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	<title>ultimoinstante: notícias</title>
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	<copyright>&amp;copy;2007 Spoonlabs d.o.o.</copyright>
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		<title>ultimoinstante: notícias</title>
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					<item>
						
							<title>Tecnisa aprova emissão de R$ 150 milhões em debêntures</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/22073-Tecnisa-aprova-emisso-150-milhes-debntures.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 19:15:00 -0300</pubDate>
							<description>Serão emitidos 150 títulos pelo valor unitário de R$ 1 mil, com vencimento em 21 de julho de 2014.</description>
                            <text>&lt;p&gt;7 de julho de 2010 &amp;ndash; O conselho de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Tecnisa aprovou nesta quarta-feira a segunda emiss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica de deb&amp;ecirc;ntures simples, n&amp;atilde;o convers&amp;iacute;veis em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, em s&amp;eacute;rie &amp;uacute;nica, no valor de R$ 150 milh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser&amp;atilde;o emitidos 150 t&amp;iacute;tulos pelo valor unit&amp;aacute;rio de R$ 1 mil, com vencimento em 21 de julho de 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A oferta depende ainda da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos acionistas da empresa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Custo da construção civil sobe 0,66 % em junho, aponta IBGE</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/22012-Custo-construo-civil-sobe-066-junho-aponta-IBGE.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 11:30:00 -0300</pubDate>
							<description>Em junho do ano passado o índice atingiu uma alta de 0,35%%. </description>
                            <text>&lt;p&gt;7 de julho de 2010 - O &amp;Iacute;ndice Nacional da Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE) em conv&amp;ecirc;nio com a Caixa, subiu 0,66% em junho, recuando 0,95 ponto percentual em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao resultado de maio (1,61%). Em junho do ano passado o &amp;iacute;ndice atingiu uma alta de 0,35%%. O acumulado de janeiro a junho foi 4,33%, acima do verificado no mesmo per&amp;iacute;odo de 2009 (3,67%). Nos &amp;uacute;ltimos doze meses, a taxa de varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de 6,52%, acima dos 6,19% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo nacional da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o por metro quadrado, que no m&amp;ecirc;s de maio havia sido R$ 742,44, em junho passou para R$ 747,36, sendo R$ 422,61 relativos aos materiais e R$ 324,75 &amp;agrave; m&amp;atilde;o de obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parcela dos materiais apresentou varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,53%, superior &amp;agrave; taxa de maio (0,41%). Por outro lado, a componente m&amp;atilde;o-de-obra registrou forte desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o (2,39 pontos percentuais), com taxa de 0,83% em junho contra 3,22% de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano, os materiais subiram 2,42%, acima dos 2,26% de igual per&amp;iacute;odo do ano passado, e a m&amp;atilde;o-de-obra subiu 6,93%, acima da taxa registrada em igual per&amp;iacute;odo de 2009 (5,66%). Nos &amp;uacute;ltimos doze meses, os acumulados foram: 4,46% (materiais) e 9,33% (m&amp;atilde;o-de-obra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Regi&amp;atilde;o Sul se destaca em junho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O &amp;iacute;ndice relativo ao Sul registrou varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,93%, a mais elevada em junho. O Norte apresentou o menor resultado (0,44%). Os demais &amp;iacute;ndices regionais tiveram as seguintes varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es: 0,75% no Nordeste; 0,59% no Sudeste e 0,54% no Centro-Oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior acumulado do ano foi registrado na regi&amp;atilde;o Centro-Oeste (5,23%) e em doze meses na regi&amp;atilde;o Norte (8,14%). J&amp;aacute; no Sul, ocorreram as menores taxas no ano (3,10%) e em doze meses (5,43%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 792,23 (Sudeste); R$ 747,18 (Norte); R$ 724,26 (Sul); R$ 720,50 (Centro-Oeste) e R$ 702,00 (Nordeste).