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Obama diz a Monti que fará o possível para estabilizar economia europeia   .

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O presidente dos EUA expressou também a importância de os recursos financeiros da Europa serem suficientemente fortes para conter a crise da dívida que atinge o Velho Continente.

10 de fevereiro de 2012 - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou ontem que o país fará o máximo possível para ajudar a estabilizar a situação econômica na Europa, após se reunir com o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, na Casa Branca.

Obama expressou também a importância de os recursos financeiros da Europa serem suficientemente fortes para conter a crise da dívida que atinge o Velho Continente.

Ele avaliou ainda as "efetivas medidas" promovidas por Monti, que permitiram "aumentar a confiança tanto dentro da Itália como pela Europa".

Após o encontro de aproximadamente uma hora, os dois líderes discursaram brevemente aos jornalistas para reafirmar a aliança entre os dois países.

Obama reiterou o apoio às medidas tomadas por Monti desde que o primeiro-ministro substituiu Silvio Berlusconi, no final de 2011, o que qualificou como "tempos difíceis na política italiana".

"A Itália demonstrou que tem um plano e que leva a sério suas responsabilidades fiscais, mas também enfatiza a necessidade de reformas estruturais que promovem o crescimento", acrescentou.

Já o primeiro-ministro da Itália agradeceu o apoio expressado por Obama e assinalou: "devemos reforçar nossas ações conjuntas" rumo à estabilidade financeira da zona do euro.

Além disso, o presidente americano destacou o "papel extraordinário" da Itália no Afeganistão e reiterou o "compromisso de ambas as partes com o calendário de Lisboa para a transição rumo a uma liderança total por parte do Afeganistão até o fim de 2014".

Por último, Obama destacou que os líderes discutiram a situação na Síria, onde "tanto Itália como EUA têm grande interesse no fim do derramamento de sangue e que aconteça a transição do atual governo, que está degradando seu próprio povo". 

(Redação com agência EFE - www.ultimoinstante.com.br)

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