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	<title>ultimoinstante: notícias</title>
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		<title>ultimoinstante: notícias</title>
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					<item>
						
							<title>MPE&#039;s alavancam melhora da qualidade de crédito das empresas no 2º trimestre, revela Serasa Experian</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/23652-MPEs-alavancam-melhora-qualidade-crdito-das-empresas-trimestre-revela-Serasa-Experian.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 08:31:00 -0300</pubDate>
							<description>Qualidade de crédito do comércio supera a da indústria, pela primeira vez.</description>
                            <text>&lt;p&gt;30 de julho de 2010 &amp;ndash; O Indicador Serasa Experian da Qualidade de Cr&amp;eacute;dito das Empresas, que avalia numa escala de 0 a 100 a qualidade de cr&amp;eacute;dito do setor produtivo &amp;ndash; quanto maior, melhor a qualidade de cr&amp;eacute;dito e, portanto, menor &amp;eacute; a probabilidade de inadimpl&amp;ecirc;ncia &amp;ndash; cresceu 0,1% no segundo trimestre de 2010, atingindo o patamar de 95,62. Apesar da melhora cont&amp;iacute;nua do indicador ao longo dos &amp;uacute;ltimos trimestres, o risco de inadimpl&amp;ecirc;ncia do setor corporativo ainda n&amp;atilde;o retornou ao patamar observado antes da eclos&amp;atilde;o da crise financeira internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os economistas da Serasa Experian, a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade de cr&amp;eacute;dito das empresas, gradual, por&amp;eacute;m consistente, deve-se ao crescimento econ&amp;ocirc;mico do pa&amp;iacute;s e ao processo de normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da oferta de cr&amp;eacute;dito &amp;agrave;s empresas. &amp;Eacute; um indicativo de que, durante o segundo semestre deste ano, a trajet&amp;oacute;ria de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos n&amp;iacute;veis de inadimplemento das empresas dever&amp;aacute; ter prosseguimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;An&amp;aacute;lise por Porte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na segmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o por porte do Indicador Serasa Experian da Qualidade de Cr&amp;eacute;dito das Empresas, a melhora observada no segundo trimestre deveu-se &amp;agrave;s micros e pequenas empresas (alta de 0,2% na qualidade de cr&amp;eacute;dito desta categoria no segundo trimestre de 2010). J&amp;aacute; para as grandes e m&amp;eacute;dias empresas houve estabilidade na qualidade de cr&amp;eacute;dito para estes portes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A menor exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das micro e pequenas empresas ao mercado externo, o qual ainda carece de dinamismo, aliada &amp;agrave; expans&amp;atilde;o do mercado dom&amp;eacute;stico, est&amp;atilde;o entre os fatores que justificam a tend&amp;ecirc;ncia de melhora mais acentuada na qualidade de cr&amp;eacute;dito das micro e pequenas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, quando comparamos a qualidade de cr&amp;eacute;dito das empresas por porte, notamos que as micro e pequenas empresas, apesar da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o recente mais favor&amp;aacute;vel, continuam exibindo maior risco de inadimpl&amp;ecirc;ncia comparativamente &amp;agrave;s empresas de maior porte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;An&amp;aacute;lise Setorial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A qualidade de cr&amp;eacute;dito das empresas melhorou em todos os setores econ&amp;ocirc;micos durante o segundo trimestre. O destaque ficou por conta das empresas comerciais cuja qualidade de cr&amp;eacute;dito, com eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,2%, superou, pela primeira vez desde o in&amp;iacute;cio da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica iniciada no primeiro trimestre de 2007, a qualidade de cr&amp;eacute;dito do setor industrial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forte expans&amp;atilde;o do consumo dom&amp;eacute;stico tem favorecido a melhora de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa e, por tabela, a qualidade de cr&amp;eacute;dito das empresas do segmento comercial. Vale notar ainda que o setor de servi&amp;ccedil;os, comparativamente aos demais setores, continua na lideran&amp;ccedil;a do menor risco de cr&amp;eacute;dito empresarial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Número de empresas abertas no estado do Rio cresce 11,13% no primeiro semestre</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/22387-Nmero-empresas-abertas-estado-Rio-cresce-1113-primeiro-semestre.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 18:05:00 -0300</pubDate>
