foi antecipada. A retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; vig&amp;ecirc;ncia de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) autorizou o governo brasileiro a retaliar os Estados Unidos em at&amp;eacute; US$ 829 milh&amp;otilde;es depois de uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil contra subs&amp;iacute;dios proibidos pelas regras da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas concedidos pelos Estados Unidos a seus produtores de algod&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No in&amp;iacute;cio de fevereiro, a lista j&amp;aacute; havia sido aprovada, mas precisava de ajustes t&amp;eacute;cnicos. Inicialmente, o valor da lista chega a US$ 560 milh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do Departamento de Economia do Minist&amp;eacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores (MRE), Carlos M&amp;aacute;rcio Cozendey, explicou ao divulgar a primeira lista que o governo resolveu incluir outros setores, al&amp;eacute;m do agr&amp;iacute;cola, para despertar interesse de industriais norte-americanos que n&amp;atilde;o se beneficiam do algod&amp;atilde;o, de modo a pressionar o Congresso daquele pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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					<item>
						
							<title>Governo divulga lista de retaliação aos EUA</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/13458-Governo-divulga-lista-retaliao-aos-EUA.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:53:00 -0300</pubDate>
							<description>Entre os produtos, estão o trigo, cuja taxa passa de 10% para 30%,  e o  metanol (de 12% para 22%) .</description>
                            <text>&lt;p&gt;8 de mar&amp;ccedil;o de 2010 - A lista de produtos importados dos Estados Unidos que poder&amp;atilde;o ter aumento do imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o por causa da retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial foi divulgada hoje no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o,&amp;nbsp; pelo Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os produtos est&amp;atilde;o o trigo, cuja taxa passa de 10% para 30%, o metanol (de 12% para 22%) e pneus novos para autom&amp;oacute;veis, &amp;ocirc;nibus e caminh&amp;otilde;es (de 16% para 32%). J&amp;aacute; a taxa para o algod&amp;atilde;o debulhado,nao cardado nem penteado passou de 6% para 100%, e a taxa de algodao cardado ou penteado saltou de 8% para 100%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medidas entrar&amp;atilde;o em vigor 30 dias ap&amp;oacute;s a data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a n&amp;atilde;o ser que os dois pa&amp;iacute;ses entrem em acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) autorizou, no ano passado, a retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial do Brasil aos EUA, devido aos subs&amp;iacute;dios daquele pa&amp;iacute;s para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algod&amp;atilde;o. O Governo brasileiro&amp;nbsp; alegou &amp;agrave; OMC que os subs&amp;iacute;dios dados pelos EUA elevaram a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o americana no com&amp;eacute;rcio de algod&amp;atilde;o em 39%, baixaram os pre&amp;ccedil;os internacionais e com isso prejudicaram os produtores nacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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					<item>
						
							<title>Receita exige assinatura digital para envio de declaração de pessoa jurídica</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/5134-Receita-exige-assinatura-digital-para-envio-declarao-pessoa-jurdica.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:03:00 -0200</pubDate>
							<description>A Receita alerta que a medida valerá a partir de 2010, mas se aplicará às declarações de qualquer exercício, não somente das referentes aos períodos de apuração de 2010.</description>
                            <text>&lt;p&gt;22 de outubro de 2209 - A partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 2010 a certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital nas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e demonstrativos de lucros das empresas (Lucro Real, Presumido e Arbitrado) ser&amp;aacute; obrigat&amp;oacute;ria. A instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o normativa da Receita Federal est&amp;aacute; no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, as empresas tributadas com base no Lucro Real ou Arbitrado j&amp;aacute; s&amp;atilde;o obrigadas a transmitir as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Receita Federal usando a certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Receita alerta que a medida valer&amp;aacute; a partir de 2010, mas se aplicar&amp;aacute; &amp;agrave;s declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de qualquer exerc&amp;iacute;cio, n&amp;atilde;o somente das referentes aos per&amp;iacute;odos de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital &amp;eacute; uma forma de garantir autenticidade no mundo eletr&amp;ocirc;nico. Permite que indiv&amp;iacute;duos, empresas, governos e outras entidades realizem procedimentos e transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de maneira r&amp;aacute;pida e precisa, evitando processos burocr&amp;aacute;ticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital j&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel pela internet fechar neg&amp;oacute;cios, emitir ou receber documentos, acessar ou disponibilizar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sigilosas. (Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Mantega diz que taxação de capital estrangeiro protegerá produção brasileira</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/4985-Mantega-diz-que-taxao-capital-estrangeiro-proteger-produo-brasileira.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 15:36:00 -0200</pubDate>
							<description>Segundo ele, é necessário um certo tempo para que as medidas adotadas surtam efeito. </description>
                            <text>&lt;p&gt;20 de outubro de 2009 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que o objetivo do governo, ao taxar os investimentos estrangeiros na Bolsa de Valores e nas aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de renda fixa em 2% sobre o Imposto sobre Opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es Financeiras (IOF), &amp;eacute; evitar uma &#34;bolha&#34; na bolsa e a sobrevaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real, o que, segundo ele, poderia &amp;ldquo;causar danos para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;Nossa preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Este &amp;eacute; um imposto regulat&amp;oacute;rio e tem como objetivo equilibrar a entrada de capitais externos na economia brasileira e evitar excessos, de modo a n&amp;atilde;o causar uma bolha na bolsa de mercadorias, nem uma sobrevaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real&amp;rdquo;, disse o ministro ap&amp;oacute;s participar da reuni&amp;atilde;o do Conselho de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantega avisou, por&amp;eacute;m, que as medidas adotadas n&amp;atilde;o devem evitar alguma valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real e refor&amp;ccedil;ou que o risco est&amp;aacute; na sobrevaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da moeda. &amp;ldquo;Acredito que [as medidas] n&amp;atilde;o v&amp;atilde;o evitar a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real porque ele reflete a for&amp;ccedil;a da economia&amp;rdquo;, avaliou. &amp;ldquo;E o Brasil &amp;eacute; uma economia forte. Portanto, a moeda &amp;eacute; forte.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro alertou para o fato de que o real n&amp;atilde;o pode se fortalecer demais sob o risco de enfraquecer a atividade produtiva. Segundo ele, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio um certo tempo para que as medidas adotadas surtam efeito. &amp;ldquo;O que colocamos foi um ped&amp;aacute;gio para a entrada excessiva [de d&amp;oacute;lares].&amp;rdquo; (Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Lula veta parcelamento de dívida do crédito-prêmio do IPI</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/4621-Lula-veta-parcelamento-dvida-crdito-prmio-IPI.html</link>
							
