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	<title>ultimoinstante: notícias</title>
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		<title>ultimoinstante: notícias</title>
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					<item>
						
							<title>União Vivo-Telesp somará US$ 5,070 bilhões</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/23599-Unio-Vivo-Telesp-somar-5070-bilhes.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:17:00 -0300</pubDate>
							<description>O diretor financeiro da Telefónica, Santiago Fernández Valbuena, assinalou que a compra gerará sinergias &amp;quot;significativas&amp;quot; e expressou sua satisfação com o acordo de compra que lhe permitirá &amp;quot;capturar o potencial do mercado brasileiro&amp;quot;.</description>
                            <text>&lt;p&gt;&amp;nbsp;29 de julho de 2010 -&amp;nbsp; A Telef&amp;oacute;nica calcula que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Vivo e da Telesp no Brasil supor&amp;aacute; uma cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de valor de entre US$ 4,290 bilh&amp;otilde;es e US$ 5,070 bilh&amp;otilde;es, segundo a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o enviada hoje &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o Nacional da Bolsa de Valores (CNMV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos n&amp;uacute;meros oferecidos &amp;agrave; CNMV - o organismo que supervisiona as bolsas de valores espanholas - est&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;das as sinergias operativas pela uni&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios, os lucros da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no modelo de gest&amp;atilde;o da Telef&amp;oacute;nica, assim como as sinergias fiscais e financeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor financeiro da Telef&amp;oacute;nica, Santiago Fern&amp;aacute;ndez Valbuena, assinalou que a compra gerar&amp;aacute; sinergias &#34;significativas&#34; e expressou sua satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o acordo de compra que lhe permitir&amp;aacute; &#34;capturar o potencial do mercado brasileiro&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os analistas, a operadora detalha que espera fechar a primeira fase da compra da Vivo no final de setembro, ap&amp;oacute;s a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Anatel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, a operadora mant&amp;eacute;m sua inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lan&amp;ccedil;ar uma oferta pelo resto das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ordin&amp;aacute;rias da Vivo, em torno de 3,8% do capital, por 800 milh&amp;otilde;es de euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que com a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Vivo e da Telesp a Telef&amp;oacute;nica se transformar&amp;aacute; na primeira operadora no Brasil em n&amp;uacute;mero de acessos, com 69,2 milh&amp;otilde;es no fechamento do primeiro trimestre de 2010; e por lucros, com 11,8 bilh&amp;otilde;es de euros em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ap&amp;oacute;s meses de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a Telef&amp;oacute;nica fechou um acordo para comprar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Portugal Telecom na Vivo por 7,5 bilh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Telef&amp;oacute;nica e a Portugal Telecom controlam 60% da Vivo atrav&amp;eacute;s da sociedade conjunta na Brasilcel. EFE&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
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							<title>Fusões e aquisições no setor de petróleo e gás devem se acelerar com pré-sal, aponta Ernst &amp; Young</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/21692-Fuses-aquisies-setor-petrleo-devem-acelerar-com--sal-aponta-Ernst-Young.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 18:39:00 -0300</pubDate>
							<description>Investimento direto será de US$ 190 bilhões até 2013; fornecedores de bens e serviços já presentes no Brasil devem ser principal alvo das companhias estrangeiras
</description>
                            <text>&lt;p&gt;1&amp;ordm; de julho de 2010 &amp;ndash; O Brasil deve assistir nos pr&amp;oacute;ximos meses uma nova onda de fus&amp;otilde;es e aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em toda a cadeia petrol&amp;iacute;fera &amp;ndash; mas com personagens conhecidos. Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ernst &amp;amp; Young sobre as perspectivas da ind&amp;uacute;stria brasileira de petr&amp;oacute;leo mostra que boa parte dos neg&amp;oacute;cios realizados ocorrer&amp;aacute; entre fornecedores de bens e servi&amp;ccedil;os j&amp;aacute; presentes no mercado nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Alberto de Assis, s&amp;oacute;cio de servi&amp;ccedil;os de assessoria da Ernst &amp;amp; Young especializado em riscos, lembra que o setor deve receber investimentos diretos de at&amp;eacute; US$ 190 bilh&amp;otilde;es at&amp;eacute; 2013, considerando investimentos da Petrobras, petroleiras e empresas da cadeia de fornecedores de bens e servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do marco regulat&amp;oacute;rio do pr&amp;eacute;-sal, qualquer que seja, traz um cen&amp;aacute;rio de maior seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica&amp;rdquo;, avalia o executivo. &amp;ldquo;A dimens&amp;atilde;o das reservas e as perspectivas de lucratividade apresentadas, inevitavelmente colabora para atrair interessados&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos analistas v&amp;ecirc; um reequil&amp;iacute;brio do mercado de petr&amp;oacute;leo neste ano, com uma ampla capacidade de reservas capaz de atender aos aumentos da demanda. Os pre&amp;ccedil;os subiram significativamente, e essa tend&amp;ecirc;ncia deve se manter com o aquecimento do setor. &amp;ldquo;A recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo, aproximadamente US$ 60-80 o barril, significa que aumentou o n&amp;uacute;mero de projetos que se tornaram economicamente vi&amp;aacute;veis. &amp;Eacute; o caso dos projetos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o em &amp;aacute;guas profundas, que demandam investimento de capital de grande escala&amp;rdquo;, explica Assis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projetos dessa natureza favorecem uma abordagem colaborativa. J&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel observar essas tend&amp;ecirc;ncias no mercado com a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Petrobras com uma s&amp;eacute;rie de empresas para o desenvolvimento de suas descobertas em &amp;aacute;guas profundas da costa brasileira, nas bacias de Campos e Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o refor&amp;ccedil;a a expectativa de mais acordos entre empresas do setor neste semestre, inclusive com o investimento em novas regi&amp;otilde;es. &amp;ldquo;A exemplo do que j&amp;aacute; observamos no primeiro semestre, os neg&amp;oacute;cios ser&amp;atilde;o menos numerosos, mas dever&amp;atilde;o envolver um volume maior de recursos&amp;rdquo;, explica Assis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de que, a partir deste momento, os neg&amp;oacute;cios ser&amp;atilde;o realizados em duas etapas: na primeira, por meio de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre as empresas estrangeiras e a Petrobras, com objetivo de explorar as reservas do pr&amp;eacute;-sal. Depois, uma segunda frente de neg&amp;oacute;cios ser&amp;aacute; aberta por meio de parcerias e fus&amp;otilde;es, tanto por fornecedoras estrangeiras quanto nacionais, em busca de adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos padr&amp;otilde;es nacionais de conte&amp;uacute;do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gargalos&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Retornando de um encontro com um grupo de 60 investidores norte-americanos interessados em investir no pr&amp;eacute;-sal, Assis revelou que, mais do que o marco regulat&amp;oacute;rio, a principal preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora do Pa&amp;iacute;s &amp;eacute; com antigos problemas estruturais. Gargalos log&amp;iacute;sticos, falta de m&amp;atilde;o-de-obra qualificada e a complexidade da tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o alguns dos principais pontos de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os estrangeiros. &amp;ldquo;S&amp;atilde;o as perspectivas de crescimento da economia local e de lucratividade propiciada pelo pr&amp;eacute;-sal que os mant&amp;ecirc;m interessados&amp;rdquo;, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>France Telecom e &quot;Nouvel Observateur&quot; retiram oferta pelo &quot;Le Monde&quot;</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/21260-France-Telecom-Nouvel-Observateur-retiram-oferta-pelo-Monde.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 08:37:00 -0300</pubDate>
							<description>&amp;quot;A Orange - marca da France Telecom - e o &amp;quot;Nouvel Observateur&amp;quot; concordaram em retirar sua proposta&amp;quot;, depois que a Sociedade de Redatores do jornal rejeitou a oferta na sexta-feira, informou a empresa em comunicado.</description>