							<description>O crescimento dos negócios ao “momento bom” vivido pelo estado do Rio de Janeiro, com a perspectiva da realização de megaeventos esportivos, como os Jogos Mundiais Militares em 2011, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. </description>
                            <text>&lt;p&gt;13 de julho de 2010 - A Junta Comercial do Rio de Janeiro (Jucerja) registrou, no primeiro semestre deste ano, a abertura de 18.837 empresas no estado, superando em 11,13% o movimento de igual per&amp;iacute;odo do ano passado (16.950).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Jucerja, Carlos De La Roque, atribuiu o crescimento dos neg&amp;oacute;cios ao &amp;ldquo;momento bom&amp;rdquo; vivido pelo estado do Rio de Janeiro, com a perspectiva da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de megaeventos esportivos, como os Jogos Mundiais Militares em 2011, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimp&amp;iacute;adas em 2016. &amp;ldquo;Isso tudo faz com que as empresas venham para o Rio. Quer dizer, tem mercado consumidor e as pessoas come&amp;ccedil;am a abrir os seus neg&amp;oacute;cios&amp;rdquo;, disse hoje De La Roque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ascens&amp;atilde;o da nova classe social C, que permitiu o aumento do consumo, tamb&amp;eacute;m favorece o surgimento de novas empresas. &amp;ldquo;Muita gente est&amp;aacute; virando empregador. As empresas de pequeno porte est&amp;atilde;o crescendo&amp;rdquo;, assinalou De La Roque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As &amp;aacute;reas com maior crescimento de novos empreendimentos s&amp;atilde;o o com&amp;eacute;rcio varejista de vestu&amp;aacute;rio, com 6.481 empresas, bebidas, bares, restaurantes, cabeleireiros, inform&amp;aacute;tica. &amp;ldquo;Inform&amp;aacute;tica, inclusive, significa o crescimento do estado que necessita da &amp;aacute;rea de tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, observou o presidente da Jucerja..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os da Jucerja, como a informatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos processos, ajudou a criar um ambiente de neg&amp;oacute;cios, afirmou De La Roque. Desde 2007, as empresas abertas no estado do Rio de Janeiro t&amp;ecirc;m mostrado evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva, passando de 29.321 para 37.709 no ano passado. O presidente da Jucerja acredita que at&amp;eacute; o final de 2010, o n&amp;uacute;mero de empresas abertas no estado dever&amp;aacute; crescer 20%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grandes empresas no estado, como a Companhia Atl&amp;acirc;ntico Sul (CSA), que acabam ajudando a criar ao seu redor uma s&amp;eacute;rie de pequenas empresas fornecedoras, tamb&amp;eacute;m contribui para transformar em realidade essa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o, disse La Roque. Ter&amp;aacute; destaque tamb&amp;eacute;m nesse processo o Registro Mercantil Integrado (Regin), resultado de parceria entre a Jucerja, a Secretaria da Receita Federal, a Secretaria Estadual de Fazenda e os governos municipais. O Regin simplifica e agiliza o processo de abertura e fechamento de neg&amp;oacute;cios. O sistema est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel no site da Jucerja: www.jucerja.rj.gov.br .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At&amp;eacute; agora, 30 dos 92 munic&amp;iacute;pios fluminenses aderiram ao Regin. La Roque espera que at&amp;eacute; dezembro a capital do estado, que representa 50% do movimento de empresas registradas, fa&amp;ccedil;a a sua ades&amp;atilde;o, de modo a que o prazo de concess&amp;atilde;o de registros possa cair de 72 horas para 24 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dos munic&amp;iacute;pios, La Roque buscar&amp;aacute; incluir os cart&amp;oacute;rios de todo o estado. O n&amp;uacute;mero de delegacias da Junta Comercial do Rio ser&amp;aacute; elevado de 14 para 20 at&amp;eacute; o final deste ano. Ele pretende ainda, a partir de janeiro de 2011, dar um &amp;ldquo;diferencial de pre&amp;ccedil;o&amp;rdquo; para estimular o uso da internet pelos empres&amp;aacute;rios que usam os servi&amp;ccedil;os da Jucerja. O desconto ser&amp;aacute; em torno de 20% a 30% do valor cobrado, informou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Pedidos de falências recuam 19,7% no 1º semestre, revela Serasa Experian</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/21914-Pedidos-falncias-recuam-197-semestre-revela-Serasa-Experian.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 10:43:00 -0300</pubDate>