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para&amp;iacute;ba registra a maior alta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Devido aos reajustes salariais decorrentes do acordo coletivo, Para&amp;iacute;ba apresentou, em maio, o maior aumento no custo de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o (4,19%). Pelo mesmo motivo, devem ser relacionados tamb&amp;eacute;m: Alagoas (2,36%) e Rio Grande do Sul (1,88%). As menores taxas mensais foram registradas por Roraima (0,16%), Rio Grande do Norte (0,17%) e Bahia (0,19%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roraima (0,68%) e Paran&amp;aacute; (0,91%)apresentaram os menores acumulados, no ano. Mato Grosso (3,01%) e Esp&amp;iacute;rito Santo (3,66%) apresentaram os menores acumulados nos &amp;uacute;ltimos 12 meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Financiamentos da CrediPronto! somam R$ 232,9 milhões no 2º semestre</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21950-Financiamentos-CrediPronto-somam-2329-milhes-semestre.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 15:04:00 -0300</pubDate>
							<description>Por conta dos bons resultados, a Lopes informou que, em conjunto com o Itaú, vai revisar suas projeções de financiamentos para 2010, até o final de julho.</description>
                            <text>&lt;p&gt;6 de julho de 2010 &amp;ndash; A Lopes Brasil divulgou nesta ter&amp;ccedil;a-feira os resultados do CrediPronto!, empresa de financiamentos imobili&amp;aacute;rios criada da uni&amp;atilde;o entre a imobili&amp;aacute;ria e o banco Ita&amp;uacute;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa financiou R$ 232,9 milh&amp;otilde;es no primeiro semestre de 2010 R$ 146,0 milh&amp;otilde;es, o que representa um avan&amp;ccedil;o de 375% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando apenas o segundo trimestre, foram financiados R$ 146 milh&amp;otilde;es, num total de 521 contratos. O valor &amp;eacute; 436% maior ao apurado no intervalo de abril a junho de 2009 (R$ 27,2 milh&amp;otilde;es). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta dos bons resultados, a Lopes informou que, em conjunto com o Ita&amp;uacute;, vai revisar suas proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de financiamentos para 2010, at&amp;eacute; o final de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Região metropolitana de SP registra venda de 24.525 imóveis novos no 1º quadrimestre</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21944-Regio-metropolitana-registra-venda-24525-imveis-novos-quadrimestre.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 14:01:00 -0300</pubDate>
							<description>São Paulo foi responsável por 47,7% do total negociado no período, com 11.697 unidades vendidas.</description>
                            <text>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;6 de julho de 2010 - Nos primeiros quatro meses do ano, a regi&amp;atilde;o metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo, composta por 39 munic&amp;iacute;pios, totalizou 24.525 unidades residenciais novas comercializadas. S&amp;atilde;o Paulo foi respons&amp;aacute;vel por 47,7% do total negociado no per&amp;iacute;odo, com 11.697 unidades vendidas. As demais cidades responderam por 12.828 moradias vendidas, equivalente &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 52,3% do total na regi&amp;atilde;o neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados s&amp;atilde;o do Departamento de Economia e Estat&amp;iacute;stica do Secovi-SP, que realiza a pesquisa sobre o mercado de im&amp;oacute;veis novos residenciais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrim&amp;ocirc;nio (Embraesp), o volume total de moradias lan&amp;ccedil;adas no per&amp;iacute;odo foi de 18.800 unidades. H&amp;aacute; uma diferen&amp;ccedil;a de 5.725 unidades lan&amp;ccedil;adas diante das vendas efetivadas no ano. Em termos de lan&amp;ccedil;amento, a cidade correspondeu a uma fatia de 45,5%, com 8.563 im&amp;oacute;veis colocados em oferta de janeiro a abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa de abril demonstra a n&amp;iacute;tida voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o das demais cidades da regi&amp;atilde;o metropolitana para os segmentos de 2 e 3 dormit&amp;oacute;rios. Do total comercializado de 4.492 im&amp;oacute;veis residenciais novos, 91,8% estavam concentrados em ambos os nichos.&lt;br /&gt;&amp;ldquo;A tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se lan&amp;ccedil;ar im&amp;oacute;veis de 4 dormit&amp;oacute;rios em bairros nobres da cidade de S&amp;atilde;o Paulo e a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos demais munic&amp;iacute;pios de receber a classe assalariada, e de concentrar centros comerciais locais, poderiam ser poss&amp;iacute;veis raz&amp;otilde;es para a predomin&amp;acirc;ncia dos segmentos de 2 e 3 dormit&amp;oacute;rios&amp;rdquo; observa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o aumento da relev&amp;acirc;ncia econ&amp;ocirc;mica dos demais munic&amp;iacute;pios da regi&amp;atilde;o pode provocar ajustes nessa composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de