                            <text>&lt;p&gt;28 de junho de 2010 - O grupo France Telecom e o seman&amp;aacute;rio &#34;Nouvel Observateur&#34;, associados com o grupo espanhol Prisa, retiraram hoje sua oferta de compra do jornal &#34;Le Monde&#34;, anunciou hoje a empresa de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#34;A Orange - marca da France Telecom - e o &#34;Nouvel Observateur&#34; concordaram em retirar sua proposta&#34;, depois que a Sociedade de Redatores do jornal rejeitou a oferta na sexta-feira, informou a empresa em comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A France Telecom apresentou uma oferta pelo &#34;Le Monde&#34; junto com o propriet&amp;aacute;rio do seman&amp;aacute;rio pol&amp;iacute;tico &#34;Nouvel Observateur&#34;, Claude Perdriel, e o grupo editorial espanhol Prisa, que controla 15% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do franc&amp;ecirc;s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a retirada desta, a &amp;uacute;nica oferta vigente &amp;eacute; a do trio de empres&amp;aacute;rios franceses formado pelo banqueiro e propriet&amp;aacute;rio da revista &#34;Inrockuptibles&#34;, Matthieu Pigasse; o co-fundador da casa de moda Yves Saint Laurent Pierre Berg&amp;eacute;; e o fundador da operadora de telefonia Free, Xavier Niel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira, a Sociedade de Redatores do &#34;Le Monde&#34;, principal acionista do grupo propriet&amp;aacute;rio do jornal, rejeitou a oferta, e uma vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o se mostrou favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; apresentada pelos tr&amp;ecirc;s empres&amp;aacute;rios franceses. A proposta de Pigasse, Niel e Berg&amp;eacute; conseguiu o apoio de mais de 90% dos redatores do jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previs&amp;atilde;o &amp;eacute; de que o Conselho de Vigil&amp;acirc;ncia do &#34;Le Monde&#34; se pronuncie hoje de forma definitiva sobre o in&amp;iacute;cio das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ag&amp;ecirc;ncia EFE - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Andrade Gutierrez e Camargo Correia aumentam participação na CCR</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/20995-Andrade-Gutierrez-Camargo-Correia-aumentam-participao-CCR.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 11:47:00 -0300</pubDate>
							<description>Após o fechamento da operação, as três companhias, atuais acionistas controladores da CCR, deterão, em partes iguais, 51% do total de ações ordinárias da empresa</description>
                            <text>&lt;p&gt;23 de junho de 2010 - A Andrade Gutierrez, em conjunto com a Camargo Corr&amp;ecirc;a e a Soares Penido, anunciou o aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Cia. de Concess&amp;otilde;es Rodovi&amp;aacute;rias (CCR), com a compra de&amp;nbsp; 6% das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de titularidade da companhia portuguesa Brisa, pelo pre&amp;ccedil;o de R$ 990 milh&amp;otilde;es. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ap&amp;oacute;s o fechamento da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as tr&amp;ecirc;s companhias, atuais acionistas controladores da CCR,&amp;nbsp; deter&amp;atilde;o, em partes iguais, 51% do total de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ordin&amp;aacute;rias da empresa, n&amp;atilde;o configurando, portanto, mudan&amp;ccedil;a de controle na CCR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o comunicado enviado ao mercado, a conclus&amp;atilde;o do acordo est&amp;aacute; condicionada &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;otilde;es das autorizades competentes e o fechamento da transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; previsto para ocorrer at&amp;eacute; o final do m&amp;ecirc;s de Julho, quando a Brisa deixar&amp;aacute; de fazer parte do quadro de acionistas da CCR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Cyrte aumenta participação na Tivit para 15,8%</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/18828-Cyrte-aumenta-participao-Tivit-para-158.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Fri, 21 May 2010 15:28:00 -0300</pubDate>
							<description>A Cyrte informou que a aquisição não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia.</description>
                            <text>&lt;p&gt;21 de maio de 2010 - A Tivit, empresa de terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos, pervi&amp;ccedil;os e Tecnologia, (TVIT3) anunciou hoje que a companhia holandesa Cyrte, que j&amp;aacute; detinha 9,9 milh&amp;otilde;es de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ordin&amp;aacute;rias, comprou mais 4,162 milh&amp;otilde;es de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da empresa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora, a empresa holandesa passa a deter 15,8% do capital da Tivit, equivalente a 14,062 milh&amp;otilde;es de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cyrte informou que a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o objetiva alterar a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do controle ou a estrutura administrativa da Companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
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							<title>Volume de operações de fusões e aquisições cresce 8,1% no trimestre, aponta Anbima</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/18597-Volume-operaes-fuses-aquisies-cresce-trimestre-aponta-Anbima.html</link>
							
									