							<description>Micro e pequenas empresas lideram queda nos pedidos de falências São Paulo</description>
                            <text>&lt;p&gt;6 de julho de 2010 &amp;ndash; Nos seis primeiros meses de 2010, foram registrados 939 pedidos de fal&amp;ecirc;ncia em todo o pa&amp;iacute;s. O n&amp;uacute;mero &amp;eacute; 19,7% menor em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos 1.169 requerimentos verificados no mesmo per&amp;iacute;odo de 2009, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Fal&amp;ecirc;ncias e Recupera&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na an&amp;aacute;lise por porte, as micro e pequenas empresas foram as que apresentaram a maior queda nos pedidos de fal&amp;ecirc;ncia (-20,4%). No primeiro semestre do ano, dos 939 requerimentos, 596 foram de micro e pequenas empresas. No ano anterior, em igual per&amp;iacute;odo, estas empresas somaram 749 pedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As m&amp;eacute;dias e grandes empresas tamb&amp;eacute;m apresentaram recuo nos pedidos de fal&amp;ecirc;ncia, embora de maneira mais discreta. As m&amp;eacute;dias foram respons&amp;aacute;veis por 223 requerimentos de janeiro a junho de 2010, contra 276 no mesmo acumulado de 2009 (recuo de 19,2%). As grandes, por sua vez, tiveram 120 pedidos em 2010, e 144 em 2009 (queda de 16,7%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recuo mais acentuado dos pedidos de fal&amp;ecirc;ncias de micro e pequenas empresas deve-se ao maior dinamismo do mercado interno, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao cen&amp;aacute;rio externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as micros e pequenas empresas possuem o seu foco de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado dom&amp;eacute;stico, o bom momento vivido pela economia brasileira neste primeiro semestre de 2010 acabou favorecendo, de forma mais acentuada, a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa desta categoria de empresas. J&amp;aacute; as m&amp;eacute;dias e grandes empresas, expostas ao com&amp;eacute;rcio internacional, estiveram mais suscet&amp;iacute;veis as oscila&amp;ccedil;&amp;otilde;es adversas do mercado externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta mesma raz&amp;atilde;o, as m&amp;eacute;dias empresas foram o &amp;uacute;nico porte que apresentou aumento nas fal&amp;ecirc;ncias decretadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>BNDES cria nova classificação por porte de empresas</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/21062-BNDES-cria-nova-classificao-por-porte-empresas.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 19:51:00 -0300</pubDate>
							<description>A nova faixa compreende companhias com faturamento anual entre R$ 90 milhões e R$ 300 milhões.</description>
                            <text>&lt;p&gt;23 de junho de 2010 - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Social (BNDES) anunciou hoje a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova faixa intermedi&amp;aacute;ria na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas que podem pleitear financiamento junto &amp;agrave; institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, denominada m&amp;eacute;dia-grande empresa. A nova faixa compreende companhias com faturamento anual entre R$ 90 milh&amp;otilde;es e R$ 300 milh&amp;otilde;es. Segundo informou a assessoria do BNDES, o objetivo &amp;eacute; auxiliar na formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas espec&amp;iacute;ficas, destinadas &amp;agrave; sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas que se mostrem em processo de expans&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O banco atualizou ainda os valores de Receita Operacional Bruta (ROB) que servem de par&amp;acirc;metro para a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas. Com a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as faixas de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o passam de quatro para cinco. Ter&amp;aacute; tratamento de microempresa quem apresentar receita bruta anual inferior ou igual a R$ 2,4 milh&amp;otilde;es por ano (o limite anterior era de at&amp;eacute; R$ 1,2 milh&amp;atilde;o). Para pequenas empresas, o valor de faturamento foi ampliado da faixa anterior de R$ 1,2 milh&amp;atilde;o/ano a R$ 10,5 milh&amp;otilde;es/ano para a faixa de R$ 2,4 milh&amp;otilde;es/ano a R$ 16 milh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para m&amp;eacute;dia empresa, de R$ 16 milh&amp;otilde;es/ano at&amp;eacute; R$ 90 milh&amp;otilde;es/ano (a faixa anterior era de faturamento anual entre R$ 10,5 milh&amp;otilde;es e R$ 60 milh&amp;otilde;es). Para a nova categoria de empresa m&amp;eacute;dia-grande, ser&amp;aacute; considerada a receita bruta anual superior a R$ 90 milh&amp;otilde;es e inferior ou igual a R$ 300 milh&amp;otilde;es. Acima desse faturamento, as empresas ser&amp;atilde;o tratadas como grandes pelo banco de fomento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Receita recebeu 11% das declarações econômico-fiscais de empresas neste ano</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/20698-Receita-recebeu-das-declaraes-econmico-fiscais-empresas-neste-ano.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 12:14:00 -0300</pubDate>