segmentos. Por&amp;eacute;m, afirma, percebe-se um fen&amp;ocirc;meno de dissocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conceito de alto padr&amp;atilde;o com unidades de 4 dormit&amp;oacute;rios. &amp;ldquo;Ou seja, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais necessidade de se considerar que somente os grandes apartamentos s&amp;atilde;o de alto padr&amp;atilde;o. Uma moradia de 2 ou 3 dormit&amp;oacute;rios poder&amp;aacute; ser de padr&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mico ou de alto padr&amp;atilde;o de acabamento&amp;rdquo;, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(PD - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Vendas de imóveis novos sobem 1,9% em abril, aponta Secovi-SP</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21942-Vendas-imveis-novos-sobem-abril-aponta-Secovi-.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 13:45:00 -0300</pubDate>
							<description>O crescimento se deu pelo incremento de 20,9% no segmento de 2 dormitórios.</description>
                            <text>&lt;p&gt;6 de julho de 2010 - A venda de im&amp;oacute;veis novos na regi&amp;atilde;o metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo, composta por 39 munic&amp;iacute;pios, registrou alta de 1,9% em abril com a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7.728 unidades, sobre o total vendido em mar&amp;ccedil;o (7.585 moradias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Departamento de Economia e Estat&amp;iacute;stica do Secovi-SP, que realiza a pesquisa sobre o mercado de im&amp;oacute;veis novos residenciais, o desempenho do indicador Vendas sobre Oferta (VSO) foi de 26,2% no quarto m&amp;ecirc;s do ano, diante dos 23,3% percebidos em mar&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento se deu pelo incremento de 20,9% no segmento de 2 dormit&amp;oacute;rios. O escoamento das unidades de 3 quartos sofreu redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 9,4%, com 3.039 opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de compra contra 3.353 transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es observadas no m&amp;ecirc;s anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J&amp;aacute; o ritmo de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aumentou no nicho de 3 dormit&amp;oacute;rios, de 21,8% em mar&amp;ccedil;o para 22,2% em abril. Novamente, destaque para unidades de 2 dormit&amp;oacute;rios, com velocidade de venda passando de 32,4% para 42,7% no per&amp;iacute;odo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os 39 munic&amp;iacute;pios que integram a regi&amp;atilde;o metropolitana, a capital respondeu por 41,9% do total em abril. Considerando a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das vendas por segmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dormit&amp;oacute;rios, percebe-se claramente a diferen&amp;ccedil;a no comportamento das unidades de 2 dormit&amp;oacute;rios. Esse nicho representa 43% das vendas na RMSP contra 36,6% na cidade de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segmento de 3 dormit&amp;oacute;rios, a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m cresce de 32,5% na capital para 39,3% na grande S&amp;atilde;o Paulo (RMSP). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;Uma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para este comportamento &amp;eacute; a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das unidades de 4 dormit&amp;oacute;rios na cidade de S&amp;atilde;o Paulo, que respondeu pela comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 454 im&amp;oacute;veis de um total de 672 unidades do segmento negociadas na regi&amp;atilde;o em abril&amp;rdquo;, ressalta Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, lembrando que a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse nicho na cidade foi de 14% no quarto m&amp;ecirc;s do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(PD - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Eternit busca cidade para nova fábrica de multiprodutos</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21881-Eternit-busca-cidade-para-nova-fbrica-multiprodutos.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 19:19:00 -0300</pubDate>
							<description>Segundo nota, a companhia iniciou prospecção em algumas regiões do país. Contudo, até o presente momento não há definição da cidade onde será instalada a nova fábrica. </description>