									
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							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 09:11:00 -0300</pubDate>
							<description>Apesar de o benefício ter deixado de vigorar em 1990, várias empresas conseguiram, na Justiça, manter a compensação dos créditos. Segundo estimativas da Receita Federal, a dívida com o governo, em quase 20 anos, está em torno de R$ 280 bilhões.</description>
                            <text>&lt;p&gt;14 de outubro de 2009 - O presidente Luiz In&amp;aacute;cio Lula da Silva vetou emenda da Medida Provis&amp;oacute;ria 462 que permitiria &amp;agrave;s empresas exportadoras parcelar o pagamento das d&amp;iacute;vidas referentes ao cr&amp;eacute;dito-pr&amp;ecirc;mio do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), informou o l&amp;iacute;der do governo no Senado, Romero Juc&amp;aacute; (PMDB-RR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emenda foi inclu&amp;iacute;da pelo Congresso Nacional na proposta encaminhada pelo Executivo. Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu o cr&amp;eacute;dito-pr&amp;ecirc;mio do IPI. Institu&amp;iacute;do em 1969, durante o regime militar, o beneficio tinha como objetivo incentivar as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de produtos industrializados, permitindo que empresas compensassem o imposto recolhido por meio de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios no mercado interno, ou seja, o abatimento de impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o benef&amp;iacute;cio ter deixado de vigorar em 1990, v&amp;aacute;rias empresas conseguiram, na Justi&amp;ccedil;a, manter a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cr&amp;eacute;ditos. Segundo estimativas da Receita Federal, a d&amp;iacute;vida com o governo, em quase 20 anos, est&amp;aacute; em torno de R$ 280 bilh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Juc&amp;aacute;, o governo vai editar uma nova MP para resolver a quest&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito-pr&amp;ecirc;mio. O l&amp;iacute;der disse que foi vetada tamb&amp;eacute;m a desonera&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal para produtores de biodiesel. &amp;ldquo;O crescimento n&amp;atilde;o est&amp;aacute; levando a uma arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o governo esperava. N&amp;atilde;o d&amp;aacute; para fazer novas concess&amp;otilde;es&amp;rdquo;, disse o senador, ap&amp;oacute;s reuni&amp;atilde;o com o presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;Qualquer governo, em qualquer pa&amp;iacute;s do mundo, quer arrecadar mais. O ministro da Fazenda [Guido Mantega] apresentou suas raz&amp;otilde;es. Ele argumentou que se concedesse esse pedido, abriria a possibilidade de outros pedidos. Ele foi apoiado pelo ministro da Agricultura e eu fiquei sozinho&amp;rdquo;, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lob&amp;atilde;o, que tamb&amp;eacute;m esteve na reuni&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, Lula vetou cerca de dez itens da medida provis&amp;oacute;ria. O projeto que converte a MP em lei foi sancionado por Lula esta no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o de hoje. A MP 462 trata do repasse de R$ 1 bilh&amp;atilde;o ao Fundo de Participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Munic&amp;iacute;pios (FPM) para compensar o fundo devido &amp;agrave; crise financeira mundial. (Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Receita libera dia 15 consulta a lote da malha fina de 2005</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/4594-Receita-libera-dia-consulta-lote-malha-fina-2005.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:19:00 -0300</pubDate>
							<description>Um total de 11.281 contribuintes receberão restituição. Ao todo, a Receita desembolsará R$ 9,6 milhões. O dinheiro terá a correção de 57,64%, correspondente à variação da taxa Selic, que mede os juros básicos da economia, de maio de 2005 até este mês.</description>
                            <text>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;13 de outubro de 2009 - Cerca de 11 mil contribuintes que estavam na malha fina havia quatro anos v&amp;atilde;o receber o dinheiro do Fisco. A Receita Federal libera na quinta-feira (15) consulta ao lote residual do Imposto de Renda da Pessoa F&amp;iacute;sica de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um total de 11.281 contribuintes receber&amp;atilde;o restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ao todo, a Receita desembolsar&amp;aacute; R$ 9,6 milh&amp;otilde;es. O dinheiro ter&amp;aacute; a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 57,64%, correspondente &amp;agrave; varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da taxa Selic, que mede os juros b&amp;aacute;sicos da economia, de maio de 2005 at&amp;eacute; este m&amp;ecirc;s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos beneficiados estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel na p&amp;aacute;gina da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br) a partir das 9h de quinta-feira. A consulta tamb&amp;eacute;m pode ser feita pelo telefone 146.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;eacute;m dos contribuintes que ser&amp;atilde;o ressarcidos, a Receita constatou que 14,3 mil pessoas f&amp;iacute;sicas ter&amp;atilde;o imposto a pagar, no total de R$ 35,2 milh&amp;otilde;es, e 2,5 mil n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o imposto a pagar nem a receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro ser&amp;aacute; depositado no dia 22 nas contas banc&amp;aacute;rias informadas na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto de Renda. Caso o valor n&amp;atilde;o seja creditado, o contribuinte poder&amp;aacute; ir a qualquer ag&amp;ecirc;ncia do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos). (Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>CCJ aprova revisão de cotas e aumento de recursos para o FMI</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/4513-CCJ-aprova-reviso-cotas-aumento-recursos-para-FMI.html</link>
							