							<description>As declarações devem ser apresentadas até as 23h59min59seg, horário de Brasília, do dia 30 de junho de 2010. A partir deste ano para a transmissão da DIPJ será obrigatório usar a assinatura digital da declaração.</description>
                            <text>&lt;p&gt;18 de junho de 2010 - A Receita Federal divulgou hoje o primeiro balan&amp;ccedil;o da entrega da Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;mico-Fiscais da Pessoa Jur&amp;iacute;dica (DIPJ 2010). Foram entregues 227.075, cerca de 11% dos 2 milh&amp;otilde;es estimados neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ser apresentadas at&amp;eacute; as 23h59min59seg, hor&amp;aacute;rio de Bras&amp;iacute;lia, do dia 30 de junho de 2010. A partir deste ano para a transmiss&amp;atilde;o da DIPJ ser&amp;aacute; obrigat&amp;oacute;rio usar a assinatura digital da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa que declarar fora do prazo est&amp;aacute; sujeita a multa de 2% ao m&amp;ecirc;s-calend&amp;aacute;rio ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, incidente sobre o montante do imposto informado na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda que integralmente pago limitada a 20%. O valor m&amp;iacute;nimo da multa ser&amp;aacute; de&amp;nbsp; R$ 500,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital &amp;eacute; importante porque d&amp;aacute; seguran&amp;ccedil;a ao contribuinte, ao garantir a origem da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pro meio criptografia - c&amp;oacute;digos mais dif&amp;iacute;ceis de ser decifrados na internet. Com a certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, o contribuinte tem assegurado que est&amp;aacute; remetendo a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Receita Federal. Por outro lado, a Receita vai ter a seguran&amp;ccedil;a de que, de fato, foi o contribuinte quem enviou a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V&amp;aacute;rios servi&amp;ccedil;os da Receita disponibilizados no Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC) exigem atualmente esse tipo de tecnologia para autenticar as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O objetivo &amp;eacute; evitar que o contribuinte tenha uma s&amp;eacute;rie de transtornos, pois ele passa a ter uma senha com todas as garantias de seguran&amp;ccedil;a, com um c&amp;oacute;digo que n&amp;atilde;o permite ser violado com facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo aproximado para uma empresa ter a ferramenta &amp;eacute; de R$ 150, valor considerado pequeno em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es das empresas. Para as empresas que n&amp;atilde;o quiserem fazer a certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Receita criou uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais barata: a procura&amp;ccedil;&amp;atilde;o eletr&amp;ocirc;nica, que permite ao empres&amp;aacute;rio autorizar a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferramenta por um contador, que far&amp;aacute; a transmiss&amp;atilde;o dos documentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Empresas de serviços lideram fraca demanda por crédito em maio</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/20610-Empresas-servios-lideram-fraca-demanda-por-crdito-maio.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 13:12:00 -0300</pubDate>
							<description>No segundo lugar, as empresas do setor industrial apresentaram decréscimo de 1,5% na demanda por crédito entre abril e maio. </description>