                            <text>&lt;p&gt;5 de julho de 2010 - A Eternit, fabricante de telhas e caixas d'&amp;aacute;gua, informou nesta segunda-feira que est&amp;aacute; buscando uma &amp;aacute;rea para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma f&amp;aacute;brica multiprodutos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo nota, a companhia iniciou prospec&amp;ccedil;&amp;atilde;o em algumas regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s. Contudo, at&amp;eacute; o presente momento n&amp;atilde;o h&amp;aacute; defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cidade onde ser&amp;aacute; instalada a nova f&amp;aacute;brica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#34;Ap&amp;oacute;s a conclus&amp;atilde;o dos estudos, e encontrando as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ideais, a companhia divulgar&amp;aacute; ao mercado a cidade, o cronograma de obras e os investimentos necess&amp;aacute;rios&#34; explicou a Eternit, em comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Cyrela compra terreno para construção de projeto corporativo de alto padrão</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21853-Cyrela-compra-terreno-para-construo-projeto-corporativo-alto-padro.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:45:00 -0300</pubDate>
							<description>O terreno possui 7.500 metros quadrados de área total. </description>
                            <text>&lt;p&gt;5 de julho de 2010 - A Cyrela Commercial Properties Empreendimentos e Participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CCPR3) anuncia aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um terreno na regi&amp;atilde;o da Avenida Faria Lima, em S&amp;atilde;o Paulo, para o desenvolvimento de Edif&amp;iacute;cio Corporativo padr&amp;atilde;o Triple A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No terreno de 7.500 metros quadrados de &amp;aacute;rea total, ser&amp;aacute; desenvolvido um projeto envolvendo a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas torres corporativas, com &amp;aacute;rea loc&amp;aacute;vel total estimada 16.500 metros quadrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#34;O empreendimento atender&amp;aacute; o mais alto padr&amp;atilde;o de qualidade, efici&amp;ecirc;ncia e tecnologia exig&amp;iacute;veis para se enquadrar no padr&amp;atilde;o Triple A&#34;, diz comunicado da empresa. A aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi realizada 100% em permuta e a &amp;aacute;rea loc&amp;aacute;vel estimada da CCP ser&amp;aacute; de 8.250 metros quadrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendimento &amp;eacute; o 10&amp;ordm; projeto Triple A da empresa e o 6&amp;ordm; a ser desenvolvido na regi&amp;atilde;o da Faria Lima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instantes atr&amp;aacute;s, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ordin&amp;aacute;rias da empresa operavam em alta de 0,5% a R$ 10 na BM&amp;amp;FBovespa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(PD - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Eternit inicia prospecção de terreno para construir fábrica</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21850-Eternit-inicia-prospeco-terreno-para-construir-fbrica.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:40:00 -0300</pubDate>
							<description>Até o momento, a empresa ainda não definiu a cidade onde será instalada a nova fábrica. </description>
                            <text>&lt;p&gt;5 de julho de 2010 - A Eternit (ETER3), aque atua nos segmentos de cobertura, pain&amp;eacute;is e placas ciment&amp;iacute;cias, informou hoje que iniciou prospec&amp;ccedil;&amp;atilde;o em algumas regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s com vistas a encontrar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ideais para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma f&amp;aacute;brica multiprodutos, em linha com o Programa Estruturado de Expans&amp;atilde;o e Diversifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At&amp;eacute; o momento, a empresa ainda n&amp;atilde;o definiu a cidade onde ser&amp;aacute; instalada a nova f&amp;aacute;brica. &#34;Ap&amp;oacute;s a conclus&amp;atilde;o dos estudos, e encontrando as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ideais, a companhia divulgar&amp;aacute; ao mercado: a cidade, o cronograma de obras e os investimentos necess&amp;aacute;rios&#34;, diz a nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Terreno vazio pagará IPTU maior a partir de 2011 em São Paulo</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21784-Terreno-vazio-pagar-IPTU-maior-partir-2011-Paulo.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 18:47:00 -0300</pubDate>
							<description>Além disso, após cinco anos vazio, o imóvel poderá ser desapropriado e destinado a projetos habitacionais.</description>