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							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Wed, 19 May 2010 11:01:00 -0300</pubDate>
							<description>Número de operações acima de R$ 1 bilhão é recorde e representa 42,1% do total</description>
                            <text>&lt;p&gt;19 de maio de 2010 &amp;ndash; O mercado de Fus&amp;otilde;es, Aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, OPAs (Oferta P&amp;uacute;blica de Aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de A&amp;ccedil;&amp;otilde;es) e Reestrutura&amp;ccedil;&amp;otilde;es Societ&amp;aacute;rias movimentou R$ 25,3 bilh&amp;otilde;es no primeiro trimestre de 2010, o que representa um crescimento de 8,1% sobre igual per&amp;iacute;odo do ano anterior, de acordo com o Ranking Anbima de Fus&amp;otilde;es e Aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, divulgado hoje pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais.&amp;nbsp; No per&amp;iacute;odo, foram registrados 19 neg&amp;oacute;cios, comparados as 22 opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do mesmo per&amp;iacute;odo de 2009. Os neg&amp;oacute;cios efetivamente encerrados entre janeiro e mar&amp;ccedil;o de 2010 somaram R$ 3,1 bilh&amp;otilde;es, num total de quatro opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de grande porte s&amp;atilde;o destaque em 2010. As transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es anunciadas com valor superior a R$ 1 bilh&amp;atilde;o representaram 42,1% do total, enquanto no mesmo per&amp;iacute;odo de 2009 a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grandes transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no volume total foi de 27,3%. O percentual apurado no primeiro trimestre de 2010 para esse tipo de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m superior aos anos fechados da s&amp;eacute;rie apresentada. A maior opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o registrada no primeiro trimestre, no valor de R$ 7 bilh&amp;otilde;es, foi a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 100% da Bunge Part. Invest. pela Vale. &lt;br /&gt;&amp;ldquo;No primeiro trimestre de 2010 foram anunciadas grandes transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cujas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram iniciadas ou retomadas dado o vigor da economia brasileira a partir do segundo semestre de 2009&amp;rdquo;, explica Bruno Amaral, coordenador da Subcomiss&amp;atilde;o de Fus&amp;otilde;es e Aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Anbima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2009, cresce a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas brasileiras como compradoras, tend&amp;ecirc;ncia que vem se acentuando ao longo dos anos. No primeiro trimestre deste ano, elas responderam por 86,2% do volume das aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Companhias nacionais anunciaram compra de seis empresas estrangeiras, num total de R$ 11,2 bilh&amp;otilde;es ou 44,2% do montante apurado no trimestre. Destacam-se as empresas de origem europ&amp;eacute;ia, que representaram 83% dessa segmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. No mesmo per&amp;iacute;odo de 2009, empresas americanas (57,7% das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es) e asi&amp;aacute;ticas (40,9%) foram as mais adquiridas por empresas brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamb&amp;eacute;m foi detectado um forte movimento de aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre empresas brasileiras, somando R$ 10,6 bilh&amp;otilde;es em 11 transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &amp;ldquo;Esses dados demonstram que as empresas brasileiras emergiram fortes da crise internacional, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de se concentrar e apostar em oportunidades de crescimento, ao inv&amp;eacute;s de adotar uma postura mais defensiva como em crises anteriores&amp;rdquo;, afirma Amaral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setorialmente, Qu&amp;iacute;mica e Petroqu&amp;iacute;mica registrou o maior volume anunciado em 2010, de 34,7%, seguido por Empreendimentos e Participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com 27,8% e Agroneg&amp;oacute;cio, com 19%. O destaque de 2009 havia sido o setor de Alimentos e Bebidas. Como exemplo nesse primeiro trimestre, a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor de Qu&amp;iacute;mica e Petroqu&amp;iacute;mica com a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Unipar detidas na Quattor, Poliputenos e Unipar Comercial pela Braskem no volume total de R$ 4,9 bilh&amp;otilde;es e a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Petrobras na Quattor de 40% pela Braskem no volume de R$ 3,2 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Fundo de investimentos Apax compra 54,25% da Tivit</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/17862-Fundo-investimentos-Apax-compra-5425-Tivit.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Mon, 10 May 2010 14:18:00 -0300</pubDate>