                            <text>&lt;p&gt;17 de maio de 2010 - As empresas do setor de servi&amp;ccedil;os foram as que menos pediram empr&amp;eacute;stimos em maio, apresentando queda de 2,2% frente a abril, segundo apurou o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Cr&amp;eacute;dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &amp;iacute;ndice geral apresentou o segundo recuo mensal consecutivo, ao registrar retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1,5% no m&amp;ecirc;s passado na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo lugar, as empresas do setor industrial apresentaram decr&amp;eacute;scimo de 1,5% na demanda por cr&amp;eacute;dito entre abril e maio. Entre as empresas comerciais, o recuo mensal foi menor, de 1,0%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os cinco primeiros meses deste ano e o mesmo per&amp;iacute;odo de 2009, as empresas do setor comercial lideram a expans&amp;atilde;o da procura por cr&amp;eacute;dito, com alta de 11,5%. Logo em seguida, aparecem as empresas de servi&amp;ccedil;os com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o acumulada de 10,9%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo per&amp;iacute;odo, as ind&amp;uacute;strias tiveram crescimento de 6,9% na procura por cr&amp;eacute;dito na mesma base de confronto. &#34;A maior exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor industrial ao cen&amp;aacute;rio externo est&amp;aacute; entre as causas que explicam o desempenho mais fraco da ind&amp;uacute;stria em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos demais setores econ&amp;ocirc;micos, em termos de procura por cr&amp;eacute;dito no acumulado do ano at&amp;eacute; maio&#34;, informou a Serasa Experian. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Pequenas empresas puxam queda na busca por crédito em maio</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/20603-Pequenas-empresas-puxam-queda-busca-por-crdito-maio.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 13:05:00 -0300</pubDate>
							<description>O número de empresas de menor porte que pediu empréstimos no mês passado recuou 1,6% em relação a abril.</description>
                            <text>&lt;p&gt;17 de maio de 2010 - As micro e pequenas empresas foram respons&amp;aacute;veis pela queda na procura das empresas por cr&amp;eacute;dito, segundo apurou o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Cr&amp;eacute;dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O n&amp;uacute;mero de empresas de menor porte que pediu empr&amp;eacute;stimos no m&amp;ecirc;s passado recuou 1,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a abril. O &amp;iacute;ndice geral sofreu queda de 1,5% na mesma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, a procura por cr&amp;eacute;dito nas m&amp;eacute;dias e grandes empresas cresceu no m&amp;ecirc;s passado frente a abril, com avan&amp;ccedil;o de 0,5% e 0,4% respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De janeiro a maio, as grandes empresas lideram a procura por cr&amp;eacute;dito, com crescimento de 14,2% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os primeiros cinco meses de 2009. Assim como entre as micro e pequenas empresas, que registraram aumento de 12% na demanda no confronto anual.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido oposto, as m&amp;eacute;dias empresas exibem uma din&amp;acirc;mica mais contida na sua busca por cr&amp;eacute;dito, com recuo de 7,9%, &#34;j&amp;aacute; que muitas delas s&amp;atilde;o empresas exportadoras e que, por isto, encontram um mercado externo ainda se recuperando de forma lenta dos impactos adversos da crise financeira internacional&#34;, explicou a Serasa Experian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Empresas pedem menos empréstimos em maio, aponta Serasa</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/20599-Empresas-pedem-menos-emprstimos-maio-aponta-Serasa.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 12:45:00 -0300</pubDate>
							<description>Trata-se da segunda queda mensal consecutiva do índice, que caiu 5,1% em abril ante março. </description>
                            <text>&lt;p&gt;17 de maio de 2010 - A quantidade de empresas que procurou cr&amp;eacute;dito recuou 1,5% em maio na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o m&amp;ecirc;s anterior, segundo apurou o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Cr&amp;eacute;dito. Trata-se da segunda queda mensal consecutiva do &amp;iacute;ndice, que caiu 5,1% em abril ante mar&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maio de 2009, a demanda das empresas por cr&amp;eacute;dito avan&amp;ccedil;ou 4,6%, o menor crescimento anual dos &amp;uacute;ltimos quatro meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No acumulado dos primeiros cinco meses de 2010, a demanda das empresas por cr&amp;eacute;dito avan&amp;ccedil;ou 10,8% sobre o per&amp;iacute;odo acumulado de janeiro a maio de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os economistas da Serasa Experian, o fato do m&amp;ecirc;s de maio ter acusado a segunda queda mensal consecutiva, bem como a menor taxa anual de crescimento da demanda por cr&amp;eacute;dito dos &amp;uacute;ltimo quatro meses, sinaliza que a procura das empresas por cr&amp;eacute;dito evolui de forma bastante gradual, mantendo-se compat&amp;iacute;vel com o pr&amp;oacute;prio processo de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade econ&amp;ocirc;mica esperado para ocorrer a partir deste segundo trimestre de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Receita cancela CNPJ de cerca de 3,5 milhões de empresas inativas</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/19396-Receita-cancela-CNPJ-cerca-milhes-empresas-inativas.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Mon, 31 May 2010 15:46:00 -0300</pubDate>
							<description>Segundo a Receita, a ação abrange apenas as empresas cuja inaptidão ocorreu até 31 de dezembro de 2008.</description>
                            <text>&lt;p&gt;31 de maio de 2010 - A Receita Federal cancelou a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Cadastro Nacional de Pessoa Jur&amp;iacute;dica (CNPJ) de cerca de 3,5 milh&amp;otilde;es de empresas inativas. A instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o normativa n&amp;ordm; 1.035 foi publicada no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o de hoje. A medida j&amp;aacute; era prevista e dependia de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o. Segundo a Receita, a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o abrange apenas as empresas cuja inaptid&amp;atilde;o ocorreu at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o normativa, a partir de agora, essas empresas est&amp;atilde;o desobrigadas a apresentar declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e demonstrativos exigidos pela Receita e isentas das penalidades decorrentes do descumprimento dessas obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas f&amp;iacute;sicas que deveriam fornecer a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Imposto de Renda dos exerc&amp;iacute;cios de 2006 a 2009 (ano-base de 2005 a 2008), por fazerem parte de uma empresa inativa, est&amp;atilde;o dispensadas da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do documento desde que n&amp;atilde;o tenham outro tipo de obrigatoriedade com o Fisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es no CNPJ canceladas podem ser consultadas na p&amp;aacute;gina da Receita na internet, na op&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;emiss&amp;atilde;o do comprovante de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cadastral&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>BNDES apresenta linhas de crédito para MPEs fluminenses</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/18946-BNDES-apresenta-linhas-crdito-para-MPEs-fluminenses.html</link>
							
									
								
							<category>Empresas</category>
							<pubDate>Mon, 24 May 2010 19:47:00 -0300</pubDate>
							<description>O evento é promovido pelo BNDES em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). </description>
                            <text>&lt;p&gt;24 de maio de 2010 - As linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Social (BNDES) voltadas para as micro, pequenas e m&amp;eacute;dias empresas (MPEs) ser&amp;atilde;o apresentadas a empres&amp;aacute;rios de Niter&amp;oacute;i (RJ) na pr&amp;oacute;xima quinta-feira (27), em palestra no Servi&amp;ccedil;o Social da Ind&amp;uacute;stria (Sesi).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento &amp;eacute; promovido pelo BNDES em parceria com a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). A palestra destacar&amp;aacute; a principal ferramenta de apoio &amp;agrave;s MPEs, o Cart&amp;atilde;o BNDES para compras no portal eletr&amp;ocirc;nico da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O cart&amp;atilde;o permite tamb&amp;eacute;m que as pequenas empresas possam se credenciar para integrar a rede de fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados podem se inscrever na p&amp;aacute;gina do BNDES na internet. A nova s&amp;eacute;rie de apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre as linhas de cr&amp;eacute;dito do BNDES se estender&amp;aacute; pelo m&amp;ecirc;s de junho, nas cidades fluminenses de Duque de Caxias (10), Petr&amp;oacute;polis (14), Nova Igua&amp;ccedil;u (22), Nova Friburgo (24), Itaperuna (29), Campos e Maca&amp;eacute; (30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ag&amp;ecirc;ncia Brasil)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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<description>ultimoinstante: notícias</description>
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