                            <text>&lt;p&gt;2 de julho de 2010 - A Prefeitura de S&amp;atilde;o Paulo poder&amp;aacute; cobrar Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) maior dos im&amp;oacute;veis ociosos em algumas regi&amp;otilde;es da cidade. Com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Di&amp;aacute;rio Oficial Municipal de hoje da lei que institui o aumento progressivo do tributo cobrado das propriedades vazias, o munic&amp;iacute;pio poder&amp;aacute;, anualmente, dobrar a al&amp;iacute;quota do IPTU at&amp;eacute; o limite de 15%. Al&amp;eacute;m disso, ap&amp;oacute;s cinco anos vazio, o im&amp;oacute;vel poder&amp;aacute; ser desapropriado e destinado a projetos habitacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um levantamento oficial de quantas propriedades ser&amp;atilde;o impactadas pela medida, que afetar&amp;aacute; apenas os im&amp;oacute;veis n&amp;atilde;o edificados, subutilizados ou n&amp;atilde;o utilizados existentes nas Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis) 2 e 3 da capital paulista. Dados do Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE) indicam que, h&amp;aacute; dez anos, havia pelo menos 515 mil im&amp;oacute;veis desocupados na capital paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Previstas no Plano Diretor municipal, as ZEIS 2 s&amp;atilde;o &amp;aacute;reas com predomin&amp;acirc;ncia de glebas ou terrenos n&amp;atilde;o edificados ou subutilizados e que se encontram, sobretudo, em bairros mais afastados da regi&amp;atilde;o central. J&amp;aacute; as ZEIS 3 compreendem locais dotados de infraestrutura, servi&amp;ccedil;os urbanos e oferta de empregos e onde o Poder P&amp;uacute;blico pode priorizar projetos de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesse social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os donos dos im&amp;oacute;veis notificados a partir de 2011 ter&amp;atilde;o um ano para apresentar um projeto de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada dos im&amp;oacute;veis. Ap&amp;oacute;s receber o aval da prefeitura, ter&amp;atilde;o mais dois anos para iniciar as obras. Caso isso n&amp;atilde;o ocorra, a al&amp;iacute;quota cobrada ser&amp;aacute; automaticamente duplicada no ano fiscal subsequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o autor do projeto, vereador Jos&amp;eacute; Police Neto (PSDB), a nova lei &amp;eacute; uma forma de combater a especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e desestimular os propriet&amp;aacute;rios a manter im&amp;oacute;veis vazios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J&amp;aacute; o secret&amp;aacute;rio estadual de Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) do estado de S&amp;atilde;o Paulo, Lair Kr&amp;auml;henb&amp;uuml;hl, considera a iniciativa um erro. &amp;ldquo;Acho equivocado penalizar o propriet&amp;aacute;rio do im&amp;oacute;vel porque ningu&amp;eacute;m ret&amp;eacute;m um im&amp;oacute;vel vazio porque quer. N&amp;atilde;o s&amp;atilde;o todos os propriet&amp;aacute;rios que especulam com suas propriedades. O que falta &amp;eacute; est&amp;iacute;mulo, leis mais claras e financiamentos mais adequados para que as pessoas possam empreender&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, idealizador do Plano Diretor municipal aprovado em 2002, concorda que, com o mercado imobili&amp;aacute;rio em alta, s&amp;atilde;o poucas as propriedades mantidas fechadas por especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para ele, no entanto, o IPTU progressivo &amp;eacute; um preceito urban&amp;iacute;stico importante cujo objetivo principal n&amp;atilde;o &amp;eacute; conter a especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o se trata apenas de responder ao problema da especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas, principalmente, de n&amp;atilde;o permitir que terrenos ou im&amp;oacute;veis fiquem ociosos quando h&amp;aacute; uma grande car&amp;ecirc;ncia por espa&amp;ccedil;os para novas constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es e por constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; existentes para moradia&amp;rdquo;, declarou Wilheim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor do Sindicato das Imobili&amp;aacute;rias de S&amp;atilde;o Paulo (Secovi), Ricardo Yazbek, a lei &amp;eacute; uma ferramenta interessante com a qual o munic&amp;iacute;pio poder&amp;aacute; induzir a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos terrenos vazios e que ir&amp;aacute; contribuir para o aumento da oferta de im&amp;oacute;veis para venda ou loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Yazbek, contudo, considera inconstitucional a cobran&amp;ccedil;a maior do imposto e a possibilidade de desapropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casas e apartamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Setor imobiliário fluminense cresce 40% no primeiro semestre</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/21709-Setor-imobilirio-fluminense-cresce-primeiro-semestre.html</link>
							
									
								
							<category>Construção e Imóveis</category>