									
								
							<category>Governo e Reformas</category>
							<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 19:27:00 -0300</pubDate>
							<description>O relator da proposta na CCJ, deputado Emiliano José (PT-BA), recomendou sua aprovação e ressaltou que as mudanças estão de acordo com a legislação brasileira. O deputado também observou que, de cinco em cinco anos, o FMI promove alterações nos critérios de cálculo da cota-parte.</description>
                            <text>&lt;p&gt;9 de outubro de 2009 - A Comiss&amp;atilde;o de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Justi&amp;ccedil;a e de Cidadania (CCJ) aprovou na quarta-feira (7) o Projeto de Decreto Legislativo 1791/09, que ratifica duas resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que modificaram o Conv&amp;ecirc;nio Constitutivo do Fundo Monet&amp;aacute;rio Internacional (FMI). As resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es preveem mais recursos para a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gerenciar as suas atividades e a revis&amp;atilde;o da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cotas entre os pa&amp;iacute;ses que integram o fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da proposta na CCJ, deputado Emiliano Jos&amp;eacute; (PT-BA), recomendou sua aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ressaltou que as mudan&amp;ccedil;as est&amp;atilde;o de acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira. O deputado tamb&amp;eacute;m observou que, de cinco em cinco anos, o FMI promove altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos crit&amp;eacute;rios de c&amp;aacute;lculo da cota-parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas regras atuais, o Brasil tem uma cota nominal de 3.036,1 milh&amp;otilde;es de Direitos Especiais de Saque (DES), o que corresponde a 1,420% da cota total. A nova f&amp;oacute;rmula passar&amp;aacute; a cota brasileira para 4.250,4 milh&amp;otilde;es de DES, equivalente a 1,783% do total. Com o aumento, o poder de voto do Brasil passar&amp;aacute; do equivalente a 1,402% para 1,715%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#34;A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo modelo de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cotas-partes aumenta o peso relativo dos pa&amp;iacute;ses de economia emergente nos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de tomada de decis&amp;atilde;o do fundo, o que atende ao interesse brasileiro de participar de modo mais efetivo nos principais foros multilaterais&#34;, analisou o relator da proposta na Comiss&amp;atilde;o de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores, deputado Maur&amp;iacute;cio Rands (PT-PE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita do FMI sofreu redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos &amp;uacute;ltimos anos, sendo insuficiente para fazer frente aos custos de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao aumento das cotas. Segundo Rands, essa receita &amp;eacute; baseada, atualmente, nos juros recebidos pelos empr&amp;eacute;stimos, e essas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es v&amp;ecirc;m sendo drasticamente reduzidas nos &amp;uacute;ltimos anos. Dessa forma, a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o autoriza a venda de 403 toneladas de ouro, compradas depois de 1973 pelo fundo, cujos recursos ser&amp;atilde;o transferidos para a conta de investimento do FMI. (Ag&amp;ecirc;ncia C&amp;acirc;mara)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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<description>ultimoinstante: notícias</description>
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