							<description>O preço de compra superou em 9,69% o valor das ações no fechamento da bolsa de São Paulo da sexta-feira passada, segundo um comunicado enviado pela companhia ao mercado.</description>
                            <text>&lt;p&gt;10 de maio de 2010 - A empresa de tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira Tivit anunciou hoje a venda de 54,25% de seu capital social ao fundo de investimentos americano Apax por 873,8 milh&amp;otilde;es de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pre&amp;ccedil;o de compra superou em 9,69% o valor das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no fechamento da bolsa de S&amp;atilde;o Paulo da sexta-feira passada, segundo um comunicado enviado pela companhia ao mercado. O acordo prev&amp;ecirc; que os principais executivos da empresa continuem em seus cargos, por isso que em princ&amp;iacute;pio as suas atividades n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o alteradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tivit &amp;eacute; especializada em servi&amp;ccedil;os de tecnologia de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ela est&amp;aacute; presente em 15 pa&amp;iacute;ses, conta com 24 mil empregados e em 2009 registrou lucros de 920 milh&amp;otilde;es de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ag&amp;ecirc;ncia EFE - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
					</item>
				
					<item>
						
							<title>Empresa portuguesa Ongoing compra grupo editorial O Dia</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/15345-Empresa-portuguesa-Ongoing-compra-grupo-editorial-Dia.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 13:50:00 -0300</pubDate>
							<description>Em comunicado, a Ongoing, com interesses em vários meios de comunicação de Portugal e que edita desde outubro o &amp;quot;Brasil Econômico&amp;quot;, ressalta que com esta compra se transforma no &amp;quot;terceiro maior grupo brasileiro de imprensa, com uma audiência diária de 3,5 milhões de pessoas&amp;quot;.</description>
                            <text>&lt;p&gt;1&amp;ordm; de abril de 2010 -&amp;nbsp; A corpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o portuguesa Ongoing  adquiriu, por meio da sua subsidi&amp;aacute;ria no Brasil, Empresa Jornal Econ&amp;ocirc;mico, o grupo &#34;O Dia&#34;, que publica tr&amp;ecirc;s jornais di&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado, a  Ongoing, com interesses em v&amp;aacute;rios meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Portugal e que edita desde outubro o &#34;Brasil Econ&amp;ocirc;mico&#34;, ressalta que com esta compra se transforma no &#34;terceiro maior grupo brasileiro de imprensa, com uma audi&amp;ecirc;ncia di&amp;aacute;ria de 3,5 milh&amp;otilde;es de pessoas&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa portuguesa afirma que este acordo  permite estar em &#34;todos os segmentos do mercado da imprensa&#34; no Brasil e explica que as publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es agora adquiridas - &#34;O Dia&#34; e &#34;Meia Hora&#34; e o jornal esportivo &#34;Campe&amp;atilde;o&#34; - pertencem ao segmento que registrou &#34;a maior taxa de crescimento&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;eacute;m disso, o presidente do Conselho de  Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ongoing, Nuno Vanconcellos, considerou que a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &#34;constitui um passo decisivo e estrutural na linha estrat&amp;eacute;gica da empresa, que passa por a aposta em mercados de l&amp;iacute;ngua portuguesa&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grupo &#34;O Dia&#34;,  fundado em 1951, quando come&amp;ccedil;ou a publicar o peri&amp;oacute;dico que de mesmo nome, &amp;eacute; considerado um dos mais modernos da Am&amp;eacute;rica Latina e disp&amp;otilde;e de uma equipe de profissionais formada por 700 pessoas, segundo dados da Ongoing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o  conglomerado, controlado pela fam&amp;iacute;lia Rocha dos Santos, participa de mais de 20% no grupo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o portugu&amp;ecirc;s Impressa; &amp;eacute; acionista de refer&amp;ecirc;ncia da Portugal Telecom (PT); e possui o maior operador de televis&amp;atilde;o a cabo de Portugal, o Zon Multim&amp;iacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o com ag&amp;ecirc;ncia EFE - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>BM&amp;FBovespa aumenta participação no CME Group</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/12088-BMFBovespa-aumenta-participao-CME-Group.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 10:25:00 -0200</pubDate>