							<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 08:23:00 -0300</pubDate>
							<description>“Acho que neste ano nós temos uma tendência de crescimento do mercado da ordem de 40% a 50% em- relação ao ano anterior”.</description>
                            <text>&lt;p&gt;2 de julho de 2010 - O setor imobili&amp;aacute;rio fluminense cresceu 40% no primeiro semestre deste ano em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2009, informou &amp;agrave; Ag&amp;ecirc;ncia Brasil o segundo vice-presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobili&amp;aacute;rio (Ademi), Rubem Vasconcelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele participou de evento promovido pelo Conselho Regional de Corretores de Im&amp;oacute;veis do Estado do Rio de Janeiro (Creci-RJ). Vasconcelos demonstrou otimismo com o desempenho do mercado em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;Acho que neste ano n&amp;oacute;s temos uma tend&amp;ecirc;ncia de crescimento do mercado da ordem de 40% a 50% em- rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, contribu&amp;iacute;ram para isso n&amp;atilde;o s&amp;oacute; a expectativa de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de megaeventos esportivos no pa&amp;iacute;s, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Ol&amp;iacute;mpicos de 2016, mas, principalmente, a estabilidade da moeda, a facilidade de acesso ao cr&amp;eacute;dito e a expectativa de queda dos juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;S&amp;atilde;o esses tr&amp;ecirc;s pilares, aliados &amp;agrave; nova atmosfera, que est&amp;atilde;o fazendo o crescimento do mercado imobili&amp;aacute;rio&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Vasconcelos, a Copa de 2014 e a Olimp&amp;iacute;ada de 2016 devem acelerar esse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;A expectativa de Copa do Mundo e de Olimp&amp;iacute;ada est&amp;aacute; trazendo dinheiro. Est&amp;aacute; trazendo progresso. E isso faz de novo o Rio de Janeiro a cidade mais desejada da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Rio de Janeiro vai ser a capital imobili&amp;aacute;ria do Brasil&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Conselho Federal de Corretores de Im&amp;oacute;veis (Cofeci), Jo&amp;atilde;o Teodoro, assegurou que a Copa e a Olimp&amp;iacute;ada podem incrementar ainda mais o mercado da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil e o setor imobili&amp;aacute;rio brasileiro como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;S&amp;atilde;o fatos que interferem diretamente na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e, consequentemente, no mercado imobili&amp;aacute;rio. N&amp;atilde;o tem como separar isso&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vis&amp;atilde;o de Teodoro, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mundial de futebol poder&amp;aacute; ter mais influ&amp;ecirc;ncia sobre o mercado habitacional, porque haver&amp;aacute; eventos em v&amp;aacute;rias capitais brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;E todas essas capitais est&amp;atilde;o planejando uma implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rias melhorias na infraestrutura local e mesmo constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es habitacionais&amp;rdquo;. Por isso, ele acredita que a Copa vai mexer com o mercado imobili&amp;aacute;rio. &amp;ldquo;Mexe positivamente&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Cofeci afirmou que a repercuss&amp;atilde;o desses para o pa&amp;iacute;s ser&amp;aacute; significativa. &amp;ldquo;Teremos um rescaldo positivo, que ser&amp;aacute; aproveitado pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, porque os benef&amp;iacute;cios trazidos pela infraestrutura, produzidos antes e durante o per&amp;iacute;odo do evento, v&amp;atilde;o ficar dispon&amp;iacute;veis para a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma permanente&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teodoro disse que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; entraves ao crescimento do mercado habitacional no pa&amp;iacute;s. Ele sugeriu que o governo poderia, com as Parcerias P&amp;uacute;blico Privadas (PPP), incentivar a iniciativa privada a realizar investimentos financeiros necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; viabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos eventos esportivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;N&amp;atilde;o vejo nenhum entrave para que as coisas aconte&amp;ccedil;am. &amp;Eacute; s&amp;oacute; uma quest&amp;atilde;o de vontade pol&amp;iacute;tica&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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<description>ultimoinstante: notícias</description>
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