							<description>Com o acordo, a BM&amp;amp;FBovespa e CME passarão a ser “Sócios Estratégicos Preferenciais Globais” e devem desenvolver em conjunto uma nova plataforma eletrônica de negociação, com tempo de processamento de negócios inferior a um milissegundo.</description>
                            <text>&lt;p&gt;12 de fevereiro de 2010 - A BM&amp;amp;FBovespa anunciou hoje que firmou um acordo de parceria estrat&amp;eacute;gica com a CME Group, que controla a maior bolsa de derivativos do mundo, a Chicago Mercantile, elevando sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o societ&amp;aacute;ria de 1,8% para 5%, atrav&amp;eacute;s de um investimento de aproximadamente US$ 620 milh&amp;otilde;es. O acordo iguala o n&amp;iacute;vel da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o societ&amp;aacute;ria que o CME det&amp;eacute;m na BM&amp;amp;FBovespa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o acordo, a BM&amp;amp;FBovespa e CME passar&amp;atilde;o a ser &amp;ldquo;S&amp;oacute;cios Estrat&amp;eacute;gicos Preferenciais Globais&amp;rdquo; e devem desenvolver em conjunto uma nova plataforma eletr&amp;ocirc;nica de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com tempo de processamento de neg&amp;oacute;cios inferior a um milissegundo, que deve abranger sob a mesma infra-estrutura todos os segmentos de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o existentes BM&amp;amp;FBovespa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro m&amp;oacute;dulo a ser desenvolvido ser&amp;aacute; o de derivativos, que substituir&amp;aacute;, at&amp;eacute; o in&amp;iacute;cio de 2011, o atual GTS (Global Trading System), sistema eletr&amp;ocirc;nico de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o utilizado pela BVMF em seu segmento de derivativos financeiros e de commodities, e c&amp;acirc;mbio &amp;agrave; vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo m&amp;oacute;dulo ser&amp;aacute; implantado at&amp;eacute; o final de 2011, e substituir&amp;aacute; os sistemas de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o MegaBolsa, Sisbex e BovespaFIX atualmente utilizados pela BVMF nos mercados de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, t&amp;iacute;tulos p&amp;uacute;blicos federais e t&amp;iacute;tulos privados de renda fixa, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado, a BM&amp;amp;FBovespa afirma que a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acordo &amp;eacute; &#34;identificar oportunidades de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas de investimento e de parcerias comerciais com outras bolsas do mundo, nos segmentos de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de derivativos&#34;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;eacute;m disso, a BM&amp;amp;FBovespa poder&amp;aacute; indicar um representante para participar do Conselho de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CME.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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							<title>Kraft acerta compra da Cadbury por US$ 19,6 bilhões</title>
							<link>http://www.ultimoinstante.com.br/empresas/fusoes-aquisicoes/10526-Kraft-acerta-compra-Cadbury-por-196-bilhes.html</link>
							
									
								
							<category>Fusões e Aquisições</category>
							<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 10:31:00 -0200</pubDate>
							<description>A Kraft ofereceu 5 libras e 0,1874 nova ação por cada papel da Cadbury (equivalente a 8,4 libras). A proposta inicial era de 3 libras e 0,2589 ação a ser emitida pela Kraft (equivalente a 7,7 libras).</description>
                            <text>&lt;p&gt;19 de janeiro de 2010 - A Kraft Foods melhorou a aferta de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Cadbury e fechou a compra da companhia brit&amp;acirc;nica por 11,9 bilh&amp;otilde;es de libras (US$ 19,6 bilh&amp;otilde;es), criando um l&amp;iacute;der global na ind&amp;uacute;stria de produtos de confeitaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Kraft ofereceu 5 libras e 0,1874 nova a&amp;ccedil;&amp;atilde;o por cada papel da Cadbury (equivalente a 8,4 libras). A proposta inicial era de 3 libras e 0,2589 a&amp;ccedil;&amp;atilde;o a ser emitida pela Kraft (equivalente a 7,7 libras).&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&#34;Esta oferta representa uma oportunidade fundamental para os acionistas da Cadbury, proporcionando a certeza de valor imediato e potencial de aumento futuro&#34;, afirmou Irene Rosenfeld, presidente da Kraft Foods.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cadbury &amp;eacute; dona de mais de 40 marcas, cada uma delas com vendas anuais superiores a US$ 100 milh&amp;otilde;es, segundo a Kraft. Entre elas, est&amp;atilde;o as mundialmente famosas Trident e Halls.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o - www.ultimoinstante.com.br)&lt;/p&gt;</text>
							
						
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<description>ultimoinstante: notícias</